28 de maio

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Maria da Penha ONLINE Governo do Distrito Federal

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Texto: Agência Brasília* | Edição: Débora Cronemberger

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) reconvoca, nesta terça-feira (28), 153 candidatos habilitados da lista de vulnerabilidade que foram indicados ao empreendimento no Sol Nascente e não compareceram para a formalização de dossiês.

Os convocados devem comparecer na sede da Companhia, situada no Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 06, Bloco A, Lotes 12/13 – Asa Sul, mediante agendamento pelo canal 156, opção 5 ou por meio do portal na opção Formalização de dossiê – Quadra 105 Sol Nascente. Os atendimentos acontecerão entre o dia 3 e 7 de junho, das 8h30 às 11h e das 14h às 16h.

Confira a lista de candidatos.

Para a montagem dos dossiês, é necessário apresentar as nove certidões cartorárias (negativas de imóvel) retiradas por meio do link Certidão Negativa Codhab – Saec e os documentos necessários para fazer ou atualizar os dados do cadastro único (CadÚnico).

O residencial está localizado na Quadra 105, Trecho 2, Conjuntos B, V e W. Ao todo, serão 420 unidades habitacionais construídas. O empreendimento faz parte do programa Pró-Moradia, que visa entregar moradias com infraestrutura e equipamentos públicos, além de combater o déficit habitacional.

*Com informações da Codhab

Texto: Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

O Hospital Cidade do Sol (HCSol) realizou nesta sexta-feira (17) a comemoração da Semana da Enfermagem para valorizar os profissionais da área. Enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem participaram de palestras informativas sobre assistência ao paciente, entre outras atividades.

Foi oferecido um lanche comemorativo com guloseimas que remeteram ao tema da enfermagem: o algodão era o marshmallow, as seringas repletas de confeitos eram a insulina, e as balinhas eram comprimidos de felicidade.

O evento contou com o apoio de alguns parceiros como o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), que proporcionou experiências lúdicas como maquiagem e esmaltação e até corte de cabelo tanto para colaboradores quanto para os pacientes.

Foram realizadas palestras sobre o uso de bombas de infusão, sobre suplementos nutricionais e sobre a aplicação de curativos modernos. A Unyleya ofereceu descontos promocionais para seus cursos de pós-graduação e foram sorteadas cortesias para passar um dia no Clube da Saúde com a família. O Sindicato dos Profissionais da Saúde, o Sindicato dos Enfermeiros e o Sindicato dos Técnicos de Enfermagem também ofereceram apoio ao evento com brindes para os colaboradores.

A coordenadora de enfermagem do Hospital Cidade do Sol, Rayanne Lopes Macedo, afirmou que é muito gratificante poder valorizar os colaboradores. “A gente conseguiu melhorar o elo entre as equipes e isso foi muito bom. Tivemos atividades de ginástica laboral para aliviar o estresse, para que todos começassem bem o dia de hoje”, afirmou.

O Hospital Cidade do Sol conta com 60 colaboradores no quadro de enfermeiros, técnicos de enfermagem e maqueiros, que realizam o atendimento a 60 leitos de internação da unidade. Inicialmente voltada para receber apenas pacientes com dengue que necessitassem de internação, o HCSol já está atendendo outras enfermidades que são encaminhadas de outras unidades de saúde do DF.

A técnica de enfermagem Jéssica Carlos Pinto comemorou a Semana da Enfermagem no HCSol: “A gente se sente valorizado e um evento assim serve para unir a equipe. É muito bom ver os pacientes satisfeitos com o nosso serviço”.

*Com informações do IgesDF

TEXTO: Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

Aos poucos, as ruas e avenidas do Trecho 3 do Sol Nascente vão sendo transformadas. O Governo do Distrito Federal (GDF) investe cerca de R$ 181 milhões em obras de pavimentação e drenagem, com o objetivo de aumentar a trafegabilidade das vias e garantir conforto e segurança aos moradores.

Do portão, a dona de casa Juscileide Almeida Marinho, 57 anos, assiste a essa mudança e não poupa elogios à cidade onde mora há uma década. Cearense, ela chegou no DF em 1987 e, em meados de 2014, mudou-se para o Sol Nascente. “Eu me apaixonei. Algumas pessoas falam mal, mas eu amo aqui”, declara. “Comprei um lote que era só mato –  aliás, não tinha nada aqui perto, só água, mato e muito sapo. Era tanta lama e buraco que nem sei quantas quedas já levei. De noite, só tinha escuridão, até que veio a energia e as coisas foram melhorando.”

As obras na região são executadas em diferentes pontos pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF). Os serviços incluem implantação de pavimento em asfalto e blocos intertravados, drenagem, meios-fios, calçadas e sinalização horizontal e vertical, além de bacias de detenção. De acordo com o subsecretário de Fiscalização e Acompanhamento da SODF, Erinaldo Silva, o pavimento em asfalto é destinado às vias principais, enquanto os blocos intertravados, popularmente conhecidos como bloquetes, são colocados nas vias internas.

“Mobilidade urbana é o maior ganho dessas obras para a população, que poderá circular com mais tranquilidade, além de ser vantajoso para a parte ambiental, já que os serviços de drenagem e os próprios blocos intertravados reduzem os riscos de alagamentos e processos erosivos”, explica o subsecretário. Sobre a duplicação, ele lembra: “A avenida é o principal acesso da população ao Trecho 3 e recebe mais de 100 mil pessoas todos os dias, entre pedestres e motoristas”.

Orgulho e pertencimento

A rua em que Juscileide mora no Setor Acácias foi uma das contempladas com o pavimento em bloquete. “Depois que o pessoal começou a trabalhar, eu não saí mais de casa, só ficava aqui na porta vendo tudo. Era só alegria”, afirma ela, que é mãe de três filhos e dedica a rotina aos cuidados da mãe, de 90 anos. “Quando colocaram o bloquete em frente ao meu portão, fiquei ainda mais contente. Liguei o som, dancei na rua sozinha, aproveitei mesmo”.

Desde 2019, quando o Sol Nascente foi transformado em região administrativa, foram investidos mais de R$ 630 milhões para levar saneamento básico, água, luz e equipamentos públicos aos 95 mil moradores da cidade. Muito já foi conquistado até então, como o segundo restaurante comunitário e a sede do conselho tutelar da cidade, e vem mais por aí. Em breve, a população poderá contar com uma unidade da Casa da Mulher Brasileira, a sede da administração regional e uma unidade de pronto atendimento (UPA).

Atualmente, estão em andamento diversas frentes de trabalho, com geração de cerca de 400 empregos diretos e indiretos. Máquinas e operários atuam na terraplanagem da duplicação da avenida entre o Setor QNQ em Ceilândia e o Trecho 3 do Sol Nascente, bem como na pavimentação da avenida principal, na urbanização do Setor Acácias e Cachoeirinha e na construção de lagoas de detenção.

Localizada em área de 4.049,17 hectares, a região administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol reúne mais de 93 mil pessoas. Dessas, 43,3% nasceram em outras unidades da Federação, assim como Juscileide. As localidades de origem mais encontradas são Piauí, Maranhão e Bahia, conforme dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) 2021. “Vejo o Sol Nascente ainda melhor para todos os moradores no futuro”, celebra Juscileide.

 

Por Agência Brasília* | Edição: Débora Cronemberger

No Hospital Cidade do Sol (HSol), gerenciado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), a preocupação vai além do tratamento médico. Em um ambiente acolhedor, a equipe busca tornar a internação uma experiência mais leve para os pacientes.

O HSol é exclusivo para o atendimento a pacientes com dengue que necessitam de internação, mas atividades como musicoterapia, prontuário afetivo e fisioterapia ao ar livre também são desenvolvidas para que os pacientes se sintam acolhidos.

Internado com dengue, o paciente André Alves de Souza, 49 anos, foi avaliado pela equipe de saúde, que descobriu, após exames, que ele também estava com tuberculose, uma doença altamente contagiosa que demanda isolamento. A equipe de enfermagem, juntamente com os profissionais de assistência social e psicologia do HSol, encontrou uma maneira de proporcionar conexão do paciente com a família.

“Foi muito difícil ficar longe da minha família, mas poder ver meu irmão, mesmo que paramentado, trouxe um conforto imenso. Saber que eles estão bem me dá força para enfrentar a doença”, relatou André.

Outro caso é o dos pacientes Fernanda Coelho, 51, e Vitor Cotta, 15 – mãe e filho internados com dengue. Quando deram entrada no hospital, estavam separados por alas femininas e masculinas, mas a equipe uniu mãe e filho em prol do amor e do acolhimento. “Poder estar ao lado do meu filho nesse momento tão difícil é um presente. O carinho e atenção que recebemos aqui nos dão forças para seguir em frente”, compartilha Fernanda.

“Nosso objetivo vai além do tratamento médico. Queremos levar conforto, esperança e união para nossos pacientes. Ver esses momentos de amor e superação nos enche de orgulho e nos motiva a continuar nosso trabalho com ainda mais dedicação”, destaca a coordenadora de enfermagem do HSol, Rayanne Lopes. “O atendimento humanizado e de qualidade é uma das missões que o IgesDF preconiza nas unidades que estão sob sua gestão. Por isso, fazer a diferença positivamente na vida de cada paciente é algo levado muito a sério por todos os colaboradores.”

*Com informações do IgesDF

Texto: Catarina Loiola e Josiane Borges, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, decretou, na tarde desta terça-feira (7), a criação de um comitê de emergência para arrecadação de doações destinadas ao estado do Rio Grande do Sul, em razão das inundações que assolam a região Sul do país.

Integram o Comitê de Emergência Brasília pelo Sul as secretarias de estado, órgãos e agências públicas, como a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa), Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), e serão convidados também para compor a equipe representantes de associações e federações da sociedade civil, do Tribunal de Contas do DF e da Câmara Legislativa do DF (CLDF).

O grupo será responsável por receber, planejar e coordenar a campanha de arrecadação das doações. As ações do comitê serão gerenciadas pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, coordenada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha.

“Convido você a fazer parte dessa corrente de solidariedade, porque solidariedade não tem fronteiras. Então doe itens que você tem na sua casa, que estão em perfeito estado de conservação e que você sabe que está fazendo falta para quem se encontra na região Sul do Brasil. Doe alimentos, medicamentos, curativos, água potável, itens de higiene pessoal, de limpeza, fraldas infantis e geriátricas, e tudo aquilo que você imaginar que possa ajudar”, destaca a primeira-dama Mayara Noronha Rocha.

Os cidadãos interessados em ajudar a população do Rio Grande do Sul podem levar as doações para os pontos de coleta. Entre os itens emergenciais estão:

→ Colchões
→ Água
→ Roupa de cama
→ Toalhas de banho
→ Cobertores
→ Material de higiene
→ Materiais de limpeza
→ Leite em pó
→ Ração para animais
→ Cestas básicas
→ Absorventes
→ Roupas íntimas
→ Mamadeiras de bico
→ Fraldas infantis e geriátricas

As doações podem ser entregues nos grupamentos do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), nas administrações regionais e na Base Aérea de Brasília.

Os moradores do Distrito Federal poderão se vacinar contra a gripe (influenza) neste sábado (4). Em 19 locais de atendimento, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF) estarão prontas para aplicar doses em todas as pessoas a partir dos seis meses de idade. A campanha foi ampliada na quinta-feira (2) e agora está disponível para bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos. A orientação é levar documento de identidade e a caderneta de vacinação.

Entre os pontos de atendimento estão o Restaurante Comunitário de Brazlândia e o Hospital da Criança de Brasília José Alencar. Um total de 16 unidades básicas de saúde (UBSs) também irão ofertar o serviço no sábado. Haverá, ainda, a disponibilidade de outros imunizantes do calendário, como os que protegem contra a febre amarela, o sarampo e o tétano, dentre outras.

Já a vacina da dengue estará disponível nas UBSs a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A lista completa com endereços, horários de atendimento e imunizantes disponíveis está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Não haverá imunização no domingo (5).

Casos de dengue

Ao longo do fim de semana, quem estiver com sintomas de dengue poderá buscar assistência em 11 tendas de acolhimento. As unidades localizadas no Guará, no Gama e no Paranoá funcionam 24 horas, de forma ininterrupta, inclusive aos domingos.

As tendas de Planaltina, Varjão, Plano Piloto, Vicente Pires, Arniqueira, Ceilândia, Taguatinga e Samambaia atendem das 7h às 19h, todos os dias. A lista completa com horários e endereços também está disponível no site da secretaria.

Além disso, a população do DF tem à disposição UBSs com horário ampliado no fim de semana. Já as unidades de pronto atendimento (UPAs) e os hospitais mantêm assistência 24h.

*Com informações da SES-DF

Foi apresentada, nesta terça-feira (30), uma nova plataforma para atendimento 24 horas aos cidadãos para todos os administradores regionais do Distrito Federal. O Governo do Distrito Federal (GDF) está preparando o lançamento, neste mês de maio, de uma ferramenta de gestão que pretende simplificar e facilitar o acesso da população aos serviços nas cidades.

“Apresentamos aos administradores um novo sistema de atendimento ao cidadão que vai facilitar para a população e ajudar na definição de políticas públicas”, explica o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. As administrações regionais são a porta de entrada de atendimento à população e o caminho mais próximo do cidadão para a acesso aos serviços públicos.

Lançada em abril de 2022, a Administração Regional Digital 24 Horas tem como objetivo aprimorar o canal de comunicação entre os moradores e o poder público. Além disso, a ferramenta facilitará para os gestores o planejamento e execução de demandas, além de proporcionar mais transparência para as ações.

A plataforma permitirá que os cidadãos façam solicitações de serviços de forma digital a qualquer hora do dia, sem precisar se deslocar até a administração regional.

Como forma de capacitar os servidores públicos das administrações, entre os dias 13 e 17 de maio, eles participarão de um curso na Escola de Governo do Distrito Federal (Egov) para aprenderem a usar a plataforma e melhorarem o atendimento ao cidadão de maneira rápida e eficiente.

Atendimento 24 horas

Um elo importante entre a população e o Governo do Distrito Federal (GDF), as administrações regionais oferecem atendimento 24 horas por dia. O programa aproxima o governo da população para que ela possa indicar o que precisa ser feito, corrigido e elogiado nas cidades em qualquer dia, horário e local.

Além da Secretaria de Governo, também participam do projeto a Controladoria-Geral e a Secretaria de Economia.

Essa iniciativa visa proporcionar manutenção proativa, maior transparência e responsabilização, promoção da inclusão social, além de auxiliar na gestão e em decisões estratégicas.

“Passei 18 anos na terra e ver isso aqui pavimentado é a realização de um sonho”. O relato emocionado é de Ailton Marques. Aos 37 anos, o pintor está entre os vários moradores do Residencial Acácias, no Trecho 3 do Sol Nascente, beneficiados com as obras de infraestrutura e urbanização executadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) na região administrativa, um investimento próximo a R$ 181 milhões.

A rua em que Ailton reside é a primeira do condomínio a ser pavimentada pelas equipes da Secretaria de Obras do DF (SODF) com blocos intertravados. Popularmente conhecidos como bloquetes, essas peças de concreto são duráveis e resistentes às condições climáticas adversas, garantindo uma longa vida útil ao pavimento.

Outra vantagem dos blocos está na permeabilidade, que contribui para uma melhor drenagem das ruas. Vizinho de Ailton, o porteiro Benedito Alves, 52, destaca a eficiência da pavimentação no escoamento das águas pluviais. “Caiu uma chuva aqui semana passada e o piso novo já segurou. Antes, era calamidade pura – muita lama na época de chuva e poeira na seca”, avalia Bené, como é conhecido na vizinhança.

Outras seis ruas do Residencial Acácias também serão pavimentadas, sendo as principais com massa asfáltica. “Nós optamos por utilizar os blocos intertravados onde há mais circulação de pessoas e de carros de passeio – em geral, são as vias de acesso às residências. Em outros trechos, com fluxo de veículos pesados, usaremos o asfalto”, detalha o engenheiro responsável pelas obras, João Gabriel Senna Mury.

Drenagem

Em paralelo aos serviços de pavimentação, o GDF atua para solucionar os problemas frequentes de enxurradas e alagamentos que assolam a região nos períodos de chuva. Para isso, as equipes trabalham na instalação de uma extensa e moderna rede de drenagem de águas pluviais composta por bacias de retenção e galerias feitas com aduelas de concreto de 6,76 m² de área, cada uma.

“Se você não faz uma rede de drenagem à altura da demanda da região, todo o trabalho de urbanização, incluindo a pavimentação das ruas, se perde. Essa é, portanto, uma etapa essencial para garantir a tranquilidade dos moradores do Sol Nascente no período de chuvas”, enfatiza o secretário de Obras e Infraestrutura do DF, Valter Casimiro. “Vamos aproveitar este período de estiagem para ganhar tempo e seguir instalando essas galerias para que a população não sofra mais com os prejuízos causados pelas chuvas”, prossegue.

O titular da pasta lembra que as obras incluem a construção de calçadas acessíveis e a instalação de meios-fios e sinalização horizontal e vertical. “É uma determinação do governador Ibaneis Rocha agilizar o processo de urbanização do Sol Nascente. É uma obra prioritária para o governo”, enfatiza Casimiro.

Dignidade

Somado aos serviços de pavimentação e drenagem, o GDF trabalha para levar dignidade e qualidade de vida à população da região administrativa. Desde 2019, o Executivo já investiu mais de 60 milhões em obras de saneamento básico na cidade. A rede de esgotamento atende atualmente 90 mil moradores, enquanto 95% dos lares já possuem redes de abastecimento de água. Atualmente, 26 mil imóveis têm ligações de água regulares, e 20 mil, ligações de esgoto legais.

Para atingir esse marco no saneamento básico, foram construídos 259 km de rede de esgoto e 177 km de rede de água nos três trechos da cidade. Essa extensão de rede equivale ao percurso entre Brasília e Goiânia. Toda essa infraestrutura está integrada a seis estações elevatórias de esgoto bruto (EEBs) construídas na região administrativa.

 

O Projeto Castra-DF, da Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema-DF), realizará o cadastramento de cães e gatos para castração gratuita, nos dias 13 e 14 de abril, no estacionamento da Paróquia Santa Clara de Assis (SHSN, Trecho II, Chácara 105), na Região Administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol, das 8h às 14h ou até acabar as vagas. Serão 1.500 vagas, 750 em cada dia. As senhas serão entregues por ordem de chegada.

Esta é a quarta campanha do Projeto Castra-DF. A primeira ocorreu em Planaltina, em novembro de 2023, e atendeu a mais de 600 animais. A segunda foi realizada no Paranoá, em janeiro, onde foram disponibilizadas mil vagas. A terceira cidade contemplada foi a Estrutural, em março deste ano, com 1.500 vagas. Para o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, o projeto não apenas torna acessível a intervenção veterinária, mas também cria oportunidades para a população. “Além do procedimento de castração, a Castra-DF também oferece capacitação profissional aos tutores, disponibilizando cursos voltados à área pet para a população”, comenta.

O tutor interessado deve apresentar documento oficial com foto e ter 18 anos ou mais, sendo que não é necessário levar o pet até o local. Serão cadastrados dois animais por CPF. O cadastro não garante a participação no projeto. O resultado final com a lista dos contemplados será divulgado até o dia 15 de abril nos sites castradf.com.br e sema.df.gov.br.

As cirurgias ocorrerão entre os dias 15 de abril e 11 de maio, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Unidade Móvel de Castração – Castra-DF, que estará localizada no mesmo local do cadastro. Antes do procedimento, os animais selecionados passarão por exames pré-operatórios como hemograma e eletrocardiograma. As testagens são gratuitas e servem para identificar se o cão ou gato está em condições aptas para a castração.

Profissionalização

Além do cuidado com os bichinhos, o projeto Castra-DF também levará capacitação profissional aos tutores. Os cursos são voltados à área pet, com temas como administração e gestão pet, cuidador e passeador, banho e tosa, hospedagem e confeitaria para pets. As inscrições podem ser realizadas por meio do site www.castradf.com.br.

Mais informações

– WhatsApp: (61) 9 9373-8914
– E-mail: castradf@gmail.com
– Local de inscrição: Paróquia Santa Clara de Assis (SHSN Trecho II Chácara 105), na Região Administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol, nos próximos sábado (13) e domingo (14), das 8h às 14h ou até acabar as vagas.

*Com informações da Sema-DF

Por Agência Brasília* | Edição: Saulo Moreno

O descarte irregular de resíduos, incluindo os restos de obras, é uma prática ilegal e prejudicial que afeta não apenas o meio ambiente, mas também a saúde pública e a economia da cidade. No Distrito Federal, a legislação é clara: o descarte de resíduos deve ser feito da maneira correta e em locais apropriados.

A Lei Distrital nº 5.418/2014, que estabelece a Política Distrital de Resíduos Sólidos e define os procedimentos para a gestão adequada dos resíduos, traz a proibição expressa do descarte em locais não autorizados. De acordo com o art. 37, está expressamente proibido o “lançamento e disposição a céu aberto” de resíduos.

Para resíduos da construção civil, a Resolução Conama nº 307/2002 e a Lei Distrital nº 4.704/2011 estabelecem que o descarte deve ser feito em locais apropriados.

No Distrito Federal, pequenas quantidades, de até 1 m³ por descarga, podem ser levadas, gratuitamente, a um dos 23 papa-entulhos espalhados pelo DF. Quantidades maiores exigem a contratação de empresas transportadoras registradas no SLU, que farão o transporte dos resíduos até a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE).

O descarte irregular de resíduos é crime, conforme a Lei Federal n° 9.605/1998. No DF, a multa inicial para os infratores é de R$ 2.799,65.

Danos do descarte irregular

Para a chefe da Unidade de Medição e Monitoramento do SLU, Andréa Almeida, o descarte incorreto gera inúmeros impactos negativos à população e ao meio ambiente.

“O descarte irregular de resíduos gera um custo significativo para o governo, além de contribuir para problemas ambientais graves, como o empobrecimento do solo e contaminação das águas subterrâneas, e para a proliferação de vetores de doenças como a dengue. É essencial que os cidadãos compreendam a importância de descartar seus resíduos de maneira correta”, disse.

O diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, reforça a importância da conscientização. “A população precisa saber que o descarte irregular é um crime ambiental. Temos equipamentos adequados, como os papa-entulhos, para evitar essa prática. É inadmissível que, com todos os recursos disponíveis, ainda enfrentemos esse problema. Cada cidadão tem um papel muito importante na manutenção da limpeza urbana e na preservação do meio ambiente”, enfatizou.

Além dos danos ambientais, o descarte irregular de resíduos sólidos urbanos tem um custo econômico substancial. No Distrito Federal, o governo gasta mensalmente quase R$ 4 milhões para recolher materiais descartados em locais irregulares. A Associação Internacional de Resíduos Sólidos estimou que o tratamento de doenças provocadas pela exposição ao lixo descartado inadequadamente custou aos cofres públicos do Brasil cerca de US$ 370 milhões em 2015.

*Com informações do SLU

A campanha de vacinação contra a influenza no Distrito Federal tem início nesta terça-feira (19), às 8h, e segue até o dia 31 de maio. A meta é imunizar pelo menos 90% da população que integra o grupo prioritário. Os imunizantes estarão disponíveis nas 125 salas de vacina das unidades básicas de saúde (UBSs). A consulta dos endereços pode ser feita pelo site da Secretaria de Saúde.

Inicialmente, a vacinação é restrita a idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, puérperas, pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, pessoas em situação de rua e trabalhadores com alto índice de exposição, como professores e profissionais da saúde e de transporte coletivo rodoviário. Trata-se de uma população estimada em cerca de 1,1 milhão de pessoas no DF.

“São grupos que precisam receber a vacina o quanto antes por estarem mais suscetíveis à exposição ao vírus e também são aquelas pessoas com condições clínicas de imunidade rebaixada, como os idosos que costumam ter a imunidade mais comprometida e as crianças que têm um sistema imunológico imaturo”, revela a gerente da Rede de Frios do DF, Tereza Pereira.

Neste ano, a imunização ocorre de forma antecipada para garantir a cobertura vacinal antes da sazonalidade da circulação do vírus da gripe, que normalmente ocorre com a chegada do outono, dia 20 de março.

“O objetivo da campanha é reduzir a carga viral nesse grupo para que possamos evitar hospitalizações e óbitos”, defende a gerente. No ano passado, apenas 545 mil pessoas do grupo prioritário foram vacinadas de um total de 925 mil doses aplicadas, o menor número dos últimos 10 anos.

A vacina deve ser tomada anualmente devido a atualização que é feita na composição do imunizante. “É um vírus que sofre mutações com certa frequência. Neste ano tivemos a mudança das cepas da H1N1 e da H3N2, que são diferentes do ano passado. Há uma Rede Sentinela que capta esses vírus e com base no que está circulando faz a atualização das vacinas anualmente”, explica Tereza.

Para tomar a vacina, o cidadão deve comparecer a um local de vacinação com documento de identificação e caderneta de vacina. O imunizante pode ser administrado junto com outras vacinas do calendário. Pessoas com sinais de dengue, covid-19 ou resfriado devem tomar a vacina apenas após o desaparecimento completo dos sintomas.

Representantes do governo e da Embaixada do Reino Unido no Brasil realizaram uma visita à Escola Classe 66 de Ceilândia, localizada no Sol Nascente, para conhecer de perto o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) na tarde desta terça-feira (12). O principal objetivo da visita foi compreender os procedimentos de planejamento e execução da política pública de alimentação escolar, com ênfase na aquisição de alimentos provenientes da agricultura familiar local.

A programação incluiu uma explanação sobre a estrutura escolar, com destaque para o depósito de alimentos, a cozinha e a horta escolar, além do acompanhamento da produção do lanche da tarde e a oportunidade de diálogo informal entre os visitantes e a nutricionista responsável pelo Programa de Alimentação Escolar do DF. No local, as autoridades lancharam, junto aos estudantes, cuscuz com paleta suína e suco de goiaba.

A abordagem reforçou o compromisso com práticas sustentáveis e o apoio à produção local, promovendo uma alimentação saudável e de qualidade para os estudantes. Durante a visita, a embaixadora britânica, Stephanie Al-Qaq, expressou aprovação em relação à qualidade e importância da merenda do DF. “É fundamental reconhecer a relevância da alimentação escolar para o desenvolvimento educacional e social das crianças”, destacou.

A visita contou também com as presenças do diretor do Centro de Excelência contra Fome do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas, Daniel Balaban, e do secretário-geral para Desenvolvimento do Reino Unido, Nick Dyer.

Juliene Moura, diretora de alimentação escolar da Secretaria de Educação do Distrito Federal, acompanhou e ressaltou a importância do encontro com autoridades internacionais. “Receber essa visita é uma oportunidade de compartilhar experiências e fortalecer parcerias para melhorar ainda mais a qualidade da alimentação oferecida aos nossos estudantes”, enfatizou.

*Com informações da SEEDF

Texto: Agência Brasília* | Edição: Saulo Moreno

O Distrito Federal está entre as regiões que serão beneficiadas com a implantação de dois novos institutos federais (IFs) de Educação, Ciência e Tecnologia. A medida foi anunciada pelo governo federal nesta terça-feira (12). No total, serão entregues 100 novas unidades em todo o Brasil, sendo que Sobradinho e Sol Nascente foram escolhidos como os locais para receberem essas instituições no DF.

A iniciativa abrangerá todas as unidades da Federação, proporcionando a criação de 140 mil novas vagas, com foco em cursos técnicos integrados ao ensino médio. “São institutos importantes para a formação técnica profissionalizante dos nossos alunos. Tenho muita gratidão por eles terem essa possibilidade de caminho, além da universidade”, comemora a secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá.

Essa medida é fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Educação (MEC), a Casa Civil, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e o Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO).

Por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), será feito um investimento significativo de R$ 3,9 bilhões em obras. Desse montante, R$ 2,5 bilhões serão destinados à criação dos novos campi e R$ 1,4 bilhão será voltado para a consolidação das unidades dos IFs já existentes.

Os recursos serão aplicados na construção de estruturas como refeitórios estudantis, ginásios, bibliotecas, salas de aula, além da aquisição de equipamentos. O custo estimado para cada nova unidade é de R$ 25 milhões, dos quais R$ 15 milhões serão destinados à infraestrutura e R$ 10 milhões à aquisição de equipamentos e mobiliário.

A ampliação da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica visa a aumentar a oferta de vagas na Educação Profissional e Tecnológica (EPT), com oportunidades tanto para jovens quanto para adultos, especialmente os mais vulneráveis. Além disso, a construção de novos campi impacta positivamente o setor da construção civil, contribuindo para a geração de emprego e renda. Quando em pleno funcionamento, essas novas escolas promoverão o desenvolvimento local e regional.

“O Instituto Federal proporciona novas experiências, nos preparando para a vida profissional, além de democratizar a educação. Alunos em situações vulneráveis podem ter acesso a professores mestres e doutores antes mesmo de irem à universidade”, comenta Wanessa Santana, aluna do IF Samambaia.

Histórico

O processo de expansão dos institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia teve início em 29 de dezembro de 2008, com a criação de 38 unidades. Desde então, o Brasil registrou um crescimento significativo nesse setor. Entre os anos de 2005 e 2016, foram criados 422 campi, com 214 inaugurados entre 2005 e 2010 e mais 208 entre 2011 e 2016. Nesse mesmo período, outras 92 unidades foram entregues ou incorporadas à rede.

Atualmente, o país conta com 682 unidades e mais de 1,5 milhão de matrículas. Com a inclusão dos 100 novos campi, a rede federal passará a ter 782 unidades, sendo 702 campi de IFs.

*Com informações da SEEDF

TEXTO: Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

Dedicado a tratar casos de dengue que exijam internação, o Hospital Cidade do Sol (HSol) já está operando com 60 leitos. Há um mês a unidade se encontra sob coordenação do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), que trabalha com a rápida aquisição de insumos e contratação de recursos humanos.

Nesse período, foram registradas mais de 620 admissões e 575 pacientes receberam alta. Com uma taxa média de ocupação de 90%, o hospital começou com 17 leitos, passou para 40 e agora ganhou mais 20.

“Agregar leitos e ampliar nossa capacidade é um passo crucial para garantir que a população receba o atendimento médico adequado”, reforça o gerente do Hospital Cidade do Sol, Flávio Amorim. “A expansão foi uma resposta direta à elevação da demanda.”

Além da ampliação, a unidade promove qualificação constante para sua equipe multiprofissional, garantindo atendimento de excelência. “O objetivo é que, tanto o corpo clínico quanto o administrativo, estejam aptos a dar suporte a essa ampliação dos leitos – uma etapa importante para manter a qualidade do atendimento ao aumentar a capacidade da unidade”, conclui o gerente.

*Com informações do IgesDF

Texto: Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

Os moradores do Trecho II do Sol Nascente terão melhorias no transporte público a partir de segunda-feira, com o aumento de 43 viagens em nove linhas já existentes e a criação de uma nova linha, a 313.1. As principais mudanças incluem: – A linha 313.1 fará duas viagens diárias entre o Terminal Sol Nascente e a Rodoviária do Plano Piloto, com tarifa de R$5,50. – A linha 0.907 terá nove saídas a mais para a Rodoviária do Plano Piloto. – A 364.5 terá duas viagens extras entre Sol Nascente e o Taguacenter, passando por Gilliard e Ceilândia Centro. – A 333.9 ganhará seis novos horários entre Sol Nascente e a Católica, em Taguatinga. – A 364.3 aumentará em 24 horários e passará a ir até a estação Ceilândia Centro do metrô e a região central de Ceilândia. Além disso, 21 linhas terão ajustes nos horários devido à obra na Avenida Hélio Prates e três linhas serão desativadas por superposição de rotas.
Mais detalhes:

Os moradores do Trecho II do Sol Nascente vão ter reforço no transporte público a partir de segunda-feira (11). Os passageiros passam a contar com o aumento de 43 viagens em linhas já existentes, o que será possível por conta do reforço de oito novos ônibus da BsBus (antiga São José).
 
A nova linha 313.1 terá duas viagens, de segunda a sexta, com tarifa de R$ 5,50. Com isso, o Trecho II do Sol Nascente passa a ser atendido por nove linhas do sistema de transporte público coletivo, que fazem 317 viagens em dias úteis, 160 aos sábados e 85 aos domingos, com uma frota de 39 coletivos.
 
A 0.907, cujo destino é a Rodoviária do Plano Piloto, terá o aumento de nove saídas, enquanto a 364.5 (condomínio Gilliard-Taguacenter) vai operar com duas viagens a mais, e a 333.9 (que vai até a Católica) terá o incremento de seis novos horários.
 
Já a 364.3, que vai até o Shopping JK, ganha o aumento de 24 horários e também terá o itinerário alterado, indo até a Estação Ceilândia Centro do metrô e a região central da Ceilândia, diminuindo o percurso e o tempo entre as viagens.
 
Outras intervenções
Por conta das importantes obras que estão sendo realizadas para implantação do Corredor Oeste, notadamente na Avenida Hélio Prates, serão feitos ajustes operacionais em 21 linhas que circulam pela via central da Ceilândia, para ajustar os tempos de percurso e os horários.
 
São elas: 0.310, 0.324, 0.343, 0.926, 0.927, 0.311, 0.313, 0.331, 0.362, 0.379, 0.551, 0.552 0.558, 0.929, 322.1, 323.2, 324.1, 333.1, 346.1, 379.1 e 929.2. 
 
Já a 0.926 (que faz o trajeto entre o Condomínio Privê, o Setor O e Ceilândia Centro) passa a funcionar com o reforço de sete viagens.
 
Linhas desativadas
Três linhas (343.6, 0.344 e 310.1), cujas origens são na Ceilândia, serão desativadas por conta da superposição de rotas com outros serviços.
 
Os passageiros que utilizam a 343.6 têm como alternativa a 0.343, que será reforçada, e integrar com as linhas 0.108 ou 109.3 para chegar à Esplanada dos Ministérios.
 
Já os usuários da 0.344 podem embarcar nas linhas 333.2, 0.333 e 0.039 para chegar em Taguatinga, enquanto a nova opção para os moradores que utilizam a 310.1 é acessar a 0.310 ou fazer integração com o metrô para irem até a Rodoviária do Plano Piloto.
 

Nova linha
313.1 – Sol Nascente Trecho II/W3 Sul/Rodoviária do Plano Piloto (Estrutural/EPIA Norte/Setor Policial Sul)
Tarifa: R$ 5,50
Horários:
Terminal Sol Nascente: 5h40
Rodoviária do Plano Piloto: 18h

Reforço de horários
0.907 – Sol Nascente Trecho II / Rodoviária do Plano Piloto (Via Estrutural) – Mais 9
364.5 – Sol Nascente (Trecho II) / Gilliard / Ceilândia Centro / Taguacenter – Mais 2
333.9 – Sol Nascente (Trecho II – Cond. Gilliard – Vitória Maranata) / Taguatinga Centro  (Católica) – Mais 6
364.3 – Sol Nascente (Trecho II) / Metrô Ceilândia Centro / Jk Shopping – Mais 24
0.926 – Setor O (Condomínio Privê – Via Leste) / Ceilândia Centro (Via M3 – Via Estádio) – Mais 7

Linhas desativadas
343.6 – Setor O Norte/Rodoviária do Plano Piloto/Esplanada (Estrutural)
0.344 – QNR 5 (P2 Norte – Sol Nascente Trecho III)/Taguatinga (Católica)
310.1 – Setor O/Rodoviária do Plano Piloto (Parkshopping-Zoológico)

*Fonte:  Semob DF

Por: Agência Brasília* | Edição: Igor Silveira

Representantes da Embaixada do Reino Unido em Brasília realizaram, nesta quarta-feira (6), uma visita técnica ao Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol. A atual embaixadora Stephanie Al-Qaq solicitou o encontro para conhecer mais sobre as iniciativas do Governo do Distrito Federal (GDF) na promoção de segurança alimentar e desenvolvimento no DF.

Acompanhada da secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, da secretária-adjunta Renata Marinho e de uma equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a embaixadora do Reino Unido no Brasil visitou as instalações da unidade, inaugurada no ano passado, onde trocou experiências sobre o modelo adotado de oferta de refeições a preços acessíveis à população vulnerável, por meio dos restaurantes comunitários.

“Para nós, é um prazer poder receber e mostrar à Embaixada do Reino Unido os nossos equipamentos. Temos conquistado bons resultados com esse modelo que adotamos na nossa política. No ano passado, foram cerca de 10 milhões de refeições servidas nos 16 restaurantes comunitários. Inauguramos duas novas unidades, passamos a oferecer as três refeições diárias em quatro restaurantes, que passaram também a abrir domingos e feriados. E vamos ampliar nossa cobertura esse ano. Ou seja, nós estamos com um trabalho bem executado, uma equipe afinada, tenho orgulho de poder mostrar isso”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

Diariamente, a população que frequenta o Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol pode consumir café da manhã e jantar a R$ 0,50, cada, e almoço a R$ 1, totalizando três refeições diárias por apenas R$ 2. A unidade aceita Pix como forma de pagamento, assim como cartão e dinheiro.

“O interesse de representantes de outros países nos nossos equipamentos mostra que nosso programa é uma referência”, complementa a gestora.

O Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol fica localizado na Quadra 105, Trecho 2. A cidade é a primeira do DF a dispor de dois restaurantes. O primeiro restaurante do Sol Nascente fica na QNR 01 Área Especial nº 2.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

Como forma de conter o aumento de casos de dengue, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem intensificado desde o início do ano as ações de inspeção domiciliar, recolhimento de lixo e entulhos, vacinação e atendimento aos pacientes sintomáticos. Neste sábado (2), foi a vez da região de Sol Nascente/Pôr do Sol receber a oitava edição do Dia D de Combate à Dengue durante o GDF Mais Perto do Cidadão, que une forças à mobilização nacional que se estende por todo o Brasil.

Com uma estrutura montada entre o Restaurante Comunitário e a Rodoviária do Trecho 2, a iniciativa contou com atendimento médico para pessoas com dengue – com teste rápido, hidratação venosa, fornecimento de medicação e vacinação de crianças de 10 e 11 anos –, viaturas de fumacê e drones circulando pela cidade, visitas domiciliares para identificação de focos do mosquito Aedes aegypti, orientações de prevenção e encaminhamento de pessoas com sintomas da doença, além de equipamentos e servidores retirando os resíduos das ruas da cidade.

“Esse é um programa que gosto muito, porque os serviços chegam até as pessoas. Conseguimos unificar, além dos atendimentos, esse momento especial que é o Dia D. Desde a segunda semana de janeiro que o GDF está se mobilizando de maneira forte contra a dengue”, afirmou a vice-governadora do DF, Celina Leão, presente na mobilização.

A implantação do Hospital de Campanha em Ceilândia, a ampliação do horários das unidades básicas de saúde (UBSs), o início da vacinação, os mutirões de limpeza nas cidades, a intensificação da multa em relação ao descarte irregular, a contratação de novos agentes de vigilância ambiental e a campanha de prevenção e combate à doença estão entre as ações do governo lembradas pela vice-governadora.

“Mas há um sentimento nosso de que a população precisa se comprometer em não fazer o descarte irregular”, afirmou. “Só aqui no Sol Nascente, antes desta ação, tiramos 500 toneladas de lixo. Estamos tendo que ter o retrabalho. Precisamos mudar essa cultura, que tem que ser de prevenção”, defendeu.

Foram mobilizados 40 caminhões e 10 pás-mecânicas das administrações regionais, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) para a força-tarefa que começou na sexta-feira e segue até este domingo (3) na cidade.

“A cada semana nós incrementamos um pouco mais de equipamentos em determinadas áreas para atender esse movimento maior sem prejudicar o serviço que já é feito diuturnamente nas regiões”, contou o secretário adjunto de Governo, Valmir Lemos. “Quando o lixo fica solto de qualquer maneira, ele pode virar um criadouro e, a partir daí, os focos do mosquito podem aumentar. Então, a gente pede que o descarte seja feito de forma adequada”, solicitou.

Acesso ampliado

A dona de casa Simone Silva, 35 anos, aproveitou o GDF Mais Perto do Cidadão para levar a filha Nicole Silva, 11, para ser atendida pela equipe médica da Secretaria de Saúde (SES-DF). No dia anterior, a menina começou a apresentar dores no corpo e teve febre de 38ºC. “Soube dessa ação hoje e vim trazê-la para fazer o teste rápido. Inclusive, ela foi diagnosticada com dengue e agora já estou com a medicação em mãos. Ela estava bem ruim”, revelou. As duas voltaram para casa com medicamentos e cartelas de soro para atenuar os sintomas e garantir a hidratação da jovem.

Para Simone, a ação do governo garantiu agilidade no atendimento e vai ajudar a amenizar a situação na cidade, onde se concentram muitos diagnósticos da doença. “Tem muitos casos aqui no Sol Nascente no Trecho 2, vim e achei muito importante essa ação de hoje”, comentou. “Fica também a importância de a gente cuidar, tirar a água parada, para não dar chance para o mosquito. Não é perda de tempo tirar um minutinho para cuidar, porque trata da gente e do vizinho do lado”, acrescentou.

Quem também foi conferir de perto a ação foi a dona de casa Lorrane Ferreira de Oliveira, 21. Ela já havia vacinado o filho Leonardo Ferreira, 10, e aproveitava os demais serviços disponíveis na programação, como as atrações infantis. “É muito importante vacinar, porque a dengue está matando pessoas”, disse. O menino se mostrava feliz por estar prevenido da doença. “Já me vacinei, acho muito importante. É uma doença perigosa e tem que se cuidar”, afirmou.

A secretária de Saúde do DF, Lucilene Florêncio, destacou que o Dia D de Combate à Dengue nasceu exatamente para dar ainda mais acesso à população para ser atendida de forma rápida. “Aqui, nós estamos entregando dignidade e cuidados para a população”, comentou. “Também estamos fazendo a varredura, buscando focos. Permanecemos recolhendo carcaças e resíduos sólidos em terrenos. O fumacê também está percorrendo todas as nossas regiões administrativas. O DF está engajado no combate a esse mosquito. Vamos sair desse pico, porque estamos fazendo o nosso dever de casa.”

Participaram das ações 40 agentes comunitários de saúde, 83 agentes de vigilância ambiental em saúde e 180 bombeiros militares, além de médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem.

O Distrito Federal, ao lado dos 26 estados brasileiros, participa da mobilização nacional também batizada de Dia D. Representando o governo federal, o secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Felipe Proenço de Oliveira, reforçou a necessidade do apoio da população. “Precisamos focar tanto na importância de prevenir e buscar os criadouros do mosquito, quanto nessa importância de identificar e acompanhar a doença de forma adequada”, disse. “Cada pessoa deve organizar 10 minutos na semana para verificar a casa”, pediu.

Além das ações de combate à dengue, a 22ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão teve ainda Sala de Saúde (com vacinação, testagem de ISTs e serviços de odontologia), assistência a vítimas de violência contra a mulher por servidores da Casa da Mulher Brasileira e do Núcleo de Prevenção e Assistência a Situações de Violência (Nupav), serviços do Na Hora, emissão de carteira de identidade, corte de cabelo, exames médicos, entre outros.

“Nós temos aqui mais de 100 profissionais que estão vinculados ao GDF Mais Perto do Cidadão. Essa é a 22ª edição e desde então já fizemos mais de 160 mil atendimentos”, lembrou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. Sobre a mobilização contra a dengue, ela destacou: “É muito importante que a gente possa se unir nesse movimento de combate à dengue, porque é uma forma de mobilizar e conscientizar essa população, enquanto oferecemos serviços.”

A Secretaria de Saúde (SES-DF) realiza a oitava edição do Dia D de Combate à Dengue neste sábado (2), a partir das 9h, na Região Administrativa Sol Nascente/Pôr do Sol. A força-tarefa de combate ocorre em parceria com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), durante a 22ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão. Este último busca facilitar o acesso da população a serviços públicos.

Mais de 60 profissionais da saúde atuarão no combate intensivo aos focos do mosquito da dengue e na conscientização de moradores da região. Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (AVAs) irão atuar junto ao Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) em visitas domiciliares para identificação de larvas do Aedes aegypti, orientações de prevenção e encaminhamento de pessoas que apresentarem sintomas da doença.

Além das ações de enfrentamento, a Sala da Saúde, instalada em frente ao Restaurante Comunitário, irá oferecer serviços de odontologia, vacinação e testagem de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A programação inclui ainda sessão de conversa e assistência a mulheres vítimas de violência, em iniciativa do Núcleo de Prevenção e Assistência a Situações de Violência (Nupav) da SES-DF e da Casa da Mulher Brasileira.

Serviço
8ª edição do Dia D de Combate à Dengue em Sol Nascente e Pôr do Sol
– Data: Sábado, 2 de março
– Horário: Das 9h às 12h
– Local: Sol Nascente – Trecho 2, Quadra 105, Conjunto O, Área Especial 1 (ao lado do Restaurante Comunitário)

*Com informações da SES-DF

A 22ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus), será no Sol Nascente. O programa estará nesta sexta (1º), das 9h às 16h, e no sábado (2), das 9h às 12h, ao lado do Restaurante Comunitário. Até a edição anterior, já foram contabilizados mais de 156 mil atendimentos desde o início de 2023.

“A Sejus está envidando esforços contra a proliferação do Aedes aegypti e ações que nos aproximam da população são realizadas para sanarmos no menor tempo possível os altos índices de casos de dengue na capital”, atenta a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani. “Profissionais da Secretaria de Saúde e do Corpo de Bombeiros prestam informações e atendem os cidadãos que procuram os serviços desse programa de sucesso que é o GDF Mais Perto do Cidadão.”

A população terá acesso a atendimentos do Na Hora, da Sejus e da Polícia Civil e demais órgãos públicos. No caso da Saúde, além da testagem rápida e hidratação intravenosa para os cidadãos com suspeita de dengue, também serão apresentadas informações sobre prevenção.

Haverá, ainda, atividades artísticas e de lazer para adultos e crianças, atendimento psicológico e assistência social, além de serviços de beleza. Donos de pets poderão levar cães e gatos para aplicação de vacina antirrábica e consultas.

O programa

Com a ação deste fim de semana, o GDF Mais Perto do Cidadão somará cinco edições, apenas neste ano. Além do Sol Nascente, receberam o programa em 2024 Recanto das Emas, Vicente Pires, Estrutural e Varjão. Com início em fevereiro de 2023, já são mais de 156 mil atendimentos à população em cerca de 12 meses.

Instituído em 2023 por meio do decreto nº 44.213, o GDF Mais Perto do Cidadão é estruturado em eixos temáticos transversais, como Justiça e cidadania, Saúde, Cultura e educação, Esporte e lazer, entre outros.

Periodicamente, a Sejus reúne equipes com membros de diversos órgãos do DF e visita uma região administrativa para, durante dois ou três dias, atender a população daquele local. As localidades já contempladas foram Ceilândia (duas vezes), Planaltina (duas vezes), Recanto das Emas (duas vezes), Riacho Fundo II, Sobradinho, Sobradinho II, Samambaia, Brazlândia, Itapoã, São Sebastião, Santa Maria, Colônia Agrícola 26 de Setembro, Sol Nascente, Paranoá, Água Quente, Vicente Pires, Cidade Estrutural e Varjão.

Serviço

22º GDF Mais Perto do Cidadão

→ Sexta e sábado (1º/3), das 9h às 16h; e sábado (2), das 9h às 12h
→ Local: Trecho 2, Quadra 105, Conjunto O, Área Especial 1, Região Administrativa do Sol Nascente, ao lado do Restaurante Comunitário.

*Com informações da Sejus-DF

Nesta quarta-feira (28), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) marcou presença na 2ª Assembleia do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). O encontro apresentou experiências estaduais relacionadas à rede do Centro de Inteligência Estratégica para a Gestão do Sistema Único de Saúde (Cieges), um repositório de informações para realizar o monitoramento da saúde pública. Na ocasião, a secretária de Saúde do DF, Lucilene Florêncio, destacou a importância do sistema na rede pública do Distrito Federal.

“É por meio desses painéis descentralizados, dentro da secretaria, que nos pautamos para a tomada de decisões rápidas. E neste momento, com o atual cenário epidemiológico de dengue e covid-19 no DF, os painéis têm nos auxiliado, principalmente no monitoramento da taxa de ocupação dos leitos e no lançamento de ferramentas que auxiliem no fluxo de leitos”, ressaltou.

O subsecretário de Planejamento em Saúde, Rodrigo Vidal, apresentou o processo de implementação e funcionamento do Cieges no DF. “É uma forma de compartilharmos a nossa experiência com os estados que já possuem e com os que ainda irão aderir a esse sistema. Além do monitoramento, o centro de inteligência fornece dados e informações como parte da transparência da saúde pública por meio do InfoSaúde. Neste portal, é possível consultar dados sobre dengue, covid-19, medicamentos, entre outros”, explicou. Segundo Vidal, em 2023, foram realizados mais de um milhão de acessos.

Dia D contra a dengue

Seguindo a programação, o Ministério da Saúde (MS) apresentou o cenário epidemiológico da dengue no Brasil e convocou os estados e o DF para a mobilização em torno do Dia D contra a doença em todo o país. A ação ocorrerá no próximo sábado (2), para reforçar as ações de prevenção e eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti, com o tema 10 minutos contra a dengue.

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, ressaltou que a participação conjunta é fundamental. “A prevenção e o cuidado continuam sendo importantíssimos e o Dia D vai reforçar isso. O governo federal, os governos estaduais e as prefeituras podem e devem trabalhar juntos nesta ação. Nenhum estado poderá estar de fora desse esforço de mobilização”, declarou.

O encontro contou ainda com a presença dos presidentes do Conass, Fábio Bacchereti, e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Hisham Hamida, e da secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel.

Combate à doença no DF

Com o aumento de casos da doença, o Dia D de combate à dengue já se faz presente no DF. Desde janeiro, foram realizadas sete edições para intensificar as ações de eliminação de focos do mosquito e conscientizar a comunidade local acerca das medidas de prevenção. Além da SES-DF, essa iniciativa conta com a colaboração de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), como a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), Defesa Civil, Corpo de Bombeiros (CBMDF), Vigilância Sanitária, Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb).

As ações já foram executadas em Ceilândia, Samambaia, Estrutural, Recanto da Emas, Brazlândia, Vicente Pires e Varjão. Dentre os serviços realizados, estão o atendimento a casos suspeitos e demandas mais críticas da doença, inspeções domiciliares, retirada de lixo, entulho e inservíveis descartados incorretamente e aplicação de inseticida nas regiões por meio do fumacê.

último boletim epidemiológico divulgado pela SES-DF registrou 100.558 casos prováveis da doença desde o início de 2024. Na última semana, foram mais 19.150 casos. O documento também traz a confirmação de 55 óbitos desde o início do ano, além de outros 82 em confirmação. Em números absolutos, Ceilândia registrou o maior número de casos prováveis: 17.477, seguido por Taguatinga (5.329), Sol Nascente/Pôr do Sol (5.042), Brazlândia (4.807) e Samambaia (4.268).

*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

Texto:  Agência Brasília* | Edição: Carolina Lobo

Um mês após criar uma força-tarefa de combate à dengue, a Secretaria DF Legal aplicou R$ 1,5 milhão em multas. Ao todo, já foram mais de 900 autuações em temas relacionados à correta destinação de resíduos – a maioria referente a descarte irregular de lixo e entulho.

A força-tarefa 

No âmbito da DF Legal, a força-tarefa foi instituída por meio da Portaria n° 11, publicada em 22 de janeiro deste ano. Diante da necessidade de prevenir e acabar com a proliferação da doença, todas as demandas recebidas via Ouvidoria relacionadas a esse assunto passam a ser gerenciadas e tratadas de maneira emergencial.

A população pode utilizar o telefone 162 da Ouvidoria, o site Participa DF ou comparecer a uma das 16 unidades do Núcleo de Atendimento ao Cidadão (Nuaci) da pasta para fazer o registro. Em relação ao descarte irregular de resíduos da construção civil e volumosos, em 2023, foram efetuadas 11.940 vistorias, aplicadas 1.745 notificações e lavradas 216 multas.

A secretaria fiscaliza também o descarte irregular de resíduos sólidos domiciliares. Em 2023, o órgão fez 5.782 vistorias desse tipo, aplicou 1.452 notificações e lavrou 24 multas.

Nos casos de lotes vazios, a pasta verifica se os espaços estão nas condições ideais, sem acúmulo de lixo, com a grama ou mato cortados, a fim de evitar proliferação de insetos peçonhentos e acúmulo de água parada. Os lotes também precisam estar cercados e com a calçada em frente bem-cuidada. Nessa categoria, durante o ano passado, houve 2.058 vistorias, 275 notificações e 11 multas.

Veja o painel interativo das atuações da DF Legal.

*Com informações da DF Legal

TEXTO: Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

Ser acolhido e ver que as pessoas realmente se importam com sua vida e sua individualidade. É assim que os pacientes internados no Hospital Cidade do Sol (HSol) se sentem com a utilização do prontuário afetivo. A ferramenta é utilizada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) para registrar informações sobre o paciente não apenas do ponto de vista clínico, mas levando em consideração também emoções, preferências e aspectos psicossociais.

“Eles sentem que nos importamos com eles. Quebra o gelo e tira aquela sensação de atendimento mecânico. O prontuário afetivo é feito pela equipe do (programa) Humanizar logo na admissão. Os auxiliares vão até o leito dos pacientes e, de forma acolhedora e atenciosa, fazem as perguntas necessárias”, explica a gerente de Humanização e Experiência do Paciente, Stephanie Sakayo.

O Humanizar é responsável pelo acolhimento inicial nas portas de acesso, estreitando os elos de comunicação entre os usuários externos e internos aos serviços prestados pelo IgesDF. A ideia é valorizar a empatia, o respeito, a comunicação efetiva e a qualidade do cuidado prestado, promovendo uma experiência mais positiva e centrada nas necessidades dos usuários.

O tipo de abordagem do prontuário afetivo influencia positivamente no cuidado que o paciente recebe, pois permite estabelecer um elo de confiança maior entre ele e a equipe de assistência. “Isso reflete diretamente na forma com que o paciente responde ao tratamento, pois existem estudos que comprovam que o estado emocional está diretamente ligado ao tempo de recuperação. Os pacientes estão gostando muito”, acrescenta Sakayo.

A gerente geral de Humanização e Experiência do Paciente, Anucha Soares, destaca que “a iniciativa por parte do Núcleo de Humanização é piloto aqui no Hospital Cidade do Sol, mas temos a intenção de estender às outras unidades de internação geridas pelo IgesDF. Essa abordagem reconhece a importância da dignidade e dos direitos humanos, considerando as necessidades emocionais, sociais e psicológicas das pessoas envolvidas.”

*Com informações do IgesDF

TEXTO: Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

O Hospital da Cidade do Sol, sob gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), está intensificando seus esforços no combate à epidemia de dengue no DF. Desde o dia 9 de fevereiro, o hospital habilitou 40 novos leitos destinados ao cuidado exclusivo de pacientes com a doença. Agora, em uma resposta ágil à crescente demanda, mais 10 leitos foram ativados em um período de 24 horas, a partir das 19h do sábado (24).

A decisão de expandir rapidamente a capacidade de internação foi motivada pelo aumento significativo de pacientes com dengue nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), tendas de emergência e no Hospital de Campanha (HCAMP), que resultou na superlotação dos equipamentos de saúde. Os novos leitos serão destinados exclusivamente a pacientes com dengue que necessitam de internação para vigilância e monitoramento da evolução da doença.

“Estamos agindo rapidamente para atender às necessidades da comunidade, a ampliação dos leitos neste momento crítico é fundamental para garantir que tenhamos capacidade de atender a todos os pacientes afetados pela epidemia de dengue. Estamos agindo com determinação para assegurar que nenhum paciente fique sem o cuidado necessário durante essa situação desafiadora”, diz o presidente do IgesDF, Juracy Cavalcante Lacerda Jr..

É importante ressaltar que apenas pacientes regulados terão acesso aos leitos disponibilizados no HSol. A equipe médica e multiprofissional está capacitada e dedicada ao manejo dos pacientes com diagnóstico de dengue.

A ampliação dos leitos de internação é uma determinação do presidente do IgeDF, em consenso com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). Segundo o presidente, “o impacto desta medida é positivo para os pacientes que necessitam de internação em uma unidade hospitalar. Estamos preparados para uma ocupação de 100% dos leitos em menos de 24 horas”.

Desde as primeiras horas do dia, uma equipe especializada está avaliando e analisando os pacientes com perfil elegível para serem encaminhados à unidade de internação do HSol. Até o momento, o hospital já realizou 264 admissões e concedeu 235 altas, evidenciando o compromisso do HSol sob gestão do IgesDF com a saúde e o bem-estar da população durante esta epidemia de dengue.

*Com informações do Iges-DF

Em mais um importante passo para o enfrentamento das arboviroses e de conscientização sobre o aumento de casos de dengue no Brasil, o governo federal realiza uma mobilização nas escolas públicas do país contra o mosquito Aedes aegypti. O lançamento da iniciativa acontece nesta quarta-feira (21), na Escola Classe Juscelino Kubitschek, localizada na região do Sol Nascente (DF). Além de chamar e sensibilizar estados e municípios, a ação também faz parte da retomada do Programa Saúde na Escola, reestruturado em 2023 e marca a união de esforços dos Ministérios da Saúde e da Educação, ressaltando a urgência de combater o mosquito. Serão 20 semanas de atividades e engajamento das comunidades escolares. No âmbito do programa, 25 milhões de estudantes serão orientados em mais de 102 mil instituições públicas de ensino. 

Realizado durante a semana de abertura do calendário escolar das escolas públicas, o evento Brasil unido contra a dengue: combate ao mosquito nas escolas será aberto à comunidade local. Agentes de Combate às Endemias estarão presentes para demonstrar a importância da eliminação de focos do mosquito e reforçar seu papel de proteção junto à comunidade. Segundo o 3º Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) e o Levantamento de Índice Amostral (LIA) do Ministério da Saúde, 75% dos criadouros do mosquito da dengue estão nos domicílios, como em vasos e pratos de plantas, garrafas retornáveis, pingadeira, recipientes de degelo em geladeiras, bebedouros em geral, pequenas fontes ornamentais e materiais em depósitos de construção (sanitários estocados, canos e outros). 

Na última semana, o Ministério da Saúde ampliou para R$ 1,5 bilhão os recursos reservados para apoiar estados, municípios e o Distrito Federal no enfrentamento de emergências, como a alta de casos de dengue no país. Em 2023, a pasta já havia reservado R$ 256 milhões para esse fim. Também foi anunciada a aceleração da liberação de recursos para estados e municípios que decretarem emergência, seja por dengue, outras arboviroses ou situações que acometam a saúde pública. 

O Distrito Federal é a unidade da federação com maior número de casos por 100 mil habitantes. O Sol Nascente está entre as três regiões administrativas que lideram esse índice. No início do mês, o Ministério da Saúde iniciou pela capital federal a estratégia de vacinação contra a dengue em crianças de 10 a 11 anos. À medida que novos lotes forem entregues pelo laboratório fabricante, a aplicação de doses vai avançar progressivamente para contemplar todo o público-alvo inicial, de 10 a 14 anos, acordado entre os conselhos representantes dos secretários de saúde estaduais e municipais, seguindo a recomendação da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) e da Organização Mundial de Saúde (OMS). 

Durante o evento, as crianças serão vacinadas contra a dengue e com os demais imunizantes do calendário infantil. Um ponto de multivacinação estará disponível para reforçar a importância da aplicação de todas as vacinas recomendas, garantindo a proteção das crianças, grupo que registra alto índice de hospitalização em razão da dengue. O Ministério da Saúde reforça, no entanto, que a principal medida de prevenção é a eliminação dos criadouros do mosquito. Daí a importância de receber os Agentes de Combate a Endemias e Agentes Comunitários de Saúde, que vão ajudar a encontrar e eliminar possíveis criadouros. 

Programa Saúde na Escola

O Programa Saúde na Escola foi criado em 2007 e é resultado de uma parceria entre os Ministérios da Saúde e da Educação. As duas políticas voltadas às crianças, adolescentes, jovens e adultos da educação pública brasileira se unem para promover saúde e educação integral. É uma estratégia para o desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras, que busca melhorar a saúde dos educandos, reduzir a evasão escolar e a intermitência de frequência por problemas de saúde, além de reforçar os compromissos e pactos estabelecidos por ambos os setores. 

Em 2023, o governo federal ampliou políticas que não foram abordadas pela gestão anterior, retomando temáticas como prevenção de violências e acidentes, promoção da cultura de paz e direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva, além de prevenção de HIV/IST nas escolas. O Ministério da Saúde destinou mais de R$ 90 milhões para os municípios que aderiram ao PSE. O ciclo 2023/2024 alcançou recorde histórico de adesões, com 99% das cidades brasileiras habilitadas ao recebimento do recurso. 

Especificamente para a mobilização Brasil unido contra a dengue: combate ao mosquito nas escolas, ao longo dos próximos meses, as escolas vão realizar atividades lúdicas para sensibilização, com gincanas, teatros educativos, oficinas criativas, palestras, murais da prevenção e concursos para engajar crianças, adolescentes e jovens no combate à dengue. Adicionalmente, o programa vai divulgar guias educativos, podcasts, vídeos com participação das comunidades escolares e lives com especialistas para convocar toda a população no enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti. 

 

TEXTO: Ministério da Saúde

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) convoca 357 moradores do Sol Nascente a apresentarem a documentação necessária para processar a titulação de seus imóveis. A coleta começa em 4 de março, e a lista com os endereços está disponibilizada no edital.

Os convocados devem apresentar os documentos na Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol (SHSN VC 311 Trecho II, Sol Nascente/Pôr do Sol), das 9h às 12h e das 14h às 17h. Também é possível enviar pelo e-mail regularizasolnascente@codhab.df.gov.br ou aguardar visita domiciliar da Codhab. O prazo para envio é 29 de março.

Este é o primeiro passo para o procedimento de habilitação no Regulariza DF. Após a coleta da documentação, a companhia inicia a análise, conforme os critérios legais. Em seguida, os moradores habilitados serão contatados para receber todas as informações sobre a entrega das escrituras públicas. 

Acesse o edital completo. 

*Com informações da Codhab

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, nesta sexta-feira (9), a retomada do processo licitatório para a contratação de empresa responsável pela elaboração dos projetos de infraestrutura urbana no Pôr do Sol. A licitação havia sido suspensa por determinação do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) para ajustes no certame – previsto para 2 de abril, às 9h, no auditório da Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF).

À empresa vencedora caberá elaborar o projeto executivo de infraestrutura urbana na região. Os serviços abrangem a implantação e readequação de meios-fios, calçadas, vias e ciclovias, desenvolvimento de geometria/terraplenagem, pavimentação, drenagem pluvial  – redes e dispositivos como bocas de lobo, poços de visita, estruturas de lançamentos/dissipadores e lagoas/bacias de detenção  –, revisão/atualização de projetos existentes, sinalização viária, projeto de desvio de trânsito, plano de execução/ataque de obra, construção da matriz de riscos, paisagismo, supressão vegetal e recuperação florestal.

O Pôr do Sol receberá as melhorias que já estão sendo implantadas nos trechos 1, 2 e 3 do Sol Nascente. Essas intervenções são fundamentais para o desenvolvimento da região, facilitando o acesso da população a serviços básicos.

“As obras previstas para o Pôr do Sol, com certeza, farão uma grande diferença na qualidade de vida dos moradores, da mesma forma que está acontecendo no Sol Nascente”, ressalta o secretário de Obras, Luciano Carvalho. “Nosso compromisso é transformar de maneira positiva a realidade vivida pelos moradores em locais onde não há infraestrutura, proporcionando mais comodidade à população.”

Veja o edital.

*Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) lançou nesta terça-feira (6) o Painel de Transparência Passiva do DF. O novo endereço foi apresentado em reunião que contou com a participação de mais de 100 servidores de ouvidorias do GDF e tratam dos pedidos de acesso à informação. Os dados apresentados no Painel de Transparência Passiva (quando o cidadão procura informações junto ao governo) já estavam disponíveis no Portal da Transparência do DF.

A nova ferramenta, no entanto, foi elaborada para facilitar a visualização dos dados, mostrando, por exemplo, que em 2023 foram feitos 20.608 pedidos de acesso à informação só no GDF. E a média de prazo de resposta dos órgãos do GDF foi de nove dias, apesar do prazo legal poder chegar a até 30 dias.

Dentro do painel é possível saber também a quantidade de pedidos de acesso às informações do governo por ano e mês, por órgão ou entidade distrital, o tempo médio de respostas, o percentual de pedidos respondidos, se foram respondidos ou não. 

O controlador-geral do DF substituto, Breno Albuquerque, que fez a apresentação da nova ferramenta, enfatizou a importância do trabalho da Rede Sigo e destacou o lançamento do Painel de Transparência Passiva do DF como um avanço. “A partir de agora, os dados de pedidos feitos no Distrito Federal serão tornados públicos. Isso representa um passo significativo em direção à transparência, permitindo que a comunidade tenha respostas que moldam o funcionamento do nosso governo e, claro, reforçando a nossa credibilidade.”

Também é possível verificar se as respostas foram dadas fora do prazo, o número de usuários que escolheu a proteção da identidade e se a solicitação foi feita pela internet ou presencialmente. Informações sobre o atendimento ou não dos pedidos também são registradas e apresentados os quantitativos e motivos das negativas, quando existentes. No final do painel estão dados, com quantitativos, da pesquisa de satisfação.

Para a subcontroladora de Transparência e Controle Social da CGDF, Rejane Vaz, “o painel é uma ferramenta para o crescimento da transparência ativa, que visa proporcionar maior engajamento dos órgãos distritais e fortalecer o direito ao acesso à informação pelo cidadão. Esse é um importante canal aberto com a sociedade, pois vai assegurar a transparência dos dados do governo e o direito do cidadão a conhecer as ações do GDF”.

Texto: CGDF

Profissionais de saúde, com nível superior e médio, podem se voluntariar para atuar nas ações de combate à dengue no Distrito Federal. As inscrições foram abertas nesta segunda-feira (5) e podem ser feitas por meio deste formulário online. As vagas são destinadas a médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, entre outras carreiras da área de saúde. 

A atividade se dará em caráter espontâneo, sem remuneração e sem vínculo funcional ou empregatício. O voluntário escolhe o dia e o horário em que poderá ajudar dentro das unidades básicas de saúde (UBSs) e/ou das nove tendas de hidratação espalhadas pela capital.

Não há prazo para o término das inscrições, que ficarão disponíveis até a sazonalidade da dengue no DF amenizar. A seletiva será feita pela Secretaria de Saúde (SES-DF), por meio da Coordenação de Atenção Primária à Saúde (Coaps), em parceria com as coordenações de voluntariado das regiões de Saúde e o apoio da Gerência de Voluntariado (Gevol) da pasta. As equipes convocarão os selecionados para a entrega de documentos comprobatórios, via e-mail. O início do trabalho voluntário é imediato, após assinatura do termo de adesão ao serviço.

Serviço voluntário na Saúde

Atualmente, há cerca de 1,5 mil voluntários cadastrados no programa de voluntariado atuando na rede. A SES-DF possui dois programas nesse sentido. O Voluntariado Profissional é destinado a pessoas com formação profissional na área em que pretendem atuar e registro profissional no conselho de classe (quando a profissão tiver). 

Já o Voluntariado Social se dá por meio de acordos de cooperação com organizações da sociedade civil (OSCs) e/ou pessoas físicas,  ou ainda por projetos desenvolvidos diretamente pelas unidades de saúde.

Atendimento ampliado

As tendas da dengue são apoio extra de assistência a pacientes com suspeita ou casos confirmados da doença. Os espaços são indicados para pessoas que apresentem sintomas leves, como dor de cabeça e no corpo, prostração, febre, manchas vermelhas na pele e dor atrás dos olhos. Nos locais, estão disponíveis testes rápidos de dengue, pontos de hidratação intravenosa e informações gerais sobre o combate ao mosquito.

Nove regiões administrativas receberam as tendas: Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Brazlândia, Estrutural, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião e Sobradinho. O horário de funcionamento das estruturas montadas pelo GDF – que ficarão disponíveis pelos próximos 45 dias, com a possibilidade de prorrogação, caso haja necessidade – é de domingo a domingo, das 7h às 19h.

As UBSs também atendem a demanda relacionada a dengue. Várias unidades estão com horário estendido até as 22h, e outras ofertam assistência também aos domingos. Veja a lista completa das unidades no site da SES-DF.

*Com informações da Secretaria de Saúde 

Em uma iniciativa conjunta da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e da Secretaria Executiva das Cidades, vinculada à Secretaria de Governo (Segov), ocorreu na última semana uma reunião com todos os administradores regionais. O encontro teve como foco principal a execução de contratos para o recolhimento de resíduos verdes em todas as cidades do Distrito Federal.

O encontro, presidido pelo Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap, destacou a importância da manutenção e zeladoria urbana, especialmente no contexto atual de combate ao avanço da dengue. O acúmulo de resíduos verdes, como folhas, galhos e outros detritos orgânicos, tem sido uma preocupação crescente, não apenas pela questão ambiental, mas também pela saúde pública, dado o potencial desses acúmulos em obstruir bueiros e bocas de lobo, contribuindo para enchentes e proliferação de mosquitos vetores de doenças.

Já está em atuação o serviço de recolhimento desses resíduos. Segundo os termos apresentados, os detritos recolhidos serão processados por meio de trituração e, posteriormente, transportados para o Viveiro II da Novacap, onde serão utilizados no processo de compostagem. Este composto será empregado no enriquecimento dos canteiros ornamentais, na preparação de mudas e na doação a pequenos produtores rurais.

“Esse novo serviço apresentado pela Novacap é muito importante para a zeladoria da cidade. Com a coleta regular do lixo orgânico pelo SLU, faltava uma solução para os resíduos de podas e árvores caídas. Este é um eficiente serviço que elevará o atendimento às necessidades da população”, destaca o administrador regional do Itapoã, Dilson Bulhões.

A expectativa é de que essa ação conjunta, em parceria com as administrações regionais, melhore a qualidade ambiental nas regiões e também fortaleça as medidas preventivas contra a dengue e outros problemas relacionados à má gestão de resíduos verdes.

*Com informações da Novacap

Diante da necessidade de prevenir e acabar com a proliferação da dengue, todas as demandas recebidas via Ouvidoria relacionadas a este assunto passam a ser gerenciadas e tratadas de maneira emergencial. A medida foi publicada pela Secretaria DF Legal na edição desta quinta (25) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Os trabalhos serão coordenados pela Subsecretaria de Fiscalização de Resíduos Sólidos (Sufir) em conjunto com a Secretaria-Executiva de Inteligência e Compliance (Seint), mas as ações não se restringem às duas. As subsecretarias que fiscalizam obras e atividades econômicas também estão envolvidas. No auxílio ao combate à dengue, a pasta pode fiscalizar  lotes sujos, descarte irregular de entulho e resíduos domésticos, além de água servida, que é a água suja usada em residências e despejada em via pública. 

Força-tarefa

“São ações que já eram realizadas, e vamos dar continuidade, além de intensificar”, reforça o titular da Sufir, Edmilson Cruz. “Contamos com a ajuda de todos para que possamos notificar e multar aqueles que ainda não se conscientizaram da gravidade que tem sido a dengue na capital”. A população pode colaborar, enviando denúncias para o telefone 162, da Ouvidoria, ou diretamente, no site Participa DF. 

Só no primeiro dia da força-tarefa, que contemplou Ceilândia, Brazlândia, Sobradinho e Riacho Fundo,  o SLU e a Novacap recolheram mais de 100 caminhões de resíduos, entulhos e 2.770 pneus. Também foram lavradas notificações e aplicadas quatro multas que, somadas, ultrapassam os R$ 60 mil. 

Vistorias

A criação da força-tarefa é uma continuidade do trabalho já feito pela DF Legal em toda a capital. Em relação ao descarte irregular de resíduos da construção civil e volumosos, em 2023, foram efetuadas 11.940 vistorias, aplicadas 1.745 notificações e lavradas 216 multas. Já em resíduos sólidos domiciliares, ainda no ano passado, a DF Legal fez 5.782 vistorias e aplicou 1.452 notificações e lavrou 24 multas.

No caso de lotes vazios, a pasta verifica se os espaços estão nas condições ideais, sem acúmulo de lixo, com a grama ou mato cortados, a fim de evitar proliferação de insetos peçonhentos e acúmulo de água parada. Nessa categoria, durante o ano passado foram feitas 2.058 vistorias, 275 notificações e 11 multas.

*Com informações da DF Legal

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) entrará no enfrentamento à dengue. A instituição promoverá ações para conscientizar a população sobre formas de combater a proliferação e eliminar criadouros do mosquito. O primeiro evento itinerante ocorreu nesta quarta-feira (24), na Administração Regional do Sol Nascente, com a carreta da DPDF. O próximo será sábado (27), das 9h às 12h, durante a 18ª edição do projeto GDF Mais Perto do Cidadão, no espaço Céu das Artes (Avenida Recanto das Emas, Quadra 113, Área Especial 1, Lote 9), no Recanto das Emas. A segunda unidade móvel de atendimento itinerante da instituição será apresentada na ocasião.

Além de ações que contarão com a presença das unidades móveis, todos os núcleos de assistência jurídica (NAJs) da DPDF atuarão como pontos de distribuição de cartilhas de conscientização sobre a temática. A Central de Relacionamento com os Cidadãos (CRC) também prestará orientações aos que entrarem em contato por meio do número 129. O serviço é gratuito e funciona em dias úteis, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h25 e das 13h15 às 16h55.

Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, a prevenção e o controle eficazes exigem uma abordagem coordenada e a participação ativa de diversos setores da sociedade. “A colaboração entre instituições e órgãos do governo local é uma forma de maximizar os recursos disponíveis e reduzir os números da doença no Distrito Federal. Essa atuação é crucial no combate à dengue, permitindo a implementação de estratégias abrangentes de prevenção, controle e educação pública. A parceria terá um impacto positivo na redução dos casos”, analisou.

*Com informações da Defensoria Pública do DF

Novo boletim epidemiológico de dengue no Distrito Federal, com dados até 20 de janeiro, mostram um total de 16.079 casos prováveis notificados, um aumento de 646,5% frente ao mesmo período do ano passado. Até o momento, Ceilândia aparece como a região administrativa com maior incidência (3.963 casos), seguida por Sol Nascente/Pôr do Sol (1.110), Brazlândia (1.045) e Samambaia (997). Mais um óbito por dengue foi confirmado, totalizando três em 2024.

Em paralelo, aumentam também os números de acolhimento à população: em apenas três dias, de 20 a 22 de janeiro, ocorreram 7.569 atendimentos em unidades básicas de saúde (UBSs) e nas tendas montadas junto a nove administrações regionais. Desse total, 3.678 foram nas tendas e 3.891 nas UBSs. Mais de duas mil pessoas receberam hidratação venosa – o primeiro tratamento para a dengue.

“A população está procurando tenda e UBS no momento certo”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A gestora lembra ainda que, da rede de 176 UBSs disponíveis, 11 funcionam de segunda a sexta-feira em horário ampliado, das 7h às 22h; 52 abrem aos sábados, das 7h às 12h; e cinco estão em funcionamento aos sábados e domingos, das 7h às 19h. A lista com endereços está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES).

As tendas e as UBSs são indicadas a pacientes que estejam com sintomas leves da dengue, como dor de cabeça e no corpo, prostração, febre, manchas vermelhas na pele e dor atrás dos olhos. Já os hospitais e as unidades de pronto atendimento (UPAs) são voltados a quem tem sinais de alarme, como dor abdominal intensa e contínua, náusea, vômitos persistentes e sangramento de mucosas, entre outros indicativos.

A Secretaria de Saúde trabalha com planejamento para acionar os recursos necessários, conforme a necessidade do período. Nesta terça-feira (23), por exemplo, uma das ações é elevar o giro de leitos nos hospitais para garantir reservas a eventuais casos graves. “Em todas as tendas, temos uma unidade de resgate do Corpo de Bombeiros que faz a remoção do paciente até o hospital, se houver necessidade de internação”, explica a gestora de Saúde.

Os insumos, garante a secretária, estão garantidos. Na rede, há disponibilidade de cerca de 76,8 mil testes e mais 180 mil estão em aquisição. O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) atingiu a marca de 500 testes processados por dia. Já estoques de medicamentos e materiais, como sais de reidratação, foram foco de um contrato de R$ 20 milhões com o Consórcio Brasil Central para assegurar o fornecimento na rede pública do DF.

Avançam também as ações de Vigilância Ambiental para combater as larvas do Aedes aegypti, e do fumacê, voltado aos mosquitos já adultos, sempre com aplicação das 4h às 6h e das 17h às 19h.

*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

Toda vez que a aposentada Maria do Rosário Ferreira, 66 anos, escuta o barulho do carro do fumacê, ela corre para a garagem e abre o portão. Moradora da Chácara Nossa Senhora Aparecida, no Sol Nascente, ela entende a importância do empenho da população na luta contra o Aedes aegypti. “É sempre assim: eu abro o portão e a fumaça entra na casa toda, vai até o quintal, matando o mosquito”, diz. “Faço a minha parte, não tem água parada aqui e é tudo limpo”, salienta.‌

A exemplo de Maria do Rosário, os moradores de outras regiões do Distrito Federal devem ficar atentos à passagem dos veículos de aplicação móvel do inseticida, que estão na linha de frente do combate à dengue. Neste início de ano, o Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou a aplicação do fumacê, uma das principais estratégias para reduzir a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika vírus, chikungunya e febre amarela.

Na última semana, entre os dias 15 e 20 de janeiro, a aplicação móvel do inseticida percorreu 11 regiões administrativas. A partir dessa segunda-feira (22), o cronograma dos veículos prevê a aplicação em pelo menos 23 cidades: Arapoanga, Arniqueira, Plano Piloto, Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Estrutural, Gama, Guará, Guará II, Lago Norte, Lago Sul, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Sobradinho II, Sudoeste, Taguatinga e Vicente Pires.

A população pode conferir as rotas do fumacê pelas regiões do Distrito Federal todos os dias na Agência Brasília.

“Esse serviço serve para eliminar o máximo possível das fêmeas infectadas, cortando a transmissão do vírus. Fazemos um raio de 2 km a partir do local em que foram registrados casos de dengue para fazer o cerco contra o mosquito”, explica o coordenador de controle químico e biológico da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde do DF, Reginaldo Braga.

Segundo o agente, a aplicação ocorre preferencialmente das 4h às 6h e das 17h às 19h e não é feita quando está chovendo, uma vez que a precipitação impede a circulação da fumaça. “É preconizado pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde que é na mudança de clima, do quente para o frio e do frio para o quente que a fêmea sai do repouso dentro dos lares para fazer o repasse do sangue no raio de 500 metros. Ou seja, são nesses horários que precisamos atuar para impedir a circulação dela”, esclarece Braga.

População de portas abertas

Na rua de Maria do Rosário, todo mundo está de olho nos hábitos dos vizinhos que podem comprometer a saúde da comunidade. A dona de casa Zenaide da Silva, 60, conta que observa se tem lixo e água acumulados nas casas, para evitar os focos do mosquito, mas ainda assim pegou a doença. “A dengue é muito dolorosa e pode até matar as pessoas. Eu cuido da minha casa e já teve vezes em que varri a rua toda. Mas todo mundo precisa ajudar. O mosquito sai voando e pica todo mundo”, pontua.

O motorista Amaury Figueiredo, 55, é outro vizinho aliado do combate ao Aedes aegypti. “O carro do fumacê é muito importante para proteger a gente porque muitas pessoas já pegaram dengue esse ano”, relata. “Na minha casa, a gente cuida muito da água encostada, não deixa pneus e nem vasilhas com água. Sempre pergunto para os meus vizinhos como está na casa deles porque é um mosquito. Ele não vem só na casa de um, vai na casa de todo mundo”, enfatiza.

Ações de combate

Além do fumacê, outras ações de combate foram adotadas pelo GDF, tais como o manejo ambiental, o controle químico, as inspeções dos agentes de vigilância a residências e o investimento em novas tecnologias, como as armadilhas ovitrampas.

‌A Secretaria de Saúde elaborou também o Plano para Enfrentamento da Dengue e outras Arboviroses para os anos de 2024 a 2027. O intuito é maximizar as ações no combate às doenças, reduzir casos e mortes decorrentes de dengue, diminuir o tempo de resposta do enfrentamento e minimizar as dificuldades decorrentes da sazonalidade, assim como os riscos de epidemia. As ações contam com a articulação e apoio de outros órgãos do GDF.

Também foram implantadas tendas de acolhimento ao lado das administrações regionais das cidades com maior incidência da doença atualmente. O serviço está disponível desde o último sábado (20), das 7h às 19h, em Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Samambaia, Sobradinho, São Sebastião, Estrutural, Recanto das Emas, Brazlândia e Santa Maria. Nos locais são oferecidos testes rápidos de dengue, acolhimento de pessoas com sintomas e hidratação dos pacientes com a doença, além de informações sobre combate ao mosquito, descarte correto de lixo e espaço para denúncias de locais com possíveis focos.

‌Atendimento

Cidadãos com sintomas de dengue devem procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima, diante dos primeiros sintomas da doença, como febre alta (acima de 38ºC), dores no corpo, nas articulações, atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, cefaleias e possíveis manchas vermelhas pelo corpo. Caso os sintomas apresentados sejam graves – dores intensas na barriga, vômitos persistentes, sangramentos no nariz, na boca ou nas fezes, tontura e cansaço extremo –, a orientação é procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPAs).

Todas as 175 UBSs estão na linha de frente dos casos suspeitos, com unidades abertas aos sábados, das 7h às 12h ou das 7h às 19h, e outras 11 com horário ampliado de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h. Veja aqui o endereço de cada unidade e os horários de atendimento.

 

O Departamento de Trânsito (Detran-DF) iniciou a renovação completa da sinalização horizontal do Distrito Federal. O investimento no serviço é de cerca de R$ 60 milhões e utiliza empresas contratadas na última licitação realizada pelo órgão.

Os trabalhos começaram no início de janeiro com serviços de pintura de faixa de pedestres e outras sinalizações como eixo de via, setas e faixas de retenção. Ceilândia foi a primeira região a receber os serviços que seguem, neste primeiro momento, em Taguatinga, Samambaia e Sol Nascente. No total, já foram 50 faixas pintadas e 2.524 metros de pinturas das demais sinalizações.

O órgão também implantou 91 placas, substituiu outras 38, instalou 24 balizadores e 73 postes de sinalização, além de pintar 13 lombadas em Sobradinho II.

O diretor-geral do Detran, Takane Kiyotsuka do Nascimento, explica que já existia um contrato, mas as empresas não estavam executando. Logo, o departamento entrou com um certame licitatório para continuar os serviços. Os contratos possuem vigência de 30 meses e são divididos em três lotes: o primeiro, da empresa S N Sinalizadora, de R$ 30.099.934,94; o segundo, da Sinape, de R$ 20.786.107,95; e o terceiro, da Novo Rumo, no valor de R$ 9.990.467,48.

Influência climática

Takane afirma que as chuvas prejudicam a execução das pinturas e que agora, com o veranico dos últimos dias, o trabalho pode ser retomado e todo o maquinário está na rua.

O diretor-geral do Detran destaca a importância do serviço para a segurança da população, com a melhora da visibilidade de lombadas, por exemplo, para veículos e pedestres – que pode evitar acidentes, especialmente no período noturno. “A manutenção de vias e sinalização é de extrema importância, porque muitas estavam sujas e outras perderam a pintura. É um serviço contínuo, que só sofre hiatos no período chuvoso, mas visa a segurança da população que utiliza as faixas, desde crianças até idosos. E também é necessário uma delimitação para que os espaços públicos não se tornem um caos”, observa.

Texto: Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Carolina Lobo

O aumento expressivo nas notificações de casos prováveis de dengue levou o Governo do Distrito Federal (GDF) a tomar uma série de medidas para dar suporte aos pacientes com suspeita da doença.

Sob coordenação da Secretaria de Saúde (SES-DF), a Caesb firmou parceria para instalação de tendas de hidratação nas nove regiões administrativas (RAs), de maneira que as pessoas com sintomas de dengue, zika e chikungunya possam buscar atendimento mais rápido em locais próximos às suas residências, recorrendo aos hospitais somente em casos mais graves.

O principal tratamento para aliviar os sintomas da dengue é a prescrição de remédios antitérmicos, o repouso e a ingestão de líquidos. Por esses motivos, a Caesb providenciou a instalação de unidades fixas de caixas-d´água potável nas tendas localizadas nos edifícios-sede das administrações regionais de Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Recanto das Emas, Samambaia, SCIA/Estrutural, Santa Maria, São Sebastião e Sobradinho. Os locais foram escolhidos em razão da quantidade de casos prováveis de dengue.

“Sabemos de nosso papel de levar saúde pública a quem mais precisa”, afirma o presidente da Caesb, Luís Antônio Reis. “Vamos apoiar todas as medidas necessárias para garantir que a população das áreas mais vulneráveis seja atendida com dignidade e cuidado. A Caesb sempre irá aonde for necessário.”

Também participam das medidas de combate à dengue o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), a Defesa Civil, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

Casos prováveis

O novo Boletim Epidemiológico da SES-DF registra 5.275 casos prováveis de dengue entre os dias 7 e 13 deste mês. Desde o início do ano, foram 7.329 casos prováveis notificados, um aumento de 435% em relação ao mesmo período de 2023, quando os registros chegaram a 1.370. Até o dia 16, haviam sido confirmados dois óbitos por dengue no DF.

As tendas oferecerão tratamento para casos leves de dengue, com hidratação, além de oferta de testagem e orientações para enfrentar os sintomas. Os espaços vão funcionar diariamente das 7h às 19h. 

Sintomas

Os principais sintomas de dengue são febre alta maior do que 38°C, dor no corpo e nas articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar e fraqueza, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. Quem passar por alguma dessas situações deve procurar as tendas. 

Se os sintomas durarem mais do que sete dias ou ficarem mais fortes – apresentando dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas –, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de pronto atendimento (UPA) ou os hospitais da rede.

 A prevenção é a medida mais eficaz para prevenir a proliferação do mosquito da dengue, principalmente nos meses mais chuvosos no DF, entre novembro e maio. Outra orientação importante é não deixar a água acumular em garrafas, potes vazios e pneus que possam servir como depósito de ovos do mosquito. Coloque areia nos vasos de plantas e instale telas e mosquiteiros.

Confira os endereços das tendas de hidratação

*Com informações da Caesb

Texto: Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

O descarte irregular de lixo e entulho em locais inadequados prejudica toda a população e favorece a proliferação do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, especialmente durante o período chuvoso. Para combater essa prática e reduzir os casos crescentes da doença na capital federal, o Governo do Distrito Federal (GDF) vai aplicar multas a quem joga lixo nas ruas de maneira inadequada.

Agentes da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) estão nas ruas fiscalizando pontos de despejo irregular, lotes sujos e até mesmo quem coloca lixo orgânico fora do dia e horário predeterminado pela coleta do SLU. Essa ação, que já faz parte das atribuições da pasta, está sendo intensificada devido ao aumento de casos de dengue, pois a fiscalização pode ajudar a conter a proliferação da doença.

Diariamente, equipes das administrações regionais e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) também percorrem as ruas do DF coletando lixo e entulho descartados de forma irregular. Contudo, sem a conscientização da população, esse trabalho se torna ineficaz. O descarte inadequado de resíduos nas vias públicas acaba resultando no acúmulo de água das chuvas, formando criadouros para o mosquito da dengue.

As punições para aqueles que insistem em jogar lixo nas ruas variam de notificações a multas que vão de R$ 2.799 até dez vezes esse valor, ou seja, R$ 27.799. “As pessoas que descartam resíduos da construção civil em áreas públicas são multadas diretamente, sendo que o valor da multa varia de acordo com a quantidade do material. Em relação a entulhos em frente às casas ou em lotes vazios, os moradores são notificados para remover em um prazo de cinco dias, e em caso de descumprimento, a multa é aplicada”, explica o subsecretário de Fiscalização de Resíduos Sólidos, Edmilson Cruz. “Já aqueles que descartam o lixo doméstico fora dos horários de coleta, são notificados para recolher imediatamente e orientada a somente descartar no horário determinado pelo SLU”.

Números de 2023

Em 2023, a DF Legal realizou quase 20 mil vistorias entre trabalhos de campos diários e atendendo demandas de denúncias da população. O trabalho de fiscalização ocorre em áreas públicas por todo DF que acabam sendo alvo de desmatamento e se tornam lixões clandestinos. Também já foram feitas campanhas em locais mapeados, para lavratura de multas em flagrante.

De acordo com a pasta, em relação ao descarte irregular de resíduos da construção civil e volumosos, foram efetuadas 11.940 vistorias, aplicadas 1.745 notificações e lavradas 216 multas.

A DF Legal fiscaliza também o descarte irregular de resíduos sólidos domiciliares. Em 2023, o órgão fez 5.782 vistorias desse tipo, aplicou 1.452 notificações e lavrou 24 multas. “Nesses casos, contamos com as denúncias da população via Ouvidoria. Entre as situações observadas pelos auditores para esse tipo de infração estão o correto acondicionamento dos sacos de lixo e se esse resíduo é colocado no dia e horário corretos para a coleta feita pelo SLU”, salienta Edmilson Cruz.

Nos casos de lotes vazios, a DF Legal verifica se os espaços estão nas condições ideais, sem acúmulo de lixo, com a grama cortada, cercados e com a calçada em frente bem-cuidada. Nessa categoria, durante o ano passado foram feitas 2.058 vistorias, 275 notificações e 11 multas.

A pasta também é a responsável pela vistoria de escoamento de água suja em endereços ou vias públicas, como de tanque, fossa, lavagem de casa, entre outras. A iniciativa é uma forma de combate à dengue. Em 2023 foram 927 relatórios, 134 notificações e 20 multas.

Ajude o GDF no combate à dengue

Encontrou resíduos descartados em áreas públicas próximas à sua casa? Você pode fazer uma denúncia pela Ouvidoria do GDF. Basta registrar a ocorrência no Disque 162 ou pelo site Participa DF. Não se esqueça de incluir o endereço completo e, se possível, anexar fotos do local.

Texto:  Josiane Borges, da Agência Brasília | Edição: Igor Silveira

O Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou, nesta quinta-feira (18), novas medidas de reforço ao enfrentamento da dengue. O objetivo é combater o mosquito transmissor da doença, Aedes aegypti, e garantir o atendimento rápido de pessoas sintomáticas. A capital tem 5.096 casos prováveis da doença, o que representa um aumento de 435% em relação ao ano passado, quando o DF despontou como a unidade da Federação com o menor número de ocorrências.

“A questão da dengue é um fator que nos preocupa; por isso, além do que já está sendo feito pelo governo, estamos tomando novas medidas para trazer esse atendimento e levar essa presença do Estado para mais perto do cidadão”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha. 

A primeira novidade é a implantação de tendas instaladas ao lado das administrações regionais para ampliar os locais de acolhimento. Serão beneficiadas as cidades de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Samambaia, Sobradinho, São Sebastião, Estrutural, Recanto das Emas, Brazlândia e Santa Maria. As regiões foram escolhidas por apresentarem maior incidência da doença hoje no DF, com registro de 54 locais de descarte irregular.

Tendas

As tendas funcionarão a partir deste sábado (20), das 7h às 19h, durante 45 dias. Os locais oferecerão testes rápidos de dengue, acolhimento de pessoas com sintomas e hidratação dos pacientes com a doença, além de informações sobre combate ao mosquito, descarte correto de lixo e espaço para denúncias de locais com possíveis focos.

Participam dessa ação profissionais da Saúde, da Defesa Civil, da Novacap, do SLU, do Corpo de Bombeiros Militar do DF e da Polícia Militar. Também haverá suporte de viaturas para transporte de pacientes, em caso de necessidade.

Paralelamente serão montadas 14 barracas da Defesa Civil. Seis ficarão em locais fixos, enquanto oito serão itinerantes. Toda a equipe do órgão estará voltada para o combate à dengue, com 20 servidores disponíveis diariamente para visitação, instrução de multiplicadores e disponibilização de quatro drones para sobrevoo e verificação de focos de dengue no DF.

Reforço no acolhimento

As tendas se somam ao acolhimento nas unidades básicas de saúde (UBSs). Hoje, todas as 178 UBSs estão na linha de frente dos casos suspeitos, sendo que 60 unidades estão funcionando também aos sábados e 11 tiveram o horário estendido até as 22h. 

“O DF está pronto para essa emergência”, assegurou a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. “Temos insumos, vigilância epidemiológica e um corpo unido para o enfrentamento. Quarenta por cento da Saúde da Família está direcionada para a demanda espontânea nas UBSs. Também contratamos 79 agentes de vigilância ambiental que se somam aos 366 já existentes. São trabalhadores de 40 horas fazendo visitas e detecção de focos.”

Iniciada na semana passada em Ceilândia, no P Sul, a campanha Dia D de Combate à Dengue segue neste sábado em Samambaia. Com a UBS 12 como ponto de apoio, a ação envolverá agentes comunitários, agentes de vigilância ambiental, bombeiros e policiais com visita às residências, enquanto equipes do SLU farão retirada de resíduos sólidos.

A Polícia Militar do DF vai reforçar as equipes de atuação de visitas, com policiais auxiliando na identificação de focos do mosquito Aedes aegypti e garantindo a segurança dos agentes de vigilância. Já o Corpo de Bombeiros participa desde a semana passada com 50 militares. A corporação cedeu um total de 300 bombeiros para o enfrentamento como um todo.

Diagnóstico e erradicação de focos

Também será feita a intensificação da testagem. O DF conta com 120 mil testes rápidos de dengue e está em processo de aquisição de novos. Em média, estão sendo realizados cerca de 600 testes por dia. 

“O que nós precisamos enfatizar é a ampliação do acesso, manter os profissionais acolhendo, hidratando os pacientes e dando diagnóstico precoce”, pontuou a secretária de Saúde. “Os cuidados imediatos fazem toda a diferença no curso da doença. Ao sentir dor de cabeça, febre, mal-estar e fadiga, a orientação é procurar a UBS mais próxima ou uma das nove tendas.”

Para combater o vetor dessa doença, cada região administrativa terá uma viatura permanente aplicando inseticida de ultrabaixo volume (UBV). As ações de fumacê ocorrem preferencialmente das 4h às 6h e das 17h às 19h. 

“Os inseticidas utilizados têm selo de segurança”, detalhou Lucilene Florêncio. “Nós temos toda uma estratégia de velocidade do carro e horário de passagem. É necessário que as casas estejam com as janelas abertas. Não temos registro de intoxicações. Estamos querendo atacar apenas o mosquito.”

Descarte correto do lixo

As mesmas regiões administrativas beneficiadas com as tendas de atendimento terão serviço de erradicação de espaços de descarte de lixo. O SLU e a Novacap farão primeiro o recolhimento de entulho e lixo, depois o plantio de mudas e a instalação de cercas e placas informativas. 

“O que nos resta é pedir a colaboração da população”, defendeu o diretor-presidente do SLU, Silvio de Morais. “A dengue está assolando nossa cidade, e a gente sabe que o lixo atrai o mosquito.”

Com a participação de 5 mil garis, a ação contará com 500 equipamentos do SLU, 250 profissionais da Novacap e 223 máquinas da autarquia. Qualquer cidadão pode denunciar um “lixão a céu aberto” pelo número 162.

Ainda para combater o descarte irregular, a Novacap inicia na segunda-feira (22) o recolhimento de lixo verde no DF. O serviço é voltado para a retirada de galhos e pedaços de árvores. Serão 120 profissionais de 20 máquinas atuando nesse serviço. O material será triturado, destinado a compostagem e utilizado posteriormente no plantio de mudas.

Outras ações

Estão sendo investidos R$ 5 milhões na campanha de conscientização que começa a ser veiculada no fim de semana. As cidades também terão carros de som chamando a atenção e alertando para o combate à dengue, bem como viaturas dos bombeiros com sinais sonoros. 

“A ideia é a nossa presença maciça e ostensiva do Estado nessas regiões para facilitar o atendimento e ajudar a combater a dengue, para que possamos melhorar o nosso atendimento médico à população”, lembrou o secretário-chefe da Casa Civil.

Outra medida é a criação de um telefone para dúvidas e denúncias envolvendo o tema: o canal 199. O número é da Defesa Civil, com atendimento dos bombeiros da Central de Operação.

O governo anunciou ainda que vai reformular o Comitê de Combate à Dengue, criado em caráter permanente  desde 2019. Sob coordenação da Casa Civil, o grupo terá mudanças para garantir mais efetividade e dar uma resposta mais rápida à crise.

Além disso, o GDF acionou, na semana passada, o Ministério da Saúde em razão do elevado número de casos de dengue, solicitando o adiantamento da aplicação da vacina contra a doença para o grupo de 6 a 16 anos. O governo federal não divulgou a data de início da campanha.

Confira, abaixo, as medidas adotadas pelo GDF para enfrentamento à dengue.

→ Ampliação do atendimento nas UBSs: 60 funcionando aos sábados e 11 com horário estendido

→ Contratação de 79 agentes de vigilância ambiental

→ Instalação de tendas de acolhimento em nove regiões administrativas

→ 14 barracas da Defesa Civil atuando de forma itinerante

→ Passagem de viatura de fumacê em todas as regiões administrativas

→ Erradicação de 54 espaços de descarte irregular de lixo

→ Criação do canal 199, para dúvidas e denúncias sobre o tema

→ Reformulação do Comitê de Combate à Dengue

→ Realização da campanha Dia D de Combate à Dengue

→ Ampliação da testagem rápida para diagnóstico precoce

→ Novo contrato para recolhimento de lixo verde no DF

→ Investimento de R$ 5 milhões em campanhas de conscientização e informativas.

 

Quinze mulheres começaram a escrever uma nova página em suas vidas nesta segunda-feira (15). O grupo teve a primeira aula do curso de corte e costura realizado no Sol Nascente pelo projeto Flores do Cerrado. A programação segue até 9 de fevereiro e inclui desde conceitos básicos, como ajustes de zíperes e barras de calça, a técnicas mais avançadas, como upcycling (reutilização de roupas) e bordado.

As aulas ocorrem de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, no Ponto de Cultura Economia Solidária, situado no Condomínio Gênesis do Sol Nascente. No espaço, as alunas contam com máquinas de costura modernas e material para reparos e customização de peças. Também há uma sala para recreação infantil, em que os filhos das participantes podem brincar enquanto as mães aprendem um novo ofício.

‌Essa é a primeira experiência da dona de casa Maria de Jesus Gomes, 44 anos, com corte e costura. “Minha vontade é aprender, né? Só sei fazer o básico, com linha e agulha. Uns pontinhos para consertar roupa, e nada mais. Quero sair daqui sabendo de tudo e me tornar uma ótima costureira”, almeja. “Na idade em que estou, essa oportunidade é muito boa. É uma forma de conseguir uma renda que não tenho hoje, mas que vai me ajudar muito mesmo”, comenta Maria.

A dona de casa Anirene Andrade, 47, compartilha da animação. Ela espera aperfeiçoar as técnicas que aprendeu em um curso feito na Fábrica Social em 2015. “Aqui, espero aprender a mexer com feltro, com bordado… Quero aprender a fazer essas coisinhas pra poder oferecer meus serviços lá perto de casa, para conseguir uma renda extra”, diz ela, que, em 2022, participou do Renova-DF.

A coordenadora do curso e designer de moda, Juliana Gomes, explica que o objetivo do curso é mostrar os caminhos rentáveis por meio do corte e costura. Segundo ela, as alunas poderão criar peças únicas e com maior valor agregado. “Primeiro, vamos passar como apertar uma calça, arrumar um zíper. Depois, vamos focar na reutilização de tecidos, ensinando a transformar matérias já usadas em novas roupas, como bolsas, xuxinhas de cabelo, e, por fim, vamos ensinar bordado básico. No final, vamos ter um projeto que integra todas essas técnicas e que pode ser vendido pelas alunas”, afirma.

O projeto

O Flores do Cerrado surgiu em 2020 e é desenvolvido pela Comissão Especial de Direitos Humanos e Cidadania (CEDHuC), por meio de termo de fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). Na primeira edição, cerca de 150 mulheres foram capacitadas nas regiões do Varjão, Riacho Fundo II, Estrutural e Sol Nascente.

‌“Esse projeto é de fundamental importância na promoção da inclusão e educação com apoio da cultura”, destaca o titular de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes. “O objetivo é que mulheres de baixa renda possam ter uma formação, e começar o ano com novas oportunidades. Estamos comprometidos com mais qualidade de vida para todos”, afirma.

Segundo o idealizador do Flores do Cerrado, Fábio Barrera, as alunas do primeiro ciclo alcançaram bons resultados nas vendas de sacolas de mercado. “Agora, as meninas farão xuxinhas, bolsas, ecobags e o que mais sentirem vontade”, pontua. “O projeto surgiu na pandemia, em que vimos que muitas mulheres suportavam abusos, a violência doméstica, por não terem como se sustentar e sustentar os filhos. Então, começamos a levar o conhecimento em corte e costura, que pode virar renda, para mulheres em vulnerabilidade social para tentar mudar essa realidade”, conta.

‌No dia 17 de fevereiro, começam as aulas na Chácara Santa Luzia, na Estrutural. O link para inscrição será divulgado no Instagram @floresdocerrado.df.

Texto: Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Igor Silveira

Imunização, testes rápidos de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e orientações gerais de saúde. Esses são os serviços oferecidos pelo Carro da Vacina, uma iniciativa da Secretaria de Saúde (SES-DF). No último sábado (13), o projeto da Superintendência de Saúde da Região Oeste – que engloba Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente/Pôr do Sol – alcançou a 100ª edição na força-tarefa de combate à dengue, realizada no Setor P Sul de Ceilândia.

Com um total de 150 atendimentos realizados e 183 vacinas aplicadas, a ação contou com um automóvel que percorreu vários setores da região levando imunizantes contra a covid-19 e vacinas de rotina. De acordo com o coordenador do Carro da Vacina, Henrique Queiroz, o veículo é uma forma de intensificar as ações de busca ativa, para ampliar a cobertura vacinal da população. “O propósito do Carro da Vacina é ampliar a cobertura vacinal da comunidade de forma que viabilize mais um instrumento da secretaria na Atenção Primária à Saúde”, disse.

A pasta planeja não apenas manter a disponibilidade de imunizantes contra a covid-19 e outros do calendário de rotina, mas também incluir no veículo a vacina contra a dengue. “Já começamos a organizar os possíveis procedimentos a serem realizados com a chegada da vacina contra a dengue e a expectativa é que consigamos receber as doses o mais rápido possível para vacinar o nosso povo”, afirma a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (APS), Sandra Araújo.

O projeto

Criado inicialmente para apoiar na campanha contra a covid-19, o projeto Carro da Vacina surgiu em janeiro de 2022, em Ceilândia. A ideia já foi replicada em outras regiões administrativas, com ações em Planaltina, Gama, São Sebastião, Sol Nascente, Água Quente, Guará e Plano Piloto. “Percebemos o quanto o Carro da Vacina virou referência para o Distrito Federal, tanto que conseguimos melhorar as coberturas vacinais da covid-19 e das vacinas de rotina”, aponta a chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (NVEPI) da Região Oeste de Saúde, Zildene Bittencourt.

Além de administrar e manter atualizado o cartão de vacinação, o projeto atualmente oferece testes rápidos para infecções sexualmente transmissíveis (IST) como hepatite B e C, sífilis e HIV, juntamente com orientações odontológicas e a entrega de kits bucais para a população vulnerável. Desde o início do projeto, já foram aplicadas mais de 40 mil doses de multivacinas, acompanhadas por mais de 10 mil testes rápidos. A cada edição, cerca de 20 profissionais de saúde, incluindo enfermeiros, técnicos em enfermagem e odontólogos, desempenham um papel fundamental nesse serviço essencial à comunidade.

Há um ano e meio atuando junto à equipe do Carro da Vacina, o técnico em enfermagem Adeson Carlos da Cruz compartilha a sua experiência. “Esta iniciativa tem gerado resultados notáveis, pois conseguimos atingir aquelas pessoas que, por diversas razões, enfrentam dificuldades para acessar as unidades básicas de saúde e receber a vacinação. Durante nossos deslocamentos com o carro, identificamos muitos cartões vacinais desatualizados e, como parte do processo, avaliamos e administramos todas as doses necessárias para cada indivíduo”, explica.

A técnica em enfermagem Andreia Pulu, integrante recente do projeto, decidiu aplicar na Atenção Primária sua longa experiência adquirida em hospitais. “Sempre ouvi comentários sobre o carro, sobre a excelência do trabalho e a satisfação dos profissionais em sair às ruas. Agora, fazendo parte dessa equipe, percebo a importância dessas ações. A experiência é muito enriquecedora, proporcionando um atendimento externo significativo”, destaca.

O Carro da Vacina percorre áreas identificadas como de mais baixa cobertura vacinal, onde os profissionais de saúde anunciam a chegada da equipe usando um megafone. A vacinação ocorre durante as pausas nas ruas, permitindo que os moradores compareçam com documentos de identificação e cartões de vacina. Adicionalmente, existem pontos fixos que disponibilizam os imunizantes.

O morador de Ceilândia Antônio Leite, 55, considera a estratégia eficaz para proporcionar imunização àqueles com dificuldade de ir até uma UBS. “É muito boa essa ação. O carro já passou na minha rua e a minha esposa aproveitou a oportunidade para tomar a vacina antitetânica”, conta.

O Carro da Vacina percorre as regiões do DF todos os sábados, das 9h às 17h. O cronograma dos finais de semana é divulgado no site da SES.

*Com informações da SES-DF

 

Com o aumento das chuvas nos últimos meses, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) alerta a população para os impactos negativos do descarte inadequado de resíduos nas redes de drenagem do Distrito Federal. Além de principal causa de alagamentos e enxurradas, a prática também acarreta riscos ambientais e propicia a transmissão de doenças, como dengue, zika vírus, febre chikungunya e leptospirose.

Pode até parecer inofensivo, mas um simples papel de bala arremessado pela janela do carro tem potencial para ocasionar grandes transtornos. “Muitas vezes, o que vai parar dentro dos bueiros são os pequenos volumes. Isso porque, na hora da chuva, esse mesmo pedacinho de papel será carreado até a rede de drenagem; e, quando não entope a mesma, é conduzido até um corpo hídrico, poluindo-o”, explica Andrea Almeida, chefe de unidade de medição e monitoramento do SLU.

A servidora afirma que não é preciso um grande esforço para ajudar a preservar os corpos hídricos e mitigar os impactos nas redes de drenagem. Para isso, segundo ela, basta redobrar a atenção ao acondicionar os resíduos residenciais: “Coloque o lixo da sua casa em sacos específicos para essa finalidade. O ideal é evitar as sacolinhas menores, que podem ser facilmente levadas pela força da água”.

Outra dica é ficar atento aos horários da coleta. “Procure dispor o seu resíduo duas horas antes da coleta. Isso evita que as fortes chuvas carreguem esses resíduos, já que essas precipitações vem acompanhadas de muitos ventos e índice pluviométrico muito alto”, detalha.

Um importante aliado da população nestes casos é o aplicativo SLU Coleta DF, que reúne informações sobre dias e horários das coletas de lixo e a localização dos equipamentos públicos mais próximos. A plataforma permite, ainda, acompanhar por meio da geolocalização se o caminhão responsável pelo recolhimento do resíduo está perto de seu endereço.

Prejuízo

Além de impedir o escoamento das redes urbanas, o descarte inadequado de resíduos traz impactos negativos aos cofres públicos. A coleta de entulhos e volumosos descartados de forma inadequada está entre os serviços mais onerosos do SLU. Em 2023, o órgão investiu R$ 42,5 milhões em soluções para contornar a prática irregular.

O montante viabilizou o recolhimento de 664,3 mil toneladas de lixo que foram descartadas irregularmente, isto é, fora de um dos dos 880 equipamentos públicos próprios para o recolhimento dos materiais, entre papa-recicláveis, papa-entulhos e papa-lixos, espalhados por todas as regiões administrativas.

TEXTO: Victor Fuzeira, da Agência Brasília | Edição: Igor Silveira

No combate ao aumento de casos de dengue no Distrito Federal, os agentes comunitários de saúde (ACSs) surgem como peças fundamentais na equipe de Saúde da Família (eSF). Os profissionais são responsáveis por identificar as necessidades da população das regiões administrativas (RAs), orientar e estimular a busca por assistência médica quando necessário. Atualmente, a Secretaria de Saúde (SES-DF) tem cerca de 1.300 servidores da área, com uma média de dois agentes comunitários por equipe.

De acordo com a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (APS), Sandra Araújo, ao realizar visitas domiciliares, o ACS aparece como um eixo de informação e de prevenção. “Durante as visitas, eles orientam os moradores sobre a eliminação de focos de água parada, esclarecem sintomas de doenças e incentivam a busca imediata por uma UBS [Unidade Básica de Saúde] ao detectar qualquer sinal preocupante”, detalha.

Nesse ponto, a coordenadora destaca que o agente também conscientiza as pessoas sobre a importância de recorrer à UBS como principal ponto de atendimento, desencorajando a dependência desnecessária de hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs).

O ACS Felipe Jordão tem 14 anos de experiência na SES-DF e atua na UBS 5 do Riacho Fundo II. “Quando entro em uma moradia, mostro os principais criadouros do mosquito Aedes aegypti, explicando de forma simples como evitá-los, como tampar recipientes e eliminar a água parada. Sempre que possível, aproveito as diversas oportunidades para reforçar a mensagem de que a prevenção é responsabilidade de todos”, relata.

Ação conjunta

A atuação de um ACS não se restringe às moradias. Para ampliar os canais de informação e prevenção, os profissionais organizam também reuniões comunitárias de combate à dengue. “Quando todos compreendem a importância de medidas simples, como a eliminação de água parada, e se comprometem com práticas preventivas, a eficácia no controle da doença aumenta significativamente”, afirma Jordão.

Nas visitas domiciliares, os agentes identificam possíveis focos de proliferação do mosquito transmissor da dengue, chamando a atenção aos criadouros mais comuns. Em caso de identificação de focos, a situação é relatada à eSF e, eventualmente, à equipe de Vigilância Ambiental, para que medidas de controle possam ser acionadas, como a aplicação de larvicidas e mobilização comunitária.

Alessandra da Silva é ACS há 19 anos e, atualmente, está lotada na UBS 2 de Planaltina. Para ela, contudo, o trabalho do agente excede as paredes da unidade de saúde. “Nós é que vamos para o campo, acompanhamos a realidade da comunidade, ofertamos o serviço de saúde e damos orientações no momento oportuno”, detalha.

*Com informações da SES-DF

A governadora em exercício Celina Leão decretou, nesta sexta-feira (12), estado de emergência em todo o Distrito Federal por conta das fortes chuvas que atingem diferentes regiões desde o início de janeiro. O Decreto nº 45.405, publicado em edição extra do Diário Oficial, mantém as equipes multidisciplinares do governo em prontidão para atender à população em situações de risco e minimizar os transtornos decorrentes das tempestades. O texto também prevê a mobilização de profissionais, veículos, equipamentos, maquinários e insumos necessários para o atendimento das ocorrências a qualquer hora do dia, sete dias por semana.

A partir do decreto, o GDF elaborou um plano de ação com medidas para a preservação da vida dos moradores das cidades que estão em áreas de risco e de acordo com as necessidades de cada localidade. Relatório da Subsecretaria de Defesa Civil aponta que regiões das cidades do Núcleo Bandeirante, Sobradinho, Sobradinho II, São Sebastião, Jardim Botânico, Estrutural/Scia, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Sol Nascente/Pôr do Sol, Ceilândia, Fercal, Arniqueira e Itapoã, estão entre as áreas mais impactadas pelas fortes chuvas.

“Nosso ponto principal é cuidar da população. Já superamos o volume de chuvas previsto para o mês em apenas um dia. Então, precisamos estar preparados para novas emergências, trabalhando para garantir que a população não seja prejudicada. Não temos como prever o que vai acontecer de fato, mas temos como preparar a cidade para passar pela situação da melhor forma possível”, defende a governadora em exercício Celina Leão.

A Vila Cauhy, no Núcleo Bandeirante, é a região que mais tem sofrido com as tempestades. Entre as intervenções do GDF na área estão a revitalização e urbanização do local, a urgente implantação de um sistema de drenagem pluvial, com esgoto e água potável; a instalação de gabiões, barreiras que servem para contenção e controle de erosões, nas margens do córrego do Riacho Fundo, além da recuperação da mata na região.

Nas outras 11 regiões administrativas, os principais serviços executados serão desocupação das edificações irregulares; implantação de drenagem pluvial, esgoto e água potável; revitalização e urbanização das áreas desocupadas; e recuperação de área degradada.

Veja as áreas que receberão as ações emergenciais:
– Núcleo Bandeirante: Vila Cauhy e Córrego do Riacho Fundo
– Sobradinho II: Vila Rabelo I e II, e Morro do Sansão
– São Sebastião: Morro da Cruz/Zumbi dos Palmares, Beco do Coronel e Capão Cumprido
– Jardim Botânico: São Gabriel, João Cândido e Itaipu
– Estrutural/SCIA: Santa Luzia e Cidade do Automóvel
– SIA: Rota de Fuga/Achagas
– Sol Nascente/Pôr do Sol: área próxima ao final da avenida Elmo Serejo
– Ceilândia: Beco perto do Hospital São Francisco
– Fercal: Bananal, Rua do Mato e Catingueiro
– Arniqueira: Rua do Mirante, Rua da Vigorosa, Avenida Vereda da Cruz e Avenida Principal
– Itapoã: área próxima ao terminal rodoviário
– Sobradinho: Nova Colina/Dorothy Stang

Ações sociais

Além dessas ações, o GDF também vai intensificar ações sociais junto à população das áreas atingidas, a exemplo do que ocorreu na Vila Cauhy. A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) atendeu 165 famílias com auxílio calamidade e vulnerabilidade, com a disponibilização de abrigos provisórios e oferta de cestas básicas e 9.600 refeições, incluindo café, almoço e jantar. Houve ainda a inclusão de famílias no benefício Prato Cheio.

Estado de alerta

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Distrito Federal está em estado de alerta laranja, que sinaliza risco de chuvas intensas. O volume de chuvas pode chegar a 60 mm/h ou até 100 milímetros em 24 horas, com ventos intensos de até 100 km/h.

TEXTO: Josiane Borges, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

A Secretaria de Saúde (SES-DF) ampliou o combate à dengue no Distrito Federal. Enquanto unidades da rede estão preparadas para receber pessoas com sintomas, equipes da Vigilância Ambiental percorrem diariamente o território da capital para reduzir a infestação do Aedes aegypti, transmissor da doença. Gestores da pasta, contudo, garantem ser imprescindível o engajamento da população nessa luta contra o mosquito, que chegou com força neste ano. Segundo dados do primeiro boletim epidemiológico de 2024, foram notificados 2.054 casos prováveis de dengue entre os dias 31 de dezembro e 6 de janeiro – um aumento de 207% quando comparado com o mesmo período de 2023 (669 casos).

“Pedimos que a população esteja ativa, olhando seus quintais, jardins, garagens, identificando todos os locais que possam ter larvas ou ser criadouros de mosquito. Mais de 90% das larvas são encontradas nas residências”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio.

A proposta é que cada família dedique cerca de dez minutos, semanalmente, para identificar todos os recipientes que possam acumular água e servir à proliferação do Aedes aegypti: baldes, potes, pingadeiras, garrafas, tonéis, vasos, calhas, entre outros. “Essa verificação durante a semana colabora, e muito, com o nosso trabalho”, acrescenta o diretor de Vigilância Ambiental do DF, Jadir Costa Filho.

Aumento de casos e atendimento

O boletim epidemiológico deste ano, que monitora casos de dengue no DF, revelou que as maiores incidências estão em Ceilândia (172,66 casos para cada 100 mil habitantes), Varjão (142,5 casos por 100 mil habitantes) e Brazlândia (135,31 por 100 mil). Porém, todas as áreas do DF registraram moradores com casos prováveis.

Os principais sintomas são febre alta (acima de 38 graus); dor no corpo e articulações; dor atrás dos olhos; mal-estar; falta de apetite; dor de cabeça e manchas vermelhas pelo corpo. A orientação, nesse estágio, é procurar uma das 176 unidades básicas de saúde (UBSs), inclusive com atendimento noturno e aos sábados, onde as equipes estão preparadas para fazer o acolhimento dos usuários e oferecer a hidratação calculada conforme o peso. Também é indicado o repouso absoluto, pois não há um remédio específico para a doença. Na maioria dos casos leves, a dengue tem cura espontânea após dez dias.

O secretário-adjunto de Assistência à Saúde do DF, Luciano Agrizzi, destaca que toda a rede da SES-DF foi orientada a reforçar a capacidade de atendimento para acolher os pacientes. Além disso, foram tomadas medidas como ampliação dos estoques de insumos, do número de leitos de hidratação e fortalecimento da capacidade de direcionar os usuários a unidades de pronto atendimento (UPAs) e hospitais em casos de agravamento. “A SES-DF está preparada para receber e conduzir da melhor forma possível as ocorrências que são atendidas”, assegura.

Mulheres grávidas, crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas como asma brônquica, diabetes mellitus, anemia falciforme e hipertensão, além de infecções prévias, têm mais chances de desenvolver complicações. É quando surgem sinais de alarme, como dores fortes na barriga; vômitos persistentes; sangramentos no nariz, boca ou fezes; tonturas e/ou muito cansaço. Já a dengue grave se caracteriza por extravasamento de plasma e/ou hemorragias que podem levar o paciente a choque e até ao óbito. Nessas situações, há equipes preparadas nos hospitais da SES-DF para internação e tratamento.

O alerta também está na automedicação, que deve ser evitada mesmo em casos leves. Isso porque alguns remédios podem levar à piora do quadro. É o caso dos salicilatos (AAS, por exemplo) e dos anti-inflamatórios não hormonais – cetoprofeno, ibuprofeno, diclofenaco, nimesulida e outros. Medicamentos com potencial hemorrágico também não devem ser utilizados.

Combate diário

Todos os dias, cerca de 800 profissionais do 15 núcleos de Vigilância Ambiental fazem visitas a imóveis em busca do Aedes aegypti. Eles atuam na inspeção, verificação e eliminação de possíveis criadouros. Além de residências, são verificados terrenos abandonados, borracharias, floriculturas e outros espaços considerados de risco para a proliferação.

A Vigilância Ambiental também iniciou as visitas aos sábados. “Para aumentar a eficiência dessas inspeções, vamos fazer essa ampliação e ir até as residências que ficam fechadas porque seus moradores trabalham durante toda a semana, por exemplo”, explica Costa Filho. Caso ainda assim não seja possível ingressar nos imóveis, outros órgãos do governo do Distrito Federal (GDF) são acionados para avaliar a situação, como espaços abandonados ou pessoas com hábito de acumulação, dentre outras possibilidades.

Há, ainda, o pedido para não haver a recusa em abrir a porta. “Aceite a visita do agente de vigilância dentro da sua residência. Eles estão identificados com o colete e o crachá”, completa o diretor.

Uso do “fumacê”

Os 38 veículos utilizados para a aplicação do inseticida de ultra baixo volume (UBV) pesado, popularmente conhecido como fumacê, atuam em áreas apontadas como estratégicas, de acordo com os dados de infestação. Porém, a aplicação ocorre apenas entre as 4h e 6h da manhã e às 17h e 19h, horários em que os mosquitos fêmeas voam em busca de sangue para a maturação de seus ovos.

Nesse tipo de enfrentamento, a população também desempenha um papel importante: quando o veículo se aproximar, a orientação é deixar aberto o máximo de portas e janelas dos imóveis, de modo a permitir a entrada do produto.

Dentre as estratégias para combater a dengue, porém, o fumacê é o que apresenta mais restrições. Nesta época do ano, os veículos não podem circular quando há chuva, mesmo que fina, pois o inseticida rapidamente seria levado pela água ao invés de ficar no ar. Além disso, a aplicação não pode ser ampla para não haver o risco de os mosquitos se adaptarem ao produto, ficando imunes. “O trabalho do fumacê é uma última etapa dentro do nosso trabalho, sendo criteriosamente e tecnicamente estudado em qual região vai circular justamente para evitar uma possível resistência”, explica Costa Filho.

*Com informações da Secretaria de Saúde

TEXTO:  Agência Brasília* I Edição: Débora Cronemberger

Os novos conselheiros tutelares do Distrito Federal tomaram posse, na tarde desta quarta-feira (10), em solenidade no Museu Nacional da República. A governadora em exercício Celina Leão assinou o decreto de nomeação e os termos de posse, que foram posteriormente publicados na edição extra do Diário Oficial do DF (DODF).

“Aqui em Brasília nós levamos a política da criança e do adolescente a sério. Fizemos uma eleição com participação popular e hoje foi dia de consagrar essas pessoas que se colocaram à disposição das nossas crianças e dos nossos adolescentes”, declarou Celina Leão. “É uma política que realmente precisa ser cuidada pelo governo e é isso que nós estamos fazendo”, completou.

Durante a cerimônia, os 220 profissionais assumiram os mandatos para atuar nos 44 conselhos tutelares distribuídos nas 35 Regiões Administrativas. Os novos profissionais exercerão o cargo no período de 2024 a 2027, com dedicação exclusiva e salário de R$ 6.510 (valor reajustado em 40% pelo Governo do Distrito Federal). Todos passaram por um curso de formação inicial entre novembro e dezembro do ano passado.

Os membros foram eleitos em outubro do ano passado em votação recorde, quando 232 mil eleitores participaram do pleito, um aumento de mais de 50% em relação à eleição anterior e que deu ao Distrito Federal o título de campeão de participação no Brasil. Além dos titulares, 440 suplentes também foram eleitos.

“Nós estamos vindo de um processo de construção [de novos conselhos] e de melhoria da remuneração que se iniciou no primeiro mandato, sendo reforçado nesta gestão quando na eleição nós levamos mais de 50% de eleitores do que na passada. Isso dá muito orgulho para o governo do DF, significa que nós levamos essa política pública com seriedade e transparência”, analisou a governadora em exercício.

A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou que a forte adesão durante a eleição demonstrou a importância da categoria para todo o Distrito Federal. “Isso mostra que a população aqui do Distrito Federal olhou para o Conselho Tutelar com a maneira necessária, responsável e atenciosa, como o órgão merece, que é garantindo os direitos de crianças e adolescentes”, afirmou.

A titular da pasta também lembrou os avanços que o segmento teve ao longo deste governo: “Conseguimos conceder 40% de aumento na remuneração e, junto com isso, trouxemos melhorias tanto na estrutura física, como na segurança”.

Atualmente, o DF conta com 44 conselhos tutelares. As unidades mais recentes entregues pelo governo estão em Santa Maria, SCIA/Estrutural e Sol Nascente/Pôr do Sol, sendo uma edificação em cada localidade. Há previsão da construção dos conselhos tutelares para as recém-criadas regiões administrativas de Arapoanga e Água Quente, que já contam com conselheiros tutelares empossados na cerimônia.

Papel da categoria

Entre os conselheiros nomeados, cerca de 50% retomam os cargos. Esse é o caso de Thelma Mello, conselheira tutelar do Plano Piloto. Reeleita, ela avaliou o dia da posse como fundamental para reforçar o papel da categoria na sociedade.

“A função do conselheiro tutelar é justamente efetivar as políticas públicas para os direitos das crianças e dos adolescentes. É importante termos esse evento aqui para mostrar um Conselho Tutelar diverso e que dialogue com a comunidade”, defendeu.

Por já ter exercido o cargo, Thelma sabe da necessidade dos conselheiros. “Recebemos desde ocorrências de cárcere privado até crianças em situação de rua. Então, a gente faz uma parceria mesmo e trabalha em rede para que essas crianças possam ter uma escola em tempo integral, acesso às políticas públicas. Estamos aqui para ver o problema e tentar inserir essa discussão na pauta da comunidade”, disse.

A outra metade de empossados é composta por profissionais que nunca exerceram o cargo. A contadora Lorena Ribeiro é uma delas. Conselheira tutelar de Taguatinga, ela conta que sempre foi engajada nos cuidados com as crianças e os adolescentes, mas que essa foi uma oportunidade de realmente lutar pela causa.

“Já trabalho com a parte de ação social há mais de 10 anos, então resolvi me comprometer diante da sociedade e fazer esse trabalho. É uma responsabilidade muito grande, porque é uma área muito sensível da sociedade. Tenho certeza que vou ajudar e me engajar bastante”, disse Lorena.

Os conselhos tutelares foram criados em 1990, por meio da publicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), para zelar pelo cumprimento dos direitos deste público. Cabe aos conselheiros tutelares o atendimento de crianças e adolescentes com direitos ameaçados e em busca de proteção; o aconselhamento de pais ou responsáveis; e o encaminhamento, ao Ministério Público, de casos que necessitam de intervenção judicial.

TEXTO:  Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

Levar infraestrutura para uma cidade inteira demanda tempo. Em especial se, no meio do processo, fortes chuvas atrapalharem o andamento das obras. Essa é a situação vivida atualmente pelo Sol Nascente/Pôr do Sol. Com redes de drenagem sendo construídas em diversas frentes na região para receber pavimentação, as ruas da cidade sofreram com as tempestades dos últimos dias.

Secretária adjunta de Obras do Distrito Federal, Janaína Chagas afirma que garantir o desenvolvimento do Sol Nascente é uma das prioridades do governo. “Já concluímos metade dos serviços previstos em contrato para o Trecho 3 e as obras seguem avançando”, garante. Desde 2019, cerca de R$ 600 milhões foram investidos em obras de infraestrutura e equipamentos públicos na cidade.

“Nos locais mais afetados pelas chuvas dos últimos dias, acionamos as empresas contratadas para, em parceria com a administração regional, intervirem com medidas paliativas que garantam a trafegabilidade das vias e o direito de ir e vir das pessoas”, informa Janaína Chagas. “O cenário ainda não é o ideal, mas, para o próximo período chuvoso, tenho certeza de que não teremos transtornos como os de agora.”

Essa certeza é compartilhada pelo pastor Edvaldo Portela, 53 anos. Morador do Sol Nascente há mais de 10 anos, ele acompanha da porta de casa os esforços do Governo do Distrito Federal (GDF) para conter os impactos das chuvas na região. E aplaude a iniciativa do poder público.

“Estão construindo uma rede de drenagem aqui na nossa rua, por isso o asfalto ainda não foi feito. Então, na última tempestade que enfrentamos, a situação ficou complicada”, explica Edvaldo. “Mas toda obra é um processo, a gente compreende. E o governo tem se apressado em espalhar material pela pista, fazer o nivelamento e deixar a via em condições de ser usada de novo. Vai ser assim até o sistema de escoamento ficar pronto.”

Esforços

A casa do pastor Edvaldo fica no Setor Cachoeirinha, região localizada no Trecho 3. Por lá, as fortes chuvas que caíram no último dia 3 de janeiro fizeram o solo ceder, o que provocou o rompimento da rede de drenagem que está sendo construída pela Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb). A água se acumulou por aproximadamente 100 m lineares, mas a agilidade em consertar o estrago impediu a erosão da pista.

“Acionamos a Caesb e, no mesmo dia, os técnicos começaram a reparar o sistema de escoamento. O serviço foi concluído ontem. Hoje, já entramos com a pá carregadeira espalhando RCC [resto de construção civil] na pista”, conta o administrador adjunto do Sol Nascente, Pedro Barros. Ao todo, mais de 300 toneladas do material foram usados para nivelar a rua.

Confira outros pontos do Sol Nascente/Pôr do Sol onde o GDF tem atuado para minimizar os efeitos das chuvas:

– Chácara 84, Trecho 3: O poço de visita (PV) da rede de drenagem, que está em construção, encheu de água com a tempestade e encharcou o solo da região, que acabou cedendo na última sexta-feira (5). “Jogamos RCC e fizemos o nivelamentos das pistas no mesmo dia. E, no sábado, precisamos repetir o processo por conta de uma nova tempestade”, observa Pedro Barros. “Vamos garantir a trafegabilidade da pista quantas vezes for necessário, até o fim das obras.”

– Chácara 75, Trecho 3: O asfalto da via principal foi retirado para a construção da rede de drenagem de águas pluviais. Com a força das chuvas de quarta-feira (3), no entanto, um dos poços de visita da obra cedeu. “Jogamos material apropriado no buraco, compactamos e deixamos a pista em condições de uso. Agora, é aguardar uma estiagem para darmos continuidade à obra”, comenta o administrador adjunto.

– Chácara 79, Trecho 3: O buraco aberto para a construção de um PV se encheu de água. E, mesmo localizada no canto da rua, a cratera alagada acabou provocando um acidente sem vítima neste sábado (6). “Um motorista não reparou que havia um vão ali e atolou a parte da frente do carro”, explica o diretor de Obras da Administração Regional do Sol Nascente, Cairo Vaz Nascimento. “Já preenchemos o buraco com rachão e vamos mantê-lo assim até as chuvas darem uma trégua.”

 

Força-tarefa

O empenho constante do GDF em enfrentar o impacto das fortes chuvas – não só no Sol Nascente, mas em todo o Distrito Federal – foi otimizado e reforçado em novembro de 2023. Na época, gestores e servidores públicos foram preparados para lidar com possíveis ocorrências no período chuvoso de forma organizada.

Equipes multidisciplinares, compostas por 17 órgãos do GDF e as 35 administrações regionais, receberam a orientação de agir imediatamente diante de casos de emergência, como ocorrências ou acidentes naturais. As comissões priorizam as regiões mais afetadas e operam em escalas que incluem períodos noturnos, finais de semana e feriados.

No dia 3 de janeiro, a governadora em exercício Celina Leão assinou o Decreto nº 45.382/2024, que coloca o Distrito Federal em estado de alerta por causa das chuvas. “As normas estão sendo cumpridas na íntegra. As equipes do governo estão trabalhando em regime de plantão, 24h por dia”, comentou a gestora, em visita ao Sol Nascente na última sexta (5).

Texto: Carolina Caraballo, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou o alerta amarelo, que sinaliza risco de chuvas intensas em todo o Distrito Federal. O aviso, iniciado nesta sexta-feira (5), prevê um volume de chuvas entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos intensos que podem chegar a 60 km/h.

Apesar do baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e ou descargas elétricas, é importante estar atento e por dentro do sistema de alertas direcionados às questões climáticas.

O Distrito Federal faz parte do sistema gratuito de alertas de desastres naturais por celular, coordenado pela Defesa Civil Nacional. Os brasilienses podem cadastrar telefones para receber mensagens de alertas de inundações, alagamentos, temporais e deslizamentos de terra próximas às suas regiões.

Como funciona

Para acionar o serviço, basta enviar uma mensagem de texto ao número 40199. A mensagem de ativação pode ser qualquer palavra, que servirá para acionar o sistema automático. Como resposta, o morador recebe uma mensagem para que envie o CEP, sendo cadastrado assim que o número é enviado.

Os dados repassados pela Defesa Civil à população são replicados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica (Redemet).

“Como o DF é pequeno, a maioria das vezes é a mesma mensagem para todo o DF, como chuvas intensas ou ondas de calor, mas, quando o Inmet ou a Redemet conseguem dados e previsões mais específicas, vai chegar uma mensagem relativa àquela região”, explica o tenente-coronel José Genilson dos Santos, da Defesa Civil.

Dependendo da intensidade climática, há planos de contingência elaborados para cada localidade, englobando ações emergenciais para quando acontece algum desastre, como evacuações para abrigos seguros e rotas de fuga alternativas.

Nessas situações, todos os órgãos do GDF trabalham em conjunto: as forças de segurança, a Secretaria de Saúde (SES-DF), as administrações, o serviço de limpeza e outros órgãos públicos.

Também há um número fixo de WhatsApp com um menu interativo que presta serviços de alerta, orientações para ocorrências e telefones de emergência. É o contato da Defesa Civil Nacional, que pode ser acionada pelo telefone (61) 2034-4611.

Texto: Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

A região do Sol Nascente/Pôr do Sol recebeu a visita da governadora em exercício Celina Leão. Na tarde desta sexta-feira (5), junto com representantes da Defesa Civil do Distrito Federal e da administração regional, a gestora conferiu os impactos da chuva nas proximidades da Chácara 55, no Trecho 3. A comissão também esteve na obra de duplicação da pista que liga a Chácara 81 e a QNQ.

“O Decreto nº 45.382/2024 está sendo cumprido na íntegra. As equipes do governo estão trabalhando em regime de plantão, 24h por dia”, afirmou a governadora em exercício, referindo-se à medida que, na última quinta-feira, declarou estado de alerta no Distrito Federal por conta das fortes chuvas. “Seguiremos em monitoramento constante até que a gente tenha tranquilidade de ver que as chuvas estabilizaram”.

A primeira parada de Celina Leão durante visita foi na obra de duplicação de uma das principais avenidas do Trecho 3. No trecho que vai da Chácara 81 até a QNQ, os serviços de pavimentação já foram concluídos. “Falta apenas fazer o plantio de mudas no canteiro central – a Novacap já foi acionada para fazer esse serviço”, observou. No restante da pista, que vai até o Fort Atacadista, a duplicação será iniciada em breve.

Em seguida, a governadora em exercício esteve na via que liga a Chácara 55 à Avenida Comercial, onde fica o mercado Trem Bão. Lá, na terça (2), uma cratera se abriu com a força das águas da chuva. “Essa pista está em obras. Então, algumas medidas tomadas aqui foram paliativas”, afirmou a governadora em exercício. “O mais importante é que os serviços sejam retomados assim que as condições climáticas permitirem”.

O diretor de Obras da Administração do Sol Nascente, Cairo Vaz Nascimento, explicou que o asfalto da via foi retirado para a construção da rede de drenagem de águas pluviais. “Com a força das chuvas, no entanto, um dos poços de visita da obra cedeu”, contou. “Mas já jogamos material apropriado no buraco, compactamos e deixamos a pista em condições de uso. Agora, é aguardar uma estiagem para continuarmos a obra”.

Texto:  Carolina Caraballo, da Agência Brasília | Edição: Débora Cronemberger

 

A Região de Saúde Oeste, composta pelas Regiões Administrativas (RAs) de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia caracteriza-se por uma Atenção Primária à Saúde (APS) robusta, que atende à população rural, vai à porta de casa e possui uma assistência hospitalar habilitada, capaz de corresponder à alta demanda populacional.

Entre cenários urbanos e rurais são distribuídos dois hospitais; três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs); três Policlínicas; dois Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), sendo um Álcool e Drogas (CAPS AD); dois Centros de Especialidades Odontológicas (CEO); um Centro de Especialidades para a Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (CEPAV); e 27 Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

Ceilândia é justamente a RA mais populosa do DF, segundo dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) 2021. Junto a Sol Nascente/Pôr do Sol soma 443.564 habitantes – 14,73% de toda a população distrital.

“Esta não é apenas uma enorme população, a maior em todo o DF, como também é a que mais cresce. A necessidade de atender a alta demanda da população está no centro da organização do serviço de saúde da região”, afirma o superintendente da Região de Saúde Oeste, André Queiroz.

Demanda assistencial

Em 2023, a UPA Ceilândia teve a maior quantidade de procedimentos registrados em comparação às 13 unidades do DF, segundo dados consolidados até setembro, disponibilizados pelo Portal de Informações e Transparência da Saúde (InfoSaúde-DF). Foram 514.962 dos mais de 4,5 milhões (11,2%).

O Hospital Regional da Ceilândia (HRC) é o terceiro mais utilizado em consultas, atendimentos, avaliações e acompanhamentos ambulatoriais – são 225.488, de janeiro a setembro de 2023, atrás do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), referência nacional, e do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM).

Recentemente, para dar conta da alta demanda assistencial, novos fluxos para atendimento de usuários foram aplicados no pronto-socorro da pediatria do HRC, conforme a identificação de risco. Os pacientes com classificação verde, sem ameaça de agravo, são direcionados à consulta nas UBSs da região. Aqueles classificados com risco amarelo são encaminhados ao ambulatório do HRC, pela rota rápida. Consequentemente, uma estrutura mais adequada é oferecida ao atendimento de casos graves, com classificação de risco laranja ou vermelha, isto é, que necessitam de intervenção médica contínua ou imediata.

A secretária de saúde, Lucilene Florêncio, aponta que a implantação desta ferramenta em outras áreas do hospital está sendo estudada. “Essa reorganização foi pensada para garantir o atendimento do maior número possível de pacientes, de maneira rápida e eficiente. Estamos buscando outras maneiras de cuidar da população com os recursos que já dispomos”, afirma a gestora.

Vulnerabilidade social

A região Sol Nascente/ Pôr do Sol é considerada a segunda com o maior índice de vulnerabilidade social dentre as 33 RAs, conforme destaca o Índice de Vulnerabilidade Social do DF (IVS-DF), iniciativa da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh-DF) – atrás apenas de SCIA/Estrutural.

Foi diante desse contexto e com o objetivo de reduzir as barreiras de acessos dos usuários aos serviços de saúde e ampliar a cobertura vacinal que surgiu o Carro da Vacina, um projeto do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (NVEP) da Região Oeste. Utilizando um automóvel, a equipe oferta atendimento a vários setores da região durante um dia de ação, aplicando doses dos imunizantes e atualizando os cartões de vacina.

A mobilização dos moradores ocorre com o apoio das lideranças comunitárias e por meio de informes em alto-falante, utilizado em conjunto com os diversos meios de locomoção disponíveis na comunidade, como motos, cavalos, bicicletas e carroças.

Segundo a chefe da NVEP da Região Oeste, Zildene Bittencourt, a recepção do público é positiva. “A comunidade recebe a equipe calorosamente. O bom retorno que recebemos constantemente destaca a excelência da ação, especialmente, por se realizar de porta em porta, beneficiando aqueles com dificuldades de acesso ao serviço”, afirma a enfermeira.

Desde janeiro de 2022, quando foi realizada a primeira campanha, no Sol Nascente (Trecho 3), acumulam-se 94 edições, com a aplicação de 39.176 doses de vacina – desse total, quase 20 mil apenas contra a covid-19. A atividade itinerante teve como fundamento a experiência exitosa das equipes de Consultório na Rua, que desenvolvem ações integrais de saúde frente às necessidades da população em situação de rua.

Comunidade rural

Brazlândia, a RA mais antiga do DF, foi fundada em Goiás em julho de 1933 e incorporada ao Distrito Federal em 1964, é cercada por centenas de propriedades rurais.

O Incra 8 havia acabado de ser constituído quando Silvio Ferreira Lara, 68 anos, instalou residência junto a família há 60 anos. Ele garante que muita coisa mudou desde então. Até mesmo a UBS 7 de Brazlândia, sua unidade de referência, a poucos metros de casa, estava longe de existir. A Estratégia de Saúde da Família (ESF) somente viria a ser criada em 1994.

Há tanto tempo como parte da comunidade rural, a visita mensal à UBS, mais do que para substituir a prescrição do medicamento que ele e a esposa fazem uso contínuo, serve como uma visita aos amigos. “Nós temos uma amizade com o pessoal desta equipe de saúde. É uma relação muito mais forte do que entre profissional e paciente; é um vínculo de família”, declara o aposentado.

A agente comunitária em saúde (ACS) Simone de Siqueira, moradora da região desde que era recém-nascida, integra há 19 anos, quando iniciou a carreira, a estrutura multiprofissional da unidade rural, composta por uma equipe de Saúde da Família (eSF) e uma equipe de Saúde Bucal (eSB). Além das atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde, como é o caso do Programa Saúde na Escola (PSE) e das ações domiciliares, ela também oferece Técnica de Redução de Estresse (T.R.E.) como Prática Integrativa em Saúde (PIS).

O estreito vínculo com a comunidade é um dos atributos que destaca em seu trabalho em saúde na comunidade rural do Incra 8. “A gente conhece todo mundo. Até os cachorros das casas reconhecem quando a gente chega para um atendimento domiciliar”, afirma. A identificação com o ofício é tão forte que transcende a própria identidade civil. “Eu digo sempre que até perdi o meu sobrenome. Há um tempo eu não sou mais a Simone de Siqueira: eu sou “a Simone do posto”. revela a ACS.

Atendimento Materno-Infantil

A pouco mais de dez quilômetros dali, no Hospital Regional de Brazlândia (HRBz), Karine Martins, 32 anos, deu à luz ao filho Estevan Paulino. A moradora de Brazlândia afirma que sempre ouviu bons relatos sobre o atendimento da maternidade do HRBz. Quando descobriu esta gravidez, logo imaginou que contar com o serviço hospitalar durante a sua gestação seria uma boa oportunidade. “Posso comparar este nascimento com o de meus outros filhos. Foi um parto muito tranquilo, feito por uma equipe muito boa”, relata a mãe de quatro filhos.

Somente em 2023, até o mês de novembro, 970 crianças nasceram no HRBz. A unidade conta com dez leitos de pré-parto, seis no berçário, 16 na pediatria, além de 12 no pronto-socorro infantil.

*Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

Texto: Agência Brasília* | Edição: Igor Silveira

As obras de construção e reforma das rodoviárias tiveram um grande destaque em 2023. Os moradores e passageiros de ônibus do Sol Nascente, Varjão, Itapoã e Gama terão melhorias no transporte público coletivo em 2024. A rodoviária do Sol Nascente foi entregue este mês e as obras dos espaços das outras três regiões administrativas estão avançadas.

O secretário de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal, Flávio Murilo Prates, destaca que o grande avanço do ano foi a entrega da Rodoviária do Sol Nascente e que a construção mais avançada é a do Varjão, com mais de 80% de execução. “No terminal do Itapoã, estamos com 75% de avanço das obras, e no Gama, já finalizamos 60% da reforma da estrutura“, afirma o secretário.

Investimento

O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) nas obras das quatro rodoviárias é de R$ 19,1 milhões. Todas contam com soluções arquitetônicas de acessibilidade e trarão mais conforto e comodidade aos passageiros dos coletivos.

“Uma das missões dessa gestão é melhorar a mobilidade urbana e, para isso, estamos investindo na construção de espaços apropriados para o embarque e desembarque de passageiros. Os terminais oferecem estrutura durante a espera, como banheiros e lanchonetes e facilitam o processo da integração”, explica o subsecretário de Terminais da Semob, Denyson Franklin de Souza.

→ Sol Nascente
A Rodoviária do Sol Nascente Trecho 2 foi entregue no último dia 21 e começou a funcionar com oito linhas de ônibus: 0.047; 0.159; 0.332; 333.9; 364.1; 364.3; 364.5; e 0.907. A linha 364.4, que também circula pelo Sol Nascente, não terá partidas do novo terminal, por enquanto.

Com investimento de R$ 4,7 milhões, a rodoviária foi erguida em terreno com área de 24.250 m², localizada na Quadra 105, Trecho 2. Com a nova estrutura será possível ampliar o número de linhas e viagens de ônibus, levando melhorias a cerca de 20 mil usuários de transporte público da região.

A rodoviária conta com seis baias para embarque, dez pontos de estocagem, 14 vagas de estacionamento para veículos e 11 para motos, paraciclos com 24 vagas, três salas para apoio administrativo, além de lanchonete e banheiros com acessibilidade.

→ Varjão
Os passageiros do Varjão contarão com uma nova estrutura para as chegadas e partidas de ônibus na Quadra 10. A primeira rodoviária da região está sendo construída em um terreno de 1,4 mil m² e beneficiará cerca de nove mil moradores da região administrativa.

Com um investimento de cerca de R$ 1,7 milhão, o projeto prevê espaços para sala de administração, banheiros adaptados com acessibilidade, paraciclos, dois boxes de embarque e desembarque, além de seis vagas para o estacionamento dos ônibus. Com a nova estrutura, será possível a ampliação de linhas que passam pela RA.

→ Itapoã
Muito aguardado pela população, a Rodoviária do Itapoã também será a primeira da região. Localizada na Quadra 203, a nova estrutura vai beneficiar cerca de 65 mil moradores da região administrativa e está sendo construída em um terreno com 9,5 mil metros.

O espaço terá seis plataformas, seis pontos de estocagem, 33 vagas para veículos, 20 vagas para motos, paraciclos, bicicletário, banheiros com acessibilidade, lanchonete e salas administrativas.

→ Gama
A Rodoviária do Gama está instalada em um terreno de 5.760 m², no Setor Central da região administrativa. O local dispõe de 24 vagas para estacionamento de ônibus e, com a reforma, ganhará calçadas com piso tátil. Além disso, os degraus das plataformas e da área comercial serão retirados, visando garantir mais segurança para as pessoas com dificuldades de locomoção.

O projeto de reforma prevê a modernização e adequação das instalações para atender a atual demanda de transporte público. O planejamento também contempla a atualização das redes de instalação de água, esgoto, elétrica, telefônica, bem como reforço na prevenção contra incêndio e na acessibilidade. A obra está orçada em R$ 8,3 milhões.

Últimas entregas

A Secretaria de Transporte e Mobilidade entregou à população do Distrito Federal, nos últimos anos, duas novas rodoviárias. Uma em Sobradinho, em maio de 2020, e outra em Santa Maria, em julho de 2021. Também foi concluída a reforma da de Brazlândia, em 2022.

O que vem por aí

Além das obras em andamento, outras cinco rodoviárias estão previstas para serem construídas. A futura Rodoviária do Arapoanga já tem projeto arquitetônico a ser adequado ao terreno que está em fase de regularização. Por sua vez, os projetos dos espaços da Estrutural, da Candangolândia, de Vicente Pires e de Arniqueira estão em andamento.

*Com informações da Semob-DF

Texto: Agência Brasília* | Edição: Carolina Lobo

“Neste ano, à frente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF), posso afirmar que conseguimos realizar ações importantes para implantar a regularização fundiária em áreas de interesse social, garantir salubridade e segurança para residências que estavam precárias, assegurar o direito à escritura definitiva e, é claro, tornar o sonho da casa própria em realidade. 

Cada iniciativa desenvolvida objetivou beneficiar famílias de baixa renda, proporcionando dignidade, segurança e bem-estar. Conseguimos entregar 2.143 unidades habitacionais em diversas regiões do DF, como Itapoã, Samambaia, Sol Nascente, Recanto das Emas e Riacho Fundo II. 

Projetamos para o ano de 2024 o lançamento/ou início da obra de pelo menos 25 mil unidades, destacando o Centro Urbano e o Reserva do Parque no Recanto das Emas, as quadras 100 ímpares de Samambaia, o Alto Mangueiral e a QNR 6, em Ceilândia. Com esses projetos em larga escala, beneficiaremos mais de 60 mil pessoas. 

Poder proporcionar um lar digno e seguro é a base do nosso subprograma Melhorias Habitacionais. Foi emocionante acompanhar a entrega de casas reformadas ou reconstruídas. Nosso time de arquitetos e engenheiros atendeu mais de 20 famílias. 

Mais de 1.500 titulações de moradias foram realizadas este ano. Moradores de 20 cidades em todo o DF estão com o sossego da regularização de seus imóveis. 

Por fim, destaco a elaboração, em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), do texto da lei de parcelamento de solo, que dará muito mais agilidade à aprovação dos projetos para construção de habitações de interesse social. Participamos da elaboração do novo texto da lei n° 3877/2006, democratizando e ampliando o alcance da política habitacional.”

*Marcelo Fagundes, diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab)

Texto:  Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

Pernil ao molho de limão e ervas, coxa e sobrecoxa de frango assadas, farofa, mousse de chocolate. Esse é o cardápio especial que será preparado e servido nos 16 restaurantes comunitários do Distrito Federal para a quinta edição da campanha Nosso Natal. O almoço natalino será nesta quinta-feira (21), das 11h às 14h. O preço é o de sempre: R$ 1.

Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes), o Nosso Natal vai envolver diversas secretarias e administrações regionais, que serão responsáveis pela decoração natalina e as atrações de cada um dos 16 restaurantes. Todas as unidades terão representantes das secretarias do GDF e um dia de festa para a comunidade local.

Assim como na edição anterior, o Nosso Natal vai prestigiar os chefs dos próprios restaurantes comunitários, que fazem as refeições diariamente para a comunidade. São eles que vão preparar o almoço especial de natal desta quinta-feira.

Nosso Natal 2023

→ Data: quinta-feira (21)
→ Horário: das 11h às 14h
→ Local: Todos os restaurantes comunitários do Distrito Federal.

*Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Texto:  Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

A ceia de Natal da aposentada Marlene Pereira estava em risco. Moradora da Estrutural, a senhora de 68 anos alimenta quatro bocas dentro de casa. E não sabia como garantir um jantar especial para a família nas festas de final de ano.

“Tenho só o meu benefício para pagar as contas de água, luz, telefone… Então, quando soube que o GDF ia entregar kits de alimentos hoje, não perdi tempo”, conta Marlene, que conhece bem o impacto que a conta do mercado tem no seu bolso. “Um saco de arroz custa quase R$ 40, o feijão também está muito caro. Essa doação chegou no melhor momento possível, vai nos ajudar muito!”.

Junto com Marlene, mais de mil moradores da Estrutural, do Sol Nascente/Pôr do Sol e da Ceilândia receberam doações de alimentos na manhã desta terça-feira (19). Os kits foram montados com os produtos fornecidos pela campanha Solidariedade Salva, uma parceria entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e produtores culturais da iniciativa privada.

“São arrecadações coletadas em grandes eventos de Brasília com a meia-entrada solidária – a pessoa doa 1 kg de alimento não perecível e paga menos pelo ingresso”, explica a primeira-dama Mayara Noronha Rocha. “Ou seja, enquanto se diverte, ela ajuda famílias que vivem em situação de vulnerabilidade. É a população do DF fazendo a diferença junto com o governo.”

A primeira-dama ressalta que a escolha da data para a entrega das doações foi estratégica. “Esses kits vão garantir uma ceia natalina para famílias em situação de vulnerabilidade, pessoas que às vezes não teriam condições de colocar um prato de comida à mesa nas festas de final de ano”, afirma Mayara. “Desejamos que esse espírito natalino permaneça durante todo 2024 no Distrito Federal”.

Colaboração

Ao todo, 1,1 mil kits de alimentos foram doados nas três regiões, com itens como arroz, feijão, óleo, macarrão e farinha de milho. A entrega contou com a ajuda das administrações regionais de cada uma das cidades, que ajudaram no cadastramento das famílias e na divulgação.

Para o administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, a ação do GDF veio na hora certa. “Nossa cidade está crescendo, mas ainda temos muitas famílias necessitadas. Com a chegada do Natal e do Ano Novo, esses alimentos vão ajudar muita gente, garantindo momentos mais felizes”, observa. “Doamos 300 cestas nesta manhã, fruto da parceria com produtores culturais de todo o DF”.

Na Ceilândia, além dos 400 kits da Campanha Solidariedade Salva, outras 441 cestas verdes foram distribuídas, fruto de uma parceria entre a administração regional da cidade e agricultores locais. Cenouras, batatas doces, repolho, abóbora… A variedade surpreendeu o mecânico Erick Barbosa, 34.

“Receber arroz, feijão e óleo já era muito importante para mim, porque as coisas estão muito caras. Mas, além disso, ganhar uma cesta cheia de legumes é maravilhoso”, comemora o morador de Ceilândia. “Essa doação vai ajudar bastante as pessoas humildes, mães solo e deficientes como eu. Pessoas que enfrentam uma luta gigante para viver com dignidade.”

Texto: Carolina Caraballo, da Agência Brasília | Edição: Igor Silveira

A Secretaria de Saúde (SES-DF) discutiu, nesta terça-feira (12), um plano de ação para o atual cenário epidemiológico no Distrito Federal. O foco é reduzir o número de casos e, especialmente, evitar óbitos decorrentes das chamadas arboviroses – doenças causadas pelo arbovírus, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela. A reunião foi presidida pela secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, e contou com a presença de outros secretários envolvidos nas ações.

“As estratégias propostas são essenciais para despertar também o olhar da população, que precisa começar a enxergar o tema como prioritário. Além das ações conjuntas SES com os demais órgãos, precisamos que cada indivíduo compreenda a importância de cuidar do seu ambiente, pois a prevenção é a melhor forma de combater o mosquito”, afirmou a secretária de Saúde.

Com base no Plano para Enfrentamento da Dengue e outras Arboviroses, as atividades sugeridas no encontro serão coordenadas pela Secretaria-Adjunta de Assistência (SAA), com representação da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS), da Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde (Sais) e do Instituto de Gestão Estratégica do Distrito Federal (IgesDF).

Entre as ações discutidas na reunião, foram analisados os estoques dos insumos, a capacidade de resposta das áreas de assistência e vigilância, se haverá necessidade de alguma programação diferente ou de reforço aos atendimentos nas unidades de saúde, bem como quais áreas requerem ampliação das ações da vigilância ambiental.

Segundo a assessora de Mobilização Institucional e Social para Prevenção de Endemias, Cristina Campelo, o plano será encaminhado às sete regiões de saúde, já que houve aumento de casos de dengue em locais como Brazlândia, Ceilândia, Recanto das Emas e Vicente Pires. “É essencial realizar esse trabalho específico em cada região, a fim de alinhar todas as equipes, identificar áreas que precisam de intervenção e estarmos preparados para todos os cenários possíveis”, reforçou a profissional.

Plano macro

O Plano de Enfrentamento da Dengue e outras Arboviroses para o período de 2024 a 2027 foi desenvolvido em colaboração com as áreas técnicas e a Sala Distrital. Esta última é formada pela rede de órgãos do DF participantes das ações, como administrações regionais, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Defesa Civil, Secretaria de Comunicação Social (Secom), Casa Civil, Departamento de Trânsito (Detran), entre outros.

Estruturado em eixos temáticos – coordenação, assistência, vigilância, comunicação, mobilização e educação em saúde, e apoio governamental -, o plano pretende reduzir a incidência e os óbitos causados pela dengue e outras arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti. Além disso, o documento busca aumentar a eficácia das intervenções e reduzir o tempo de resposta no combate ao mosquito, enfrentando os desafios sazonais e os riscos de epidemia.

Arboviroses, como dengue, zika e chikungunya, estão amplamente disseminadas em vários países tropicais e subtropicais do mundo. Isso porque os arbovírus têm alta capacidade de transmissão, pois são adaptáveis aos meios urbanos.

Apesar da diminuição nos casos de dengue no DF em 2023, é importante considerar o contexto nacional. De janeiro a novembro deste ano, o Brasil registrou aproximadamente 1,6 milhão de casos prováveis, representando um aumento de 15,8% em comparação com o mesmo período de 2022.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Texto: Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

Promover atividades com comunidades, estimulando a integração territorial, inclusão social e desenvolvimento econômico para diversas famílias do DF, em regiões como Sol Nascente, São Sebastião e Paranoá. Esse é o objetivo do Projeto Técnico Social, desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) desde 2014.

Por meio da Codhab, a execução do PTS se integra de forma coordenada com diversas políticas públicas. A comunidade é envolvida em atividades que buscam incentivar a participação social, aprimorar a qualidade de vida, a organização comunitária, a educação em saúde, o meio ambiente e o patrimônio, além de estimular a sustentabilidade dos bens, equipamentos e serviços públicos existentes na região.

Entre essas atividades, há debates que visam abordar temas como planejamento financeiro familiar e oportunidades para geração de renda, por meio de oficinas e cursos de depilação, cabeleireiro, confeitaria, costura e outros.

“O PTS é uma ação governamental, cujo objetivo é melhorar um ou mais aspectos de uma sociedade. Estamos potencializando a cidadania e consciência social da comunidade, envolvendo-a na construção de um futuro melhor”, afirma o diretor-presidente da Codhab, Marcelo Fagundes.

O projeto já alcançou empreendimentos como o Residencial Paranoá Parque e o Residencial Parque dos Ipês-Crixás, que conta com uma horta comunitária, e despertou interesse da Organização das Nações Unidas (ONU). Em breve, será promovido atendimento também para 15 mil pessoas na região do Arapoanga.

O PTS é realizado em conjunto com a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

*Com informações da Codhab-DF

Texto:  Agência Brasília* | Edição: Carolina Lobo

De 15 de dezembro a 1º de janeiro de 2024, ocorrerá o evento Um Sonho de Natal Brasília 2023, na Esplanada dos Ministérios. O evento promovido pelo Governo do Distrito Federal oferecerá 50 vagas para o trabalho de ambulantes em barraca. Já para as festividades do Réveillon Cidade Luz 2024, a serem celebradas entre os dias 31 de dezembro e 6 de janeiro de 2024, serão outras 50 vagas também para barracas.

Para os dois eventos, a Secretaria Executiva das Cidades vai cadastrar os ambulantes nesta terça-feira (12), no Anexo do Palácio do Buriti, 9º andar, sala 912. No momento da inscrição, os participantes devem apresentar original e cópia de documento pessoal com foto, comprovante de endereço em seu nome ou declaração de residência, e foto no celular trabalhando na barraca que é utilizada no comércio ambulante.

Serão reservadas 5% das vagas para pessoas com deficiência e será cobrado o pagamento de R$ 1,10 por dia para cada metro quadrado, pelo uso da área pública. Pelos 18 dias do evento Um Sonho de Natal Brasília 2023, os contemplados deverão pagar o total de R$ 178,20. Para os sete dias do Réveillon Cidade Luz 2024, será cobrado o valor de R$ 69,30. O pagamento é por meio de DAR eletrônico da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal.

Se houver inscrições acima da quantidade de vagas ofertadas, será feito sorteio imediatamente após o término do horário previsto, com a presença dos requerentes que estiverem no momento, para estabelecer a lista dos ambulantes a serem licenciados.

A divulgação dos nomes dos contemplados para os dois eventos será feita na tarde do dia 13 de dezembro, no site da Secretaria de Governo (Segov-DF). A entrega das licenças eventuais ocorrerá na sexta-feira (15), de 8h às 14h, na sala 912 do Anexo do Buriti, diretamente aos comerciantes contemplados.

A Secretaria Executiva das Cidades adverte que os ambulantes que operam sem licença ou em desacordo com as normas previstas no edital podem sofrer penalidades como apreensão de mercadorias; remoção do local de venda, em caso de ocupação ilegal de um espaço público; e ficar impedido de participar dos próximos três chamamentos. Sendo reincidente, perderá o direito de participar de eventos.

*Com informações da Secretaria de Governo do Distrito Federal (Segov-DF)

TEXTO:  Agência Brasília* | Edição: Igor Silveira

O Distrito Federal deu mais um passo para financiar obras importantes de infraestrutura em andamento e a começar. Nesta sexta-feira (1º), foi publicada no Diário Oficial do DF (DODF) a lei que autoriza o governo local a contratar financiamento junto ao Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata). Com garantias da União, o valor do crédito pode chegar a US$ 60 milhões, o equivalente a cerca de R$ 300 milhões.

Os recursos já têm destino certo. No Sol Nascente/Pôr do Sol, serão utilizados como contrapartida para o GDF executar e concluir todas as obras de infraestrutura em andamento. Em Taguatinga, o financiamento vai custear a obra do Drenar Taguatinga.

E a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), responsável pela gestão do crédito, ainda destinará parte do dinheiro para fortalecer a implementação da metodologia Building Information Modeling (BIM), utilizada na gestão e fiscalização de obras.

“Sabemos da dificuldade de levantar recursos para o financiamento de obras importantes. Buscamos esse recurso junto ao Fonplata para garantir a continuidade do investimento nas obras de infraestrutura em andamento da região do Sol Nascente. Esse recurso também vai garantir a execução de parte do Drenar Taguatinga, importante reforço no sistema de drenagem da região”, afirma. “Também vamos reforçar nosso parque tecnológico e ampliar a capacitação dos servidores da Secretaria de Obras na aplicação da metodologia BIM desde o projeto até a execução da obra”, complementa o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

O empréstimo precisou ser aprovado pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), órgão do Ministério do Planejamento e Orçamento, chefiado pela ministra Simone Tebet. Depois, teve a lei aprovada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e agora foi sancionada pelo governador Ibaneis Rocha. A próxima etapa é a autorização do Tesouro Nacional.

Segundo o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz, o financiamento é essencial para o desenvolvimento do DF. “A captação desses recursos é fundamental para darmos andamento às obras de drenagem no Sol Nascente/Pôr do Sol. O governador determinou e seguimos focados na captação de recursos que estão disponíveis no mercado para financiar o desenvolvimento e infraestrutura das cidades, melhorando a vida da população”, avalia Ney Ferraz.

Projetos

Conhecido como Drenar Taguatinga, o projeto estava engavetado há mais de 10 anos, mas vai sair do papel. Ele consiste na revisão e readequação dos projetos de drenagem nas áreas de contribuição de 18 bacias de detenção.

Já o Sol Nascente tem obras em andamento nos trechos I e III, e já recebeu R$ 156 milhões em investimentos. A cidade de 95 mil habitantes tem recebido atenção perene do governo para ganhar a infraestrutura que seus moradores merecem.

Fonte: Ian Ferraz, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger

 

Desde que virou uma região administrativa em agosto de 2019, o Sol Nascente/Pôr do Sol tem se transformado, de fato, em uma cidade. Para tanto, o GDF investe cerca de R$ 600 milhões em obras de infraestrutura e equipamentos públicos para desenvolver e acompanhar o ritmo de crescimento da cidade, que reúne mais de 95 mil pessoas.

Se no ano 2000 a região tinha pouco mais de 7 mil moradores, em dez anos esse número chegou a 75 mil pessoas, e atualmente a população é de quase uma centena de milhares de pessoas, o que coloca a região administrativa na prateleira das mais populosas do Distrito Federal. E se lá atrás os investimentos não acompanharam esse crescimento populacional desordenado, hoje esse caminho tem tomado um rumo diferente com muitas obras e entregas.

“Quando fundamos a região administrativa sabíamos o que enfrentaríamos. Agora, estamos implementando o que há de melhor nessa cidade”Ibaneis Rocha, governador

“Quando fundamos a região administrativa sabíamos o que enfrentaríamos. Agora, estamos implementando o que há de melhor nessa cidade”, afirma o governador Ibaneis Rocha, ciente dos desafios de uma das maiores cidades do DF.

Dos R$ 600 milhões de investimento, R$ 282 milhões se destinam às obras de infraestrutura nos três trechos (I, II e III), sendo R$ 156 milhões já aplicados. O restante se distribui em serviços de saneamento básico, duas creches já entregues, um conselho tutelar em funcionamento, uma rodoviária em fase final de obra, uma unidade da Casa da Mulher Brasileira a ser construída e o segundo restaurante comunitário da cidade, já inaugurado.

O equipamento na área social é considerado, inclusive, um dos mais importantes, pois tem capacidade para vender até 3,6 mil refeições diárias, de domingo a domingo, por apenas R$ 2 o café da manhã, almoço e jantar. E vem mais por aí. Há previsão de a cidade ganhar uma feira, grupamento do Corpo de Bombeiros Militar, delegacia, uma sede para a administração regional, entre outros equipamentos públicos.

“É a demanda surgindo permanentemente em velocidade rápida e o governo correndo atrás para atender o menor tempo possível. Essa é a realidade que nós vivemos nas grandes cidades brasileiras”, lembra o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo.

“Nosso trabalho é desmistificar a ideia de que Sol Nascente/Pôr do Sol é a maior favela do Brasil. Esse é o objetivo número um, por isso o governador Ibaneis criou a região administrativa, para fazer toda a infraestrutura e a colocação dos equipamentos públicos e dar condições às pessoas terem uma cidade completa”, acrescentou o secretário. O gestor ainda lembrou que o Sol Nascente/Pôr do Sol nasceu e cresceu fruto da ocupação desordenada de milhares de famílias do DF e do Entorno que buscavam um lugar para morar em uma região já consolidada da capital.

Benefícios

“Nosso trabalho é desmistificar a ideia de que Sol Nascente/Pôr do Sol é a maior favela do Brasil”José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo

Todo esse trabalho é para trazer benefícios reais aos moradores. A drenagem é para uma melhor captação das águas pluviais, controlando todo o fluxo que chega às bacias de contenção ou o que vai desaguar nos córregos do Rio Melchior. Em outra frente, ela reduz os riscos com alagamentos, enchentes e processos erosivos.

A pavimentação, os meios-fios e as calçadas atacam o problema da mobilidade urbana, e permitem, assim, a circulação das pessoas e o acesso de serviços como a coleta de lixo, o transporte público, os Correios, a segurança pública e saúde.

“Uma das consequências da ocupação irregular, caso do Sol Nascente, é, justamente, a falta de infraestrutura urbana. Estamos trabalhando incansavelmente para levar qualidade de vida a moradores e comerciantes dessa região. Desde a retomada das obras, em junho de 2021, já investimos mais de R$ 152 milhões e seguimos avançando. Já executamos mais de 50% das redes de drenagem previstas em contrato. São essas redes que vão resolver de forma definitiva os tradicionais problemas causados pela chuva. Seguiremos com as obras mesmo no período chuvoso. Os recursos estão garantidos e todos os serviços previstos em contrato serão executados”, detalha o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

Reconhecimento

O Trecho II teve 100% dos serviços executados e contou com investimento de R$ 68 milhões. Agora, o GDF se dedica aos trabalhos de pavimentação asfáltica, drenagem, instalação de meios-fios, construção de calçadas, sinalização horizontal e vertical e bacias de detenção nos trechos I e III, sendo este o maior e mais complexo, dividido em três diferentes lotes.

Quem reside no Trecho III acompanha de perto o trabalho do governo para concluir as diversas obras de infraestrutura. É o caso de Ângela Prado, de 37 anos, sendo 15 deles vivido no Trecho III. “Estamos muito felizes. O Sol Nascente foi onde criei meus filhos, onde estabeleci meu comércio. É um sonho concretizado”, avalia. “Antigamente, sofríamos muito com a poeira e, quando chovia, a água vinha toda para cá, trazendo lama e lixo. Agora, com essa obra, será muito bom, vai melhorar muito”, avalia.

Os elogios encontram eco em outros moradores de longa data do setor. “Estou aqui há 17 anos, lutando por essas melhorias. Agora, esse investimento é tudo o que precisávamos. Esse cuidado é de extrema importância”, afirma Otacílio Lopes da Silva, 71 anos. “Ficamos orgulhosos de morar na cidade desde o início e poder testemunhar de perto as melhorias realizadas pelo governo aqui”, complementa o comerciante Fábio José da Silva, 43 anos.

Acompanhe, a seguir, área por área, o que já foi feito e o que vai ser entregue na cidade:

⇒ Infraestrutura

No Trecho I, a construção da ponte de ligação ao Trecho II está na reta final. A previsão é de que a liberação para o trânsito de veículos ocorra em dezembro. Também segue em andamento serviços de terraplanagem, pavimentação em piso intertravado e assentamento de meios fios nas ruas da chácara 34, a construção do dissipador da lagoa de detenção 2, além de execução de rede de drenagem na chácara 51. Já o Trecho III tem obras de escavação de rampa de lagoa, execução de redes de drenagem, pavimentação asfáltica e bacias de contenção sendo feitas.

⇒ Desenvolvimento social

O Sol Nascente já contava com um restaurante comunitário na QNR 1, Área Especial 2, e ganhou mais um, na Quadra 105 do Trecho II. A nova unidade tem 1.380 m², refeitório, depósito de alimentos, banheiros, bilheteria, caldeira, reservatório de água e casa de gás.

⇒ Educação

O governo entregou a primeira creche na área do Pôr do Sol, o Cepi Jandaia, com capacidade para 188 alunos, e a primeira na área do Sol Nascente, o Cepi Sarah Kubitschek, com o mesmo número de atendimentos. Além disso, abriu as portas da Escola Classe JK, para 900 alunos.

⇒ Mobilidade

A mobilidade será ampliada com a rodoviária, em construção na Quadra 105, no Trecho II, e que vai atender cerca de 20 mil pessoas. O terminal terá seis baias para embarque, 10 pontos de estocagem, 14 vagas de estacionamento para carros e 11 para motos, paraciclos com 24 vagas, três salas para apoio administrativo, além de lanchonete e banheiros com acessibilidade. O GDF também construiu dezenas de abrigos de ônibus e implantou 10 novas linhas de ônibus.

⇒ Moradia

A cidade também é atendida com o programa Melhorias Habitacionais, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). Já foram entregues 448 unidades habitacionais, o que representa moradia para mais de 1,7 mil pessoas. Os apartamentos se dividem entre os empreendimentos Parque do Sol e Residencial Horizonte.

Em outra frente, o GDF atua em melhorias habitacionais voltadas para famílias de baixa renda em áreas de interesse social. Na cidade, 11 casas foram reformadas.

⇒ Saúde

Na pandemia, o GDF inaugurou um hospital de campanha ao lado da primeira UPA de Ceilândia. Ele se transformou no Hospital Cidade do Sol e atende a região.

⇒ Saneamento básico

Em janeiro deste ano, a Caesb finalizou mais uma etapa da implantação do sistema sanitário da cidade: a Estação Elevatória de Esgotos, que atende cerca de 17 mil moradores nesta fase. A companhia estima que o atendimento à região administrativa com redes coletoras de esgotos esteja em torno de 90%.

⇒ Iluminação pública

Na iluminação pública, a CEB instalou substituiu mais de 1,2 mil luminárias por LED e instalou 239 luminárias, totalizando um investimento de R$ 1,7 milhão na eficiência energética e na expansão da rede.

⇒ Limpeza urbana

A cidade conta com coleta convencional porta a porta, de segunda a sábado, nas ruas em que há acesso para os caminhões compactadores. Onde não é possível o acesso, a população pode usar um dos 57 papa-lixos em operação na região. O serviço de varrição manual é realizado na região de segunda a sábado e há duas unidades de papa-entulhos para atender a cidade, localizadas na QNP 28 e na QNN 29 em Ceilândia.

Texto retirado do site POLÍTICA DISTRITAL

Escrito por: Ian Ferraz e Victor Fuzeira

O Distrito Federal viveu seu dia mais quente do ano em pleno mês de novembro. Nesta terça-feira (14), os termômetros da Subestação de Águas Emendadas, em Planaltina, marcaram 37,3ºC. A alta temperatura ainda veio combinada a uma umidade muito baixa, que chegou à casa dos 15%, deixando a Defesa Civil e a Secretaria de Saúde (SES) da capital do país em estado de alerta.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as condições climáticas extremas devem seguir até sexta-feira (17) – até lá, o DF e outros 15 estados brasileiros continuam em alerta vermelho. E, ainda que chuvas isoladas e alguma nebulosidade amenizem um pouco a temperatura, os termômetros não devem baixar dos 34ºC.

“Um sistema de alta pressão tem feito com que a superfície da atmosfera não consiga desenvolver nuvens”, explica a meteorologista Deyse Moraes, do Inmet. “Essa condição gera um tempo mais aberto, um céu mais claro… Faz com que as temperaturas se elevem e a umidade caia.”

O calor e a seca têm levado centenas de pessoas às unidades públicas de saúde do DF. Referência técnica distrital de medicina de família e comunidade, Camila Damasceno conta que a desidratação costuma ser a grande vilã, atingindo principalmente crianças e idosos, que precisam de auxílio para manter uma ingestão de líquido adequada.

“O corpo dá vários sinais de que está desidratado, e é preciso ficar atento a eles”, afirma Camila. “Urina escura e com cheiro forte, sensação de boca seca, com a garganta arranhando, dores de cabeça, tontura, enjoo e até dificuldade de concentração indicam que a pessoa precisa se hidratar.”

Em média, um adulto saudável deve consumir, por dia, cerca de 30 ml de água por quilo de peso corporal. Por exemplo: uma pessoa com 65 kg precisa beber quase 2 l de água diariamente para ficar bem hidratada. A médica ressalta, no entanto, que outros cuidados devem ser tomados para manter-se saudável em temperaturas mais altas do que o normal.

Confira alguns deles:
→ Mantenha portas e janelas abertas para que os ambientes fiquem mais frescos e ventilados. Se estiver ao ar livre, procure ficar na sombra para evitar a exposição ao sol;
→ Evite a prática de exercícios físicos das 10h às 16h. O conselho vale para os pets também – nos horários mais quentes, além de ficarem mais cansados, os bichinhos podem queimar as patas no asfalto;
→ Procure usar roupas frescas, feitas com tecidos naturais;
→ Prefira alimentos leves. E cuidado com as bebidas alcoólicas – uma cervejinha gelada pode ser refrescante, mas o álcool colabora para a desidratação do organismo;
→ Abuse do protetor solar e do hidratante corporal para manter a pele protegida e saudável. O mesmo vale para os lábios.

Driblando o calor

Onde quer que esteja, o ventilador virou companhia constante do salgadeiro Rosinaldo Santiago, 23 anos. No trabalho, os fornos da cozinha esquentam ainda mais o ambiente, exigindo que o circulador de ar funcione na potência máxima. Quando ele chega em casa, o aparelho não tem descanso, já que abrir as janelas não garante o refresco necessário para uma boa noite de sono.

“Tenho arrochado o ventilador mesmo, não tem jeito não”, revela o morador de Ceilândia. “A gente acha que está acostumado ao calor, mas esses dias estão demais. Tenho bebido muito mais água do que o normal, e mesmo assim o corpo está sentindo a temperatura mais alta. Tá atrapalhando até para pedalar, porque a gente cansa mais rápido.”

O economista Marcos Vinicius Dantas, 55, afirma que nunca sofreu tanto com o clima de Brasília. “Está péssimo, a gente já acorda exausto, não tem ânimo para fazer nada”, reclama. Se a situação está ruim para o morador do Lago Norte, imagine para seus dois cachorros da raça bernese, originária dos Alpes Suíços. Com sua pelagem farta e longa, Manolo e Ravena têm exigido cuidados especiais.

“Estamos investindo em frutas como melancia para melhorar a hidratação”, conta Marcos Vinícius. “Além disso, liberamos os banhos de piscina e temos deixado os dois dormirem dentro de casa, no ar-condicionado”, diz. Na hora de passear com os pets, no entanto, não teve cuidado especial que desse jeito no calor. “Eles costumam andar uns 4 km. Hoje, mal conseguiram completar 1 km”, lamenta o economista.

Diante da forte onda de calor, a Defesa Civil tem incluído dicas importantes nos alertas que emitem sobre as condições climáticas do DF. “Nessa terça [14], em São Paulo, um menino de 2 anos veio a óbito, porque foi esquecido dentro de uma van. Então, passamos a atentar para que tutores não deixem crianças e animais dentro de veículos estacionados. A temperatura sobe muito, e o risco de morte é grande”, avisa o capitão Renato Augusto Silva.

Quem quiser receber os alertas da Defesa Civil pode se cadastrar enviando um SMS para o número 40199. “Basta informar o CEP da residência”, ensina o capitão. “Sempre que as temperaturas superam os 33ºC e a umidade fica abaixo de 30%, geramos um alerta”.

 

Texto: Carolina Caraballo, da Agência Brasília | Edição: Carolina Lobo

A partir desta quinta-feira (26), os interessados podem aderir ao Refis 2023, o novo Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do Distrito Federal. O Decreto nº 45.110, assinado pelo governador Ibaneis Rocha, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), autorizou o início das renegociações, que deverão ser efetuadas até o dia 30 de novembro. Esta é mais uma oportunidade para pessoas físicas e jurídicas regularizarem os débitos cujos fatos geradores tenham ocorrido até 31 de dezembro de 2022.

O governo visa, por meio desta iniciativa, regularizar a situação fiscal da população e dos empresários, ao mesmo tempo em que busca aumentar a arrecadação. A expectativa é arrecadar cerca de R$ 400 milhões com a adesão ao Refis até 30 de novembro. Segundo estimativas dos técnicos da Secretaria de Fazenda do Distrito Federal (Sefaz), mais de 150 mil pessoas físicas e 4,5 mil empresas estão aptas a aderir ao programa. Nesta edição, o pagamento pode ser efetuado de duas formas: à vista, com um desconto de 99% em juros e multas; ou parcelado, com um pagamento inicial de 10% e o restante dividido em até 120 parcelas.

O governador Ibaneis Rocha destacou a importância do programa para a economia do Distrito Federal. “As limitações impostas pela pandemia trazem reflexos até hoje tanto para empresários quanto para cidadãos. Este novo Refis é mais uma oportunidade para que todos possam regularizar seus débitos. Para o GDF é um importante reforço de caixa para que possamos manter nossas ações e obras em dia”, afirmou.

O programa abrange uma ampla variedade de débitos, que incluem Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS), Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Imposto sobre a Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis e Direitos a Eles Relativos (ITBI), Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis ou Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD) e Taxa de Limpeza Pública (TLP).

A adesão ao Refis-DF 2023 pode ser realizada pessoalmente nas unidades da Receita do DF ou pelo Portal de Serviços da Receita do Distrito Federal.

Com informações da Sefaz

Texto:  Agência Brasília | Edição: Carolina Lobo

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) recebeu sinal verde do governo federal e da Câmara Legislativa para obtenção de empréstimo internacional no valor de US$ 75 milhões, cerca de R$ 365 milhões, para investimento em obras de drenagem e infraestrutura no Sol Nascente, Taguatinga e outras regiões administrativas.

A operação de crédito foi feita junto ao Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata) destinada à execução no âmbito do Programa de Infraestrutura e Readequação Urbana do Distrito Federal, conhecido como Infra-DF. “Conseguimos esses recursos junto a este importante organismo internacional multilateral para a execução de obras estratégicas para a população do DF e a implantação de um projeto técnico social nas áreas mais carentes onde essas obras serão executadas”, explica o chefe da unidade de gerenciamento de programas internacionais da Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF), Bruno Alves.

Para a aprovação do financiamento, o empréstimo precisou ser aprovado pela Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex), órgão do Ministério do Planejamento e Orçamento, chefiado pela ministra Simone Tebet. As próximas etapas consistem na aprovação de lei autorizativa pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e autorização do Tesouro Nacional.

“Estamos enfrentando um momento difícil com a queda na arrecadação e esses recursos extra-orçamento ajudam muito no financiamento de projetos de investimento da cidade”, explica o secretário de Planejamento, Ney Ferraz, que destaca que ainda trabalha para fechar o empréstimo até o fim do ano. “É uma determinação do governador e estamos focados nisto: captar recursos disponíveis no mercado para financiar o desenvolvimento socioeconômico da região, melhorando a vida da população”, completa.

Aplicação dos recursos

O acordo com o organismo internacional estabelece que sejam investidos US$ 22 milhões (R$ 110 milhões) em obras de drenagem e readequação urbana no Sol Nascente; US$ 46 milhões (R$ 230 milhões) na implantação de sistema de drenagem pluvial e pavimentação asfáltica em Taguatinga; e US$ 6 milhões (R$ 30 milhões) em ações de fortalecimento institucional para avanço da implementação da metodologia Building Information Modeling (BIM) na gestão e fiscalização de obras.

“O acesso a esse financiamento só foi possível graças ao empenho e comprometimento da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Administração do Distrito Federal, na figura do secretário Ney Ferraz, que não mediu esforços para oferecer todas as garantias necessárias ao organismo internacional”, destaca Luciano Carvalho, Secretário de Obras.

Carvalho acrescenta que o GDF está empenhado em levar qualidade de vida à população de todas as regiões do DF. “Com esse financiamento, vamos conseguir avançar um pouco mais na busca por soluções de problemas estruturais no sistema de drenagem e modernizar a infraestrutura urbana em áreas com alta densidade populacional”, conclui.

Com informações da Seplad-DF

Texto:  Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

Após um período de temperaturas altas, a temporada de chuva teve início no Distrito Federal com as equipes do governo de prontidão para possíveis ocorrências. Nos dois últimos dias, entre quarta (1º) e quinta-feira (2), algumas regiões da capital federal sofreram com forte tempestades de granizo acompanhadas de fortes ventos.

Foram registrados danos em áreas do Sol Nascente/Pôr do Sol, Planaltina e Arapoanga. Todas essas localidades estão recebendo os serviços das equipes do Governo do Distrito Federal (GDF) para conter os prejuízos causados pelas precipitações por meio das equipes multidisciplinares dos grupos criados para demandas emergenciais.

No Sol Nascente/Pôr do Sol, os servidores da administração regional e da Secretaria de Obras e Infraestrutura atuam em conjunto na avenida principal do Trecho III e na ponte de ligação entre os trechos I e II. Ainda em obras devido a construção do sistema de drenagem, o Trecho III teve alagamentos nos comércios e aparecimento de buracos. Na manhã desta sexta-feira (3), toda a água já havia sido contida e as aberturas na pista, fechadas.

“O Trecho III costuma ser mais afetado pelas chuvas porque estamos construindo a rede de drenagem. Mas assim que a tempestade começou a administração esteve presente. Verificamos os problemas e fomos saná-los o mais rápido possível”, explica o administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Claudio Ferreira. Agora, os serviços no local são de continuidade da obra de drenagem, que tem investimento de R$ 134,6 milhões do GDF.

Na área que liga o Trecho I ao II, onde está sendo construída uma ponte e estão sendo instalados quatro tunnel liners – que são bueiros metálicos para drenagem de água pluvial – para rede de escoamento da água, as equipes fazem a limpeza com a retirada de terra, recomposição das erosões e isolamento da área para segurança dos moradores.

“Aqui é uma área em que se forma uma bacia. O governo iniciou a obra dessa ponte porque as manilhas que existiam aqui não comportavam a vazão da água. Com a chuva forte que deu na quarta-feira houve uma erosão no local e a administração já entrou em contato com a Defesa Civil para ver essa questão”, revela o diretor de Obras da administração regional, Cairo Vaz. “O tunnel liner também foi comprometido, mas os profissionais já estão no local equacionando todo o problema e retirando todo o entulho que estava dentro das chapas”, completa.

A Defesa Civil foi acionada para atuar nas localidades afetadas pela chuva e realizou vistorias em casas e áreas de risco. Nenhuma casa precisou ser interditada e não houve registro de feridos.

O Sol Nascente receberá em breve uma Casa da Mulher Brasileira (CMB) para fortalecer o apoio às mulheres em situação de violência e vulnerabilidade. A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) formalizou o contrato para a construção da unidade nesta sexta-feira (3). O investimento é de R$ 1,6 milhão, verba proveniente de emendas federais e recursos do próprio Governo do Distrito Federal (GDF).

Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, as novas unidades são cruciais para garantir que o auxílio esteja mais acessível à população que necessita. “As CMBs desempenham um papel fundamental no combate à violência de gênero, integrando diversos serviços essenciais em um único local”, afirma. “Isso agiliza e fortalece a resposta institucional, promovendo a segurança e proteção das mulheres.”

A unidade do Sol Nascente, com aproximadamente 270 m² de área construída, será equipada para fornecer suporte abrangente, incluindo recepção, depósito, copa, banheiros e diversas salas especializadas, como as de coordenação técnica, atendimento individual, multifuncional, em grupo e convivência. Além disso, a CMB contará com brinquedoteca e fraldário. 

Outras unidades

O Distrito Federal já dispõe de uma unidade completa da Casa da Mulher Brasileira em Ceilândia, oferecendo apoio integral às mulheres vítimas de violência. Além de acolhimento, o local oferece cursos de capacitação profissional. Somente neste ano, essa unidade prestou mais de 9 mil atendimentos.

Outras três casas com o mesmo padrão serão entregues à população. As unidades de São Sebastião, Sobradinho II e Recanto das Emas estão em fase de construção. As edificações pertencem à tipologia III, definida pelo número de habitantes das regiões administrativas onde estarão localizadas. Isso significa que serão menores do que a CMB de Ceilândia, mas igualmente preparadas para o atendimento ao público. 

Com informações da Secretaria da Mulher do DF

Texto: Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) divulgou, nesta terça-feira (24), a convocação dos moradores de 332 imóveis localizados no Sol Nascente, que deverão apresentar a documentação necessária para viabilizar a titulação de seus imóveis. A coleta vai começar no dia 27 de novembro.

Os convocados podem apresentar a documentação necessária, pessoalmente, na Administração Regional de Sol Nascente/Pôr do Sol, entre os horários de 9h às 12h e das 14h às 17h. Além disso, o morador pode optar por entregar pelo e-mail constante na tabela ou por visita domiciliar da Codhab.

Confira o cronograma e a listagem dos endereços no edital.

Este é o primeiro passo para o procedimento de habilitação no Regulariza DF. Após a coleta dos documentos, a Codhab inicia a análise, conforme os critérios legais. No final, os moradores habilitados serão contatados para receber todas as informações sobre a entrega das escrituras públicas.

Na página Regularização – Programa Regulariza DF, no portal da Codhab, está disponível o edital completo com documentos, requerimentos e endereços.

*Com informações da Codhab

Oferecer à população do Distrito Federal parques urbanos com estrutura segura e de acordo com projeto paisagístico aprovado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan) é a proposta do programa Nosso Parque Legal. A iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), prevista em decreto publicado nesta quinta-feira (19), tem o objetivo de orientar as administrações regionais acerca das diretrizes necessárias para que um parque urbano seja implementado e, assim, esses espaços tenham a infraestrutura adequada para o desenvolvimento de atividades recreativas, culturais, esportivas, educacionais e artísticas.

Hoje o Distrito Federal tem 24 parques urbanos, distribuídos em 12 regiões administrativas, que precisam de implantação ou de adequações das estruturas existentes ao ordenamento urbano definido pelo Conplan. A coordenação das ações necessárias à execução do Nosso Parque Legal será feita pela Secretaria de Governo do DF (Segov), que vai trabalhar em parceria com as administrações para impulsionar a implantação dos parques.

O secretário-executivo das Cidades, Cláudio Trinchão, explica que o primeiro passo para a implantação de um parque é a administração regional solicitar, à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), as diretrizes para elaboração de plano de uso e ocupação da área. Após a elaboração, a administração tem que encaminhar o plano à Seduh, que o submeterá à aprovação do Conplan. Só então é que os equipamentos públicos para as atividades de esporte, lazer e recreação podem ser implantados.

“O programa Nosso Parque Legal está arrimado em três eixos: formalização dos parques nos termos da legislação vigente, implantação das infraestruturas físicas e manutenção. Além das ações diretas a serem empreendidas pelo Governo do Distrito Federal, parcerias com órgãos públicos diversos e com a sociedade civil viabilizarão novas formas de investimentos e manutenção dos parques públicos. Assim, os novos espaços públicos estruturados com banheiros, quadras esportivas, pistas para práticas de esportes, paisagismos e iluminação possibilitarão ganhos significativos da qualidade de vida e segurança da população brasiliense”, afirma Cláudio Trinchão.

Além da implantação dos parques, o decreto visa incentivar o engajamento da comunidade não apenas no processo inicial de implantação, mas também no uso e na manutenção dos espaços.

Outro ponto importante da medida é a previsão de ações para promover a implementação de infraestruturas ou a melhoria daquelas já existentes em parceria com outros programas do GDF, como os programas Adote uma Praça, RenovaDF e GDF Presente.

*Com informações da Segov

Texto: 

Agência Brasília* I Edição: Débora Cronemberger

A rede pública de ensino do Sol Nascente ganhou reforço do berçário ao maternal. Na manhã desta terça-feira (17), o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Sarah Kubitschek foi inaugurado pelo governador Ibaneis Rocha. A creche, construída na Quadra 500 do Trecho 1, tem capacidade para atender 188 crianças em período integral.

“É com muita alegria que estamos aqui, numa inauguração tão significativa para uma cidade com tantas carências. Nós fundamos a Região Administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol sabendo de tudo que enfrentaríamos. E estamos implementando o que há de melhor nessa cidade”, ressaltou Ibaneis Rocha. “Já inauguramos Restaurante Comunitário, escolas e creches. Temos certeza que venceremos todas as dificuldades aqui, que não são pequenas.”

Os 1.637,63 m² do Cepi Sarah Kubitschek oferecem toda a estrutura necessária para que crianças de até 3 anos passem 10 horas por dia na instituição. São dez salas de aulas, uma sala multiúso, lactário e sala de amamentação, pátio coberto, parquinho, cozinha, refeitório e estrutura administrativa completa. Para aplacar o calor dos dias mais quentes e garantir mais diversão, a creche ainda oferece diversos chuveirões na área externa.

“A garotada vai ficar aqui das 7h30 às 17h30. Os alunos brincam, socializam, aprendem a ter mais autonomia, fazem cinco refeições por dia, descansam e voltam para casa já de banho tomado”, contou a diretora do novo Cepi, Jeanne Monsueth. “É uma estrutura digna das melhores cidades, que oferece todo o conforto, a segurança e o acolhimento que os pequenos precisam”, completa.

A construção da unidade, no valor de R$ 6.437.414,61, foi viabilizada por um acordo judicial entre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a construtora Paulo Octávio. Ficou a cargo da empresa privada o financiamento e a execução da obra.

Creche sem fila

Para quem tem filho pequeno, a inauguração do Cepi Sarah Kubitschek representa um divisor de águas. “Eu não tinha com quem deixar o Mathias. Então, estou sem trabalhar há dois anos, desde o seu nascimento”, comentou a dona de casa Kezia Thielle, 24 anos. “Agora, com um Cepi do lado da minha casa, poderei procurar um emprego com a segurança de que meu filho estará bem-cuidado.”

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem trabalhado intensamente para aumentar o acesso a creches públicas. Nos últimos cinco anos, mais de R$ 28 milhões foram mobilizados na entrega de nove creches públicas em Ceilândia, Samambaia, Pôr do Sol, Planaltina e Lago Norte. Outros 16 Cepis estão em construção, um investimento que supera os R$ 85 milhões.

“Temos, ainda, a construção de outras 17 unidades em processo de licitação. Vamos conseguir diminuir bastante a espera por vagas”, informou a secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá. “A creche tem um valor muito importante, principalmente em regiões onde as mães precisam ter um espaço para deixar seus filhos enquanto trabalham.”

Além da construção de novos Cepis, o GDF está recadastrando pais e responsáveis já inscritos na lista de espera por uma vaga em creches públicas no DF. “Temos muitas crianças cadastradas em duplicidade – o pai usa o CPF para pleitear uma vaga perto do trabalho, a mãe inscreve o CPF em busca de uma instituição perto de casa. Agora, o cadastro será feito com o CPF da própria criança”, explicou Hélvia.

No último dia 5, o governador Ibaneis Rocha também assinou um decreto permitindo que escolas ampliem suas instalações para receber um número maior de alunos. As creches, por exemplo, poderão ter mais de 200 crianças, capacidade máxima permitida até então pela SEEDF. Para que a ampliação seja feita, será preciso atender todos os critérios de segurança e acessibilidade.

O aumento da oferta de vagas para crianças de até 3 anos tem animado a cuidadora Fernanda Rosa da Silva, 23. “Eu estava trabalhando apenas nos finais de semana porque não tinha quem cuidasse da Ayla, que tem 1 aninho”, afirmou a moradora do P Sul, em Ceilândia. “É maravilhoso saber que poderei aumentar a renda da família enquanto minha filha ficará segura em uma creche”, conta ela.

 

Texto: Carolina Caraballo, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

lista dos agendamentos de castração de animais domésticos para o mês de outubro foi divulgada pela Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal. Os beneficiados que se inscreveram pelo Agenda-DF devem comparecer aos locais indicados nas datas marcadas. Os agendamentos vão até o dia 20 de outubro.

No dia da castração é necessário levar uma cópia da carteira de identidade ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além de um comprovante de residência. Caso a pessoa que vai acompanhar o pet não seja o proprietário cadastrado no programa, é preciso levar uma declaração assinada informando os dados de quem vai levar o animal. Isso em caso de parentesco. Caso não haja parentesco, além dos documentos de identificação é exigida uma procuração autenticada por cartório, autorizando a ação.

Orientações pré e pós-cirúrgicas

Antes de levar o animal para a cirurgia, é necessário que ele esteja em jejum de água e ração por no mínimo oito horas. Os gatos devem ser levados na caixinha de transporte e os cães na coleira e, se possível, com focinheira.

É importante ficar atento aos exames laboratoriais e anestesia. O programa custeia apenas a castração, logo, caso o médico veterinário julgue necessário, os exames laboratoriais e anestesia inalatória serão cobrados.

Não são todos os animais que precisam da anestesia inalatória, porém o veterinário pode requisitar caso haja risco na saúde do animal. Geralmente os animais braquicefálicos (de focinho achatado) e com outras condições podem precisar de um diferente tipo de procedimento.

Entre as orientações do pós-operatório, é importante destacar que a clínica não custeia os medicamentos, que podem ser comprados direto na unidade ou em outro lugar. Também é necessário levar o colar ou uma roupinha pós-cirúrgica.

O bichinho precisa ficar em repouso e é recomendado separá-lo de outros animais nos primeiros dias. Após dez dias, o dono pode levar o pet na clínica para a retirada dos pontos.

Como em todo procedimento cirúrgico há riscos, em caso de óbitos decorrentes da cirurgia não haverá custo ao tutor. A clínica ficará responsável pela necropsia do animal, mediante uma autorização manuscrita do responsável – assim como uma recusa de necropsia, caso o tutor não queira realizá-la.

A castração é importante para evitar a superpopulação de animais domésticos e o abandono de ninhadas indesejadas na rua. Além disso, o procedimento também melhora a qualidade de vida dos pets, evitando tumores e diminuindo a agressividade do animal.

Saiba mais sobre as orientações para a cirurgia clicando neste link. Para saber os endereços e orientações específicas de cada clínica, é só acessar a página da Subsecretaria de Proteção Animal.

Texto: Jak Spies, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

Mais uma opção de lazer a caminho para os moradores do Pôr do Sol. O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), lançou a licitação para implantação do campo de futebol society na Quadra 4, próximo dos conjuntos H e I. A empresa selecionada ficará responsável também por realizar serviços de calçadas, rampas de acessibilidade, implantação de mobiliário urbano e paisagismo. O Aviso de Licitação do Pregão Eletrônico nº 10/2023 foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). O valor estimado da contratação é de cerca de R$ 1,9 milhão.

“A área escolhida encontra-se degradada e sem utilidade; com a obra, será transformada em um espaço coletivo para práticas esportivas. O projeto de implantação, com calçadas, bancos, lixeiras e paraciclo, organiza o uso do espaço público, garantindo acessibilidade e conforto aos usuários”
Luciano Carvalho, secretário de Obras e Infraestrutura

A demanda pela construção do campo de futebol society surgiu a partir de solicitação da população local, considerando a falta de mobiliário urbano destinado ao esporte e lazer na região. A localização do campo foi indicada pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab) a partir das áreas possíveis de implantação.

“A área escolhida encontra-se degradada e sem utilidade; com a obra, será transformada em um espaço coletivo para práticas esportivas. O projeto de implantação, com calçadas, bancos, lixeiras e paraciclo, organiza o uso do espaço público, garantindo acessibilidade e conforto aos usuários”, explica o secretário de Obras e e Infraestrutura, Luciano Carvalho.

Os interessados em participar da licitação podem acessar o edital e anexos da licitação no site da SODF. A licitação está prevista para ocorrer no dia 11 de outubro, às 9h, por meio do site www.gov.br/compras. Mais informações pelo telefone (61) 3306-5038 e e-mail cplic@so.df.gov.br.

*Com informações da Secretaria de Obras e Infraestrutura do DF

TEXTO: Agência Brasília

A Neoenergia realiza o atendimento itinerante nas Administrações Regionais (RA's), no formato presencial e itinerante, conforme cronograma de demanda e sem hora marcada. Essa ação busca aproximar a população dos serviços oferecidos pela distribuidora.

Cronograma

O cronograma semanal de atendimento pode ser consultado no site da Neoenergia Brasília (neoenergiabrasilia.com.br) ou ainda pelo perfil da distribuidora no Twitter: @neoenergiabsb.

A Neoenergia oferece também outros seis pontos fixos de atendimento presencial – no Paranoá, em Planaltina, São Sebastião, Taguatinga, Samambaia e no Lago Sul – sem necessidade de agendamento. Outra possibilidade são os sete postos do Na Hora.

Confira abaixo os locais de atendimento itinerante da Neoenergia entre os dias 2 e 6 de outubro:

Administrações Regionais Segunda-feira

8h às 12h: Paranoá, Santa Maria e Sol Nascente/Pôr do Sol

14h às 18h: Gama e Lago Norte

Terça-feira

8h às 12h: Arniqueira, Samambaia e Sobradinho

14h às 18h: Recanto das Emas, Sobradinho II e Vicente Pires

Quarta-feira

8h às 12h: Brazlândia e Núcleo Bandeirante

14h às 18h: Ceilândia, Plano Piloto e Park Way

Quinta-feira

8h às 12h: Itapoã, Lago Sul, Sudoeste/Octogonal

14h às 18h: Candangolândia, Cruzeiro, Riacho Fundo e Varjão

Sexta-feira

8h às 12h: Fercal, São Sebastião e SCIA/Estrutural

14h às 18h: Jardim Botânico, Planaltina e SIA

 

*Texto: Neoenergia

Chegou a hora de a comunidade do Sol Nascente/Pôr do Sol dizer o que espera para o futuro da região administrativa. No próximo sábado, dia 30 de setembro, ocorre a oficina participativa para a revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), lei que irá determinar o desenvolvimento do Distrito Federal pelos próximos dez anos.

O encontro terá início às 9h, na Escola Juscelino Kubitschek, localizada na Quadra 500, Área Especial 1, Trecho 1. O objetivo é reunir a população para discutir temas importantes para a região, como habitação, mobilidade, regularização, meio ambiente, entre outros.

Esta é a 34ª oficina organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), e a expectativa é que, a partir das sugestões apresentadas pela população, o texto final do Pdot reflita não só o desenvolvimento territorial, mas também a inclusão social o bem-estar e lazer dos moradores.

“É no Plano Diretor que são definidas as áreas de oferta habitacional, de preservação ambiental, de regularização, áreas prioritárias para certos tipos de investimento, além das áreas urbanas e rurais”, explica o coordenador de Planejamento e Sustentabilidade Urbana da Seduh, Mário Pacheco.

Para a presidente comunitária do Trecho II, Ivanete de Jesus, a participação da população é fundamental: “Nós moradores é que conhecemos a realidade e as necessidades do lugar em que moramos. É preciso reconhecer o empenho do Governo do Distrito Federal e da Seduh para ouvir as demandas. Quem não participa, não tem como reclamar, pois a hora é agora”.

Sendo assim, se você quer participar de forma ativa nas melhorias de sua região, a oficina é uma ótima oportunidade. Vale lembrar que ela será transmitida no canal da secretaria no YouTube, chamado Conexão Seduh.

Quem pode participar?

Todos os moradores do Distrito Federal interessados em discutir o planejamento urbano e o futuro da cidade, de diferentes faixas etárias, gêneros e níveis socioeconômicos, podem participar das oficinas de todas as regiões administrativas.

Para isso, basta comparecer nas datas e horários marcados. O evento também será transmitido no canal da secretaria no YouTube, chamado Conexão Seduh.

Ao longo deste ano, são previstas 54 oficinas participativas com a população do DF. Confira o calendário completo.

Dinâmica

Na dinâmica da oficina, os participantes serão divididos em grupos para debater assuntos diferentes e poderão fazer contribuições individuais ou em grupo.

Haverá também o registro de falas e percepções, exposição dos principais temas discutidos e a construção de um relatório final da reunião, a ser divulgado posteriormente. Folders e cartilhas impressas serão distribuídas durante o encontro, explicando sobre o processo.

Mais informações podem ser acessadas no site do Pdot.

Serviço
Oficina da revisão do Pdot – Sol Nascente/Pôr do Sol
Data: 30/9 (sábado)
Horário: às 9h
Local: Escola Juscelino Kubitschek, na Quadra 500, Área Especial 1, Trecho 1
Acesso virtual: pelo Youtube no canal Conexão Seduh

*Com informações da Seduh-DF

TEXTO: Agência Brasília* | Edição: Carolina Lobo

Nesta segunda-feira (18), é celebrado o Dia Nacional de Conscientização do Retinoblastoma. Em alusão à data, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) e a Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace) promoveram uma ação para falar sobre a doença. A atividade foi parte da campanha nacional De olho nos olhinhos, iniciativa do casal de jornalistas Daiana Gerbin e Tiago Leifert para colaborar com o diagnóstico precoce.

Durante a tarde de sábado (16), profissionais das duas instituições, voluntários, estudantes de medicina e profissionais da rede pública de saúde, interagiram com as pessoas que passaram pelo shopping Conjunto Nacional para explicar os principais sintomas da doença. O retinoblastoma é um tumor maligno intraocular, que tem maior incidência em crianças menores de 5 anos e é considerado raro. Nos últimos 12 meses, o HCB recebeu oito crianças com a enfermidade. O ideal é que o diagnóstico seja fechado na fase inicial da doença, quando o tumor ainda está dentro do globo ocular. Quando ele cresce e se infiltra no nervo ótico e no sistema nervoso, o prognóstico é pior e as chances de cura diminuem.

A diretora técnica do HCB, Isis Magalhães, ressalta a importância de o hospital ir ao encontro da comunidade. Segundo ela, também há a responsabilidade “do alerta não só à família, mas também para os colegas profissionais de saúde que estão na linha de frente, que recebem essa criança. Os profissionais da educação também podem sentir alguma alteração na visão da criança”.

A ação dos profissionais de saúde da atenção primária é decisiva para o diagnóstico precoce da doença. “O primeiro é o pediatra ou o médico de saúde da família, na Unidade Básica de Saúde, que insere a criança no sistema de regulação com os códigos de oftalmologia para crianças; a criança vai chegar muito rápido ao serviço de oftalmologia pediátrica”, explica a diretora.

A partir da regulação, o tratamento da criança é feito em conjunto por mais de uma instituição. “A rede de saúde pública do Distrito Federal tem oftalmologistas pediatras. Também temos cooperação com serviços fora de Brasília, em São Paulo, quando a criança carece de técnicas mais elaboradas. Isso é feito de maneira rápida e fluida. A criança tem que chegar no Hospital da Criança de Brasília para ter uma referência oncológica e nós organizamos esses tratamentos, conforme cada caso e onde precisar ser feito”, reforça Magalhães.

Sintomas

Durante a ação, as crianças se divertiram com atividades de colorir e com a presença dos Doutores com Riso, voluntários da Abrace que trabalham com palhaçaria. Enquanto isso, os acompanhantes recebiam as importantes informações sobre o câncer ocular.

“Eu já tinha ouvido falar do retinoblastoma antes, mas não conhecia a fundo; não sabia as características da doença ou até que idade poderia aparecer; sabia muito superficialmente”, disse a professora Natália Acioly. Na opinião dela, a campanha é positiva por alcançar muitas pessoas: “Toda ação educativa é importante; em nível nacional, vai chegar a toda a população, a todas as classes sociais e principalmente a quem não tem acesso, muitas vezes, a esse tipo de informação de qualidade.”

O HCB e a Abrace contaram com o apoio de estudantes de medicina do Distrito Federal para a atividade de conscientização. Eduardo Restivo, que está no sexto semestre do curso, considerou a campanha “importante para trazer um entendimento melhor sobre uma doença pouco conhecida e colocar um assunto que eu não conhecia em dia, explicar para a sociedade como diagnosticar mais cedo os sinais e sintomas, a fim de ter o melhor prognóstico”.

Restivo participou de conversas com os pais e mães de crianças e distribuiu cartilhas oficiais da campanha De olho nos olhinhos, contribuindo para que todos conhecessem os sintomas do retinoblastoma. O mais característico deles é a leucocoria, também conhecido como “sinal do olho de gato”. A diretora técnica do HCB, Isis Magalhães, conta a origem do nome: “Normalmente, ao incidir uma luz sobre o nosso olho, a pupila fica vermelha. Se há o crescimento de um tumor intraocular, ele fica branco – às vezes, no flash de uma fotografia. No caso de uma leucocoria, a família pode procurar o próprio pronto socorro de oftalmologia no Hran ou no Hospital de Base, para que tenha entrada imediata no sistema de regulação”.

Os pais devem estar atentos para identificar outros potenciais sintomas, como o estrabismo (quando o movimento dos olhos não é simétrico) e redução da visão. Caso percebam estes sinais, é importante procurar ajuda médica. No Distrito Federal, as crianças são encaminhadas pelo pediatra da atenção primária ou pelo oftalmologista e, uma vez que se tornem pacientes do Hospital da Criança de Brasília, dão início ao tratamento.

Após verificar a extensão da doença e realizar os exames de imagem, os especialistas do HCB discutem cada caso com os dois centros parceiros, ambos em São Paulo: a Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer (Tucca), do Hospital Santa Marcelina; e o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc).

O plano terapêutico de cada criança é executado tanto no HCB quanto nas instituições parceiras, que contam com serviço oftalmológico especializado em retinoblastoma e quimioterapia intra-arterial. Desse modo, é importante que pediatras e oftalmologistas cumpram o fluxo de atendimento corretamente e não “pulem” o encaminhamento ao Hospital da Criança de Brasília.

*Com informações do HCB

Texto: Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

Começam nesta segunda-feira (18) os cadastros presenciais para a segunda edição deste ano da campanha de castração gratuita promovida pela Secretaria do Meio Ambiente e Proteção Animal do Distrito Federal (Sema-DF). Ao todo, serão ofertadas 4 mil vagas exclusivas para castração de espécie canina.

As senhas começarão a ser entregues na Administração Regional de Samambaia, às 8h desta segunda, para tutores de cachorros machos, e na terça (19), no mesmo horário, para tutores de cadelas. Para o cadastro presencial, é necessário que o responsável pelo pet apresente um documento oficial com foto. 

Os tutores também têm a opção de se cadastrar online, por meio de um formulário a ser disponibilizado pela Sema na quarta-feira (20). Para castrar machos, o formulário ficará disponível a partir das 10h; para castrar fêmeas, às 14h.

A listagem com os selecionados para a segunda edição da campanha será divulgada no dia 22, no site da Sema. As cirurgias serão realizadas entre os dias 25 deste mês e 15 de dezembro nas cinco clínicas conveniadas, em Ceilândia, Samambaia, Gama, Paranoá e Vicente Pires.

Programa contínuo

Paralelamente às campanhas lançadas, a Sema disponibiliza, nas últimas quartas e quintas-feiras de cada mês, vagas remanescentes para castração gratuita de cães e gatos. O agendamento deve ser feito pelo portal do Agenda-DF, procedimento após o qual a confirmação é enviada para o e-mail cadastrado.

Acesse o site da secretaria para conferir os contemplados deste mês

Texto: Thaís Miranda, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

A governadora em exercício Celina Leão conferiu, nesta sexta-feira (1º), o andamento das obras de infraestrutura no Trecho 3 do Sol Nascente. Está em andamento a construção do sistema de drenagem da avenida principal do trecho, em frente ao Mercado Trem Bão; das galerias de águas pluviais das chácaras 75 e 84; e do pavimento intertravado da Chácara 79.

“São mais de R$ 300 milhões investidos aqui no Sol Nascente. É o governo Ibaneis Rocha realmente trabalhando, fiscalizando, e vendo o que precisamos fazer. As obras de drenagem precisam ser feitas para que venha o asfalto. As melhorias serão definitivas”, enfatizou Leão.

Os serviços executados no Trecho 3 têm o objetivo de garantir a captação correta das águas pluviais e minimizar os transtornos do período chuvoso. “As obras de infraestrutura estão acontecendo em um ritmo muito bom. Temos contratos ativos, com recursos garantidos, e os serviços estão caminhando da melhor maneira possível”, apontou o secretário de Obras, Luciano Carvalho, durante a visita técnica.

“Sempre começamos pela drenagem, que são as redes de água pluvial, depois vem a pavimentação e, na sequência, meio fios e bocas de lobo. Além disso, temos as bacias, que recebem toda a água captada pelas redes de água pluvial e que fazem um papel importantíssimo de liberar a água num corpo hídrico”, esclareceu Carvalho.

O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, ressaltou que, somados os equipamentos públicos já entregues e as obras em execução, o Sol Nascente está sendo transformado. “Já temos restaurante comunitário, creches, escolas, UBS e estamos programando a delegacia, mais duas escolas, mais três creches, uma Upa. Temos o terminal rodoviário, que já já estará pronto para inaugurar. Mas a obra mais relevante em andamento é, sem dúvida, a de infraestrutura do Trecho 3”, citou. “Queremos uma cidade urbanizada, para entregar para a comunidade o que ela merece”, completou.

“Essas obras são de suma importância, uma vez que era um local que precisava muito da infraestrutura e da ação do estado”, enfatizou o administrador da região, Cláudio Ferreira. O Sol Nascente completou quatro anos em 8 de agosto e soma mais de 93 mil habitantes, em área com 4.049,17 hectares, conforme dados da PDAD 2021.

Morador do Sol Nascente, o autônomo Francisco de Assis Lopes, 59 anos, celebra a chegada das melhorias na região. “Era mato, estradinha de terra, e hoje tem pista, tem prédio, tem restaurante, tem terminal. Nós temos tudo, está ficando maravilhoso”, afirmou. “Quando cheguei aqui, não tinha quase nada. A cidade está só melhorando”

Texto: Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

Para manter o procedimento adotado em anos anteriores, o Governo do Distrito Federal (GDF) decretou ponto facultativo para a quarta-feira (6) e a sexta-feira (8). A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial do DF (DODF) nesta segunda-feira (4) e visa melhor organização e segurança dos eventos relativos ao desfile de 7 de Setembro.

Os pontos facultativos valem para o âmbito da administração pública direta e indireta. Porém, não se aplicam às áreas essenciais. Saúde, segurança, vigilância sanitária, fiscalização tributária, comunicação, assistência social, fiscalização de proteção urbanística, fiscalização do consumidor, de limpeza urbana e a força-tarefa instituída pelo Decreto nº 43.054/2022 vão funcionar, bem como às atividades sob coordenação do Gabinete de Mobilização Institucional de que trata o Decreto no 44.911/2023.

Já as unidades responsáveis por atendimentos essenciais aos cidadãos deverão manter escalas de modo a garantir a prestação ininterrupta dos serviços.

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF) tornou pública a convocação de empresas e construtoras/incorporadoras do ramo da construção civil interessadas em estabelecer parcerias e viabilizar plano de negócios imobiliários. O edital é destinado à contratação e implantação de empreendimento de interesse social, no âmbito do programa habitacional. 

Poderão participar da convocação pública quaisquer empresas do ramo da construção civil, construtora/incorporadora, individualmente ou em consórcio, que estejam interessadas em empreender, e comprovem possuir os requisitos de qualificação exigidos no edital. As inscrições devem ser efetuadas até as 23h59 de 25/9, exclusivamente de forma online, por meio deste link

Em específico, o Edital de Convocação Pública nº 01/2023 é voltado à região do Sol Nascente – Trecho II, Quadra 105, Conjunto E, lotes 2 a 17; Conjunto H, lotes 1 a 22; Conjunto I, lotes 1 a 19 e Conjunto J, lotes 1 a 6. O objetivo é a construção de até 600 unidades habitacionais em tipologia multifamiliar, divididos em três grupos, de acordo com tratado no edital.

A empresa selecionada será responsável por viabilizar sua proposta junto ao agente financeiro autorizado a operar os recursos federais destinados às políticas habitacionais, por meio do programa do governo federal Minha Casa Minha Vida (MCMV), com prioridade no Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). 

O edital e as demais informações podem ser acessados no portal da Codhab

*Com informações da Codhab

Texto: Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

Moradores e comerciantes de Planaltina e Pôr do Sol/Sol Nascente ficarão sem energia no período da manhã e início da tarde desta quarta-feira (30). O desligamento programado visa garantir a segurança durante a execução de trabalhos na rede elétrica.

A partir das 9h até as 13h será feita a manutenção de rede nos seguintes endereços de Planaltina: DF-130, conjunto D e Km 12; Núcleo Rural Rajadinha, chácaras Paraíso, 8, 45-A e Capela; Área Interna 3, chácaras 7, 8, 16, 17, 19, 23, 24, 29 a 35, 39, 41, 42, 44 a 47, Adauto, Dibetane, conjuntos D ao F, Haras Ouro Preto, Km 14, ruas 3 a 5; Núcleo Rural Tabatinga, chácara 29; e Rajadinha II, conjuntos E a G.

Ainda em Planaltina, das 10h às 12h, o desligamento será na chácara 3 do Núcleo Rural Pipiripau, onde também será feita manutenção de rede.

No Pôr do Sol/Sol Nascente, três horários diferentes foram separados para as intervenções na rede elétrica. Das 9h às 14h, será no Setor Habitacional Sol Nascente, chácaras 1, 5, 85, conjuntos R, S e U. Das 10h até as 15h, será nas chácaras 2, 3, 73 a 75; e das 11h às 16h, nas chácaras 2 e 115. Em todos estes locais será feita manutenção na rede elétrica.

Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Neste caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado para essa finalidade.

Texto: Alline Martins, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) autorizou nesta segunda-feira (28), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a compra de mesas com bancos fixos para atender os dois novos restaurantes comunitários: o do Sol Nascente/Pôr do Sol, inaugurado neste mês, e o de Arniqueira, que começa a funcionar em outubro. O valor total da aquisição é de R$ 619.451,04.

São dois contratos: um no valor de R$ 524.800,00, com a empresa AF Empreendimentos Eireli; e o segundo com a RM Temporim Cardoso LTDA, no valor de R$ 94.651,04.

“Toda a população será beneficiada com o mobiliário novo dessas duas unidades e das próximas que estamos construindo: de Samambaia Expansão e do Varjão. Queremos que as pessoas que frequentam os nossos restaurantes tenham conforto. Além de uma refeição a um preço acessível, é importante oferecer ao nosso usuário um local agradável de convivência, para que ele possa fazer as suas refeições com tranquilidade”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

Com capacidade para servir cerca de 3.600 refeições diariamente, o Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol foi inaugurado no dia 14 pelo governador Ibaneis Rocha. No local, são servidas três refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar), ao custo de R$ 2. É a segunda unidade que atende à região do Sol Nascente.

O horário de funcionamento para o café da manhã é das 7h às 9h, almoço das 11h às 14h e jantar das 17h às 19h. A unidade fica localizada na Quadra 105, Trecho 2. A região administrativa é a primeira do DF a dispor de dois restaurantes, sendo que o primeiro fica na QNR 01, Área Especial nº 2. Com uma distância de 6,5 km entre eles, a estimativa é que as duas unidades ofereçam 5,6 mil refeições diárias.

Já o Restaurante Comunitário de Arniqueira terá investimento de R$ 4,9 milhões e será construído nas proximidades do Serviço de Acolhimento Institucional para Adultos e Famílias, na QS 09 Lote 01/07, Águas Claras. A unidade será inaugurada com as três principais refeições do dia e abertura aos domingos e feriados, assim como já ocorre nas unidades do Recanto das Emas, Sol Nascente/Pôr do Sol e Planaltina.

A Sedes já realizou a licitação para contratar a empresa que vai gerenciar o Restaurante Comunitário de Arniqueira. A gestora do local será a Triunfo Refeições Coletivas LTDA, com o investimento de R$ 7,6 milhões. Antes da reforma, o local funcionava como um antigo refeitório que atendia aos usuários da unidade de acolhimento. As estruturas foram reaproveitadas durante a reforma para transformar o espaço em um restaurante confortável, higiênico e seguro.

Com informações da Sedes-DF

Texto: Agência Brasília – Edição: Saulo Moreno

O Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol já ofereceu mais de 5,4 mil refeições nos dois primeiros dias de funcionamento. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), responsável pela gestão da unidade, na segunda, foram servidas 2.332 refeições no almoço, quando foi inaugurado o restaurante, e no jantar.

Na terça (15), foram ofertadas 3.139 refeições, incluindo café da manhã, almoço, jantar e as refeições para população em situação de rua, que é atendida gratuitamente nos restaurantes comunitários do Distrito Federal.

Inaugurada na segunda-feira (14) pelo governador Ibaneis Rocha, a nova unidade da região vai beneficiar a população nos três turnos: café da manhã, almoço e jantar, com valor total de R$ 2, além de abrir aos domingos e feriados. “A região do Sol Nascente/Pôr do Sol é uma das mais vulneráveis do DF. Por isso, a expectativa é de, em média, 3,6 mil refeições por dia no Restaurante Comunitário. Anualmente, serão quase 1,3 milhões de refeições somente nesta unidade”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

O novo Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol fica localizado na Quadra 105, Trecho 2. Com uma distância de 6,5 km entre elas, a estimativa é que as duas unidades do Restaurante Comunitário no Sol Nascente ofereçam 5,6 mil refeições diárias.

A Sedes avalia que todos os 15 restaurantes comunitários sirvam mais de 33,6 mil refeições por dia. Neste ano, a expectativa é ofertar mais de 10 milhões de refeições.

“À medida que esses contratos de prestação de serviço nos restaurantes forem sendo renovados, vamos aumentar a oferta de refeições nas unidades, com abertura aos domingos e feriados. É um novo modelo de licitação. A intenção é que todos os restaurantes comunitários ofereçam as três refeições diárias, de forma balanceada, acompanhada por nutricionista”, diz Ana Paula Marra.

*Com informações da Sedes-DF

O Distrito Federal tem sido destaque nacional na redução de homicídios nos últimos anos. A região do Sol Nascente/Pôr do Sol representa bem esse cenário. De acordo com dados da Polícia Civil (PCDF), os números da criminalidade reduziram de maneira significativa e, para as forças de segurança, a atuação próxima da comunidade tem influenciado na queda dos índices.

Os dados da PCDF mostram que de janeiro a dezembro de 2021 foram registrados 28 homicídios; no mesmo período em 2022, o número caiu para 17. Até junho deste ano, foram apenas quatro crimes dessa natureza na região. O delegado-chefe da 19ª DP, Thiago Peralva, destaca que o trabalho de repressão e combate ao tráfico de drogas influenciaram as estatísticas.

“Desde 2020 temos percebido uma queda brusca nos crimes de morte violenta, procuramos reprimir de maneira imediata os crimes de homicídios, iniciamos as investigações e são crimes que são rapidamente solucionados. E isso impacta a comunidade em si. Outro ponto é a repressão ao tráfico de drogas, temos feito prisões quase que diárias”, relata Peralva.

O delegado-chefe da circunscricional, que atua nos Trechos 2 e 3 do Sol Nascente há quase três anos, ressalta que a atuação próxima da população também ajuda no combate à criminalidade da região. “Minha porta está sempre aberta para receber a comunidade, às vezes a pessoa não quer fazer a denúncia pelo 197, mesmo sendo anônima, e nos procura aqui. Além de nós, somente os hospitais estão abertos 24 horas por dia. Muitas das vezes, quando nos procuram, nem é um registro criminal, é uma questão social ou até mesmo uma orientação”, completa Thiago Peralva.

Atuação presente do 10º Batalhão da PMDF

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) também procura fazer um policiamento comunitário com a população do Sol Nascente/Pôr do Sol, que consiste em estreitar os laços entre a PM e a população, para juntos identificar, priorizar e resolver os problemas.

O comandante do 10º Batalhão da PMDF, responsável pelo policiamento da região de Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol, o tenente-coronel Everaldo Aragão evidencia essa atuação da corporação na cidade. “Hoje nosso trabalho é trazer a população para dentro do quartel. Fazemos um policiamento inclusivo e procuramos ouvir a população. Todas as quartas-feiras recebo os moradores para eles falarem o que estão passando. Com esses relatos e com o planejamento estratégico da SSP-DF, conseguimos atender melhor a população”, relata.

Aragão também acredita que a atividade da PMDF em parceria com os moradores influencia nos resultados das forças de segurança. “Essa atuação está refletindo nos números, com a redução dos índices criminais. Queremos prestar um serviço de qualidade para a população. Hoje reduzimos em 29% os números de roubos das pessoas que se deslocavam para o transporte público, e estamos bem próximos de zerar o índice de roubo aos ônibus. Isso tudo com a participação de todos, um trabalho em parceria com os empresários, comunidade e comerciantes”, explica o comandante.

Para o educador social Augusto César Mariani, 25, morador do Sol Nascente há 14 anos, desde que o batalhão passou a atuar na comunidade, a sensação de segurança melhorou. “A polícia está quebrando uma visão que as pessoas tinham da corporação, quando eles descem pra lá, ouvem a comunidade e fazem ações sociais. Passamos a enxergar como uma força que quer andar conosco, e não só repreender. A melhor forma de combater o crime é com a prevenção, eles fazem isso trazendo a criança para dentro do batalhão, e acabam alimentando na criança a vontade de ser um policial. E isso é muito bom”, acredita o morador.

Os serviços de urbanização que estão sendo executados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no Sol Nascente/Pôr do Sol foram apontados pelo comandante como primordiais para o policiamento ostensivo feito pela corporação. “Quando o GDF traz a iluminação pública, a pavimentação e toda a urbanização e zeladoria para a cidade, está nos auxiliando muito em nosso trabalho. O Poder Executivo está trabalhando para trazer cidadania para essa população”, finaliza o tenente-coronel Aragão.

Novo batalhão do Corpo de Bombeiros

 

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal também é uma das forças com atuação presente no Sol Nascente. Em breve, a regional ganhará o primeiro batalhão da corporação, em uma área de 600 metros quadrados, na Quadra 500 do Trecho 1 e com investimento de R$ 3,5 milhões, a população poderá contar com um socorro mais rápido ainda da corporação.

“O 41° Batalhão atende nas adjacências de Ceilândia, Setor de Indústria e Sol Nascente. Com as novas instalações do 42°, voltadas exclusivamente para a regional, queremos diminuir o tempo de resposta da corporação. Com isso, conseguiremos atender a comunidade com mais brevidade possível e, assim, a população ganha”, destaca o comandante do 41º Grupamento Bombeiro Militar (GPM) e tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Sérgio Tavares.

Tavares destaca que a integração das forças de segurança para o atendimento de ocorrências e ações na região administrativa. “Essa união da força de segurança pública é fundamental para nosso trabalho. Procuramos também fazer um trabalho preventivo com a comunidade. As pessoas buscam o bombeiro como amigo, é uma sensação de proximidade e estar lá gera uma sensação de segurança maior”, conclui.

Fonte: Agência Brasília / Jornalista: Josiane Borges – Débora Cronemberger / Fotos: Tony Oliveira

A educação é base do desenvolvimento de uma cidade. É a formação profissional de seus moradores que possibilita a construção de uma economia pujante, com comércio forte e baixas taxas de desemprego. Não é à toa que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem investido na ampliação da rede pública de ensino do Sol Nascente/Pôr do Sol. A região recebeu mais de R$ 30 milhões em recursos desde 2019.

Inaugurada em fevereiro de 2020, a Escola Classe (EC) JK tem capacidade para atender até 960 alunos da educação infantil e até o 5º ano do ensino fundamental. São 16 salas de aula e três laboratórios, além das salas de música, de artes e de leitura. A construção da unidade, no valor de R$ 20 milhões, foi viabilizada por acordo judicial entre o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a construtora PaulOOctavio.

No ano seguinte, em novembro de 2021, o Sol Nascente/Pôr do Sol ganhou a primeira creche pública. O Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Jandaia pode atender até 208 crianças de até 3 anos, em período integral. A escolinha de R$ 3,75 milhões oferece dez salas de aula, lactário e sala de amamentação, pátio coberto, parquinho e cozinha, entre outras estruturas.

A segunda creche pública da cidade já está pronta. E deve ser entregue aos moradores até o final do ano. É o Cepi Sarah Kubitschek, que fica na Quadra 500 do Trecho 1. A PaulOOctavio também foi responsável, mediante acordo judicial, pela execução e financiamento da obra no valor de R$ 6.437.414,61. Com 1.637,63 m², o centro oferece a mesma estrutura do Cepi Jandaia.

Moradora do Sol Nascente, a dona de casa Maria José da Conceição, 50 anos, lamenta não ter tido uma creche pública perto de casa quando sua filha caçula nasceu, há 15 anos. “Precisava pagar para ficarem com ela, era sempre uma preocupação grande”, recorda. “Agora, o Sol Nascente oferece muito mais opção em educação pública, uma verdadeira tranquilidade para pais e mães da cidade”.

Obras à vista

Outros R$ 25 milhões ainda serão investidos no Sol Nascente/Pôr do Sol, com o início da construção de um Centro de Ensino Fundamental (CEF) e de um Centro Educacional (CED). Juntas, as duas unidades vão abrir vagas para 1,8 mil estudantes.

Segundo Bruno Duarte, engenheiro civil da Secretaria de Educação, a construção do novo CEF deve ser iniciada ainda neste ano. “A licitação foi concluída e o contrato com a empresa ganhadora já está pronto”, informa. “Estamos trabalhando para começar as obras em até três meses”.

A unidade terá 20 salas de aula, laboratório, cozinha industrial e refeitório, vestiários e sanitários, pátio coberto, e estrutura administrativa completa. Além disso, a escola contará com um grêmio estudantil e salas de artes cênicas, música, leitura, artes plásticas, multiuso e multimídia. O valor total da obra está estimado em quase R$ 11,6 milhões, recursos vindos tanto do GDF quanto do governo federal.

“Também temos o projeto do novo CED pronto, o primeiro da cidade. A unidade será erguida em um terreno de 9.210,22 m² na Quadra 700 do Trecho 1”, adianta Bruno. A escola terá 18 salas e deve atender pelo menos 630 alunos. “Estimamos que a obra vá ficar em R$ 13.334.534,18 – estamos apenas aguardando a assinatura do termo de cooperação técnica com o FNDE [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação]”, afirma.

Amplo atendimento

A construção dos novos colégios vai permitir que jovens e crianças sejam atendidos pela rede pública de ensino do Sol Nascente/Pôr do Sol desde as séries iniciais até as finais, sem precisar sair da região administrativa. De acordo com o coordenador da Regional de Ensino de Ceilândia, Vinícius Bürgel, cerca de 500 alunos usam o transporte oferecido pela Secretaria de Educação para frequentar escolas em cidades vizinhas.

“Os estudantes do ensino infantil até o 5º ano do ensino fundamental estão bem-atendidos pelas escolas públicas do Sol Nascente/Pôr do Sol”, observa Bürgel. “Ainda temos uma deficiência no atendimento dos anos finais do ensino fundamental até o ensino médio. Por isso, o GDF se mobilizou para construir um CEF e um CED na região”, explica.

Para o líder comunitário João Marques, 57 anos, a ampliação da rede pública de ensino do Sol Nascente/Pôr do Sol é muito bem-vinda. “Tudo começa pela educação. Sem estudo, não tem futuro bom para os moradores de nenhuma cidade. É o ensino que permite que a população melhore de vida”, observa.

Atualmente, o Sol Nascente/Pôr do Sol tem sete escolas públicas: CEF 32, CEF 28, EC 66, EC P Norte, EC JK, EC Córrego das Corujas e Cepi Jandaia. Além disso, a região conta com uma creche conveniada, o Centro Comunitário da Criança III.

Fonte: Agência Brasília / Jornalistas: Carolina Caraballo – Edição: Débora Cronemberger / Fotos: Lúcio Bernardo Jr.

A pavimentação da Chácara 2 é o grande destaque da obra do Trecho 3 do Sol Nascente. Em toda a área, serão investidos R$ 156,4 milhões, sendo que um quarto dos serviços já foi executado. O investimento total em infraestrutura na região administrativa desde 2019 já atinge a marca de R$ 200 milhões.

Estão sendo feitas pavimentação asfáltica, drenagem, instalação de meios-fios, construção de calçadas, sinalização horizontal e vertical, além de bacias de detenção. Trabalho que se repete nos trechos 1 e 2 da cidade, aniversariante do dia, ao completar 4 anos.

O governador Ibaneis Rocha percorreu as chácaras 2 e 75 do Trecho 3 para acompanhar o andamento dos trabalhos. “Quando entrei aqui pela primeira vez, na eleição de 2018, tomei um susto. Então, para nós é uma alegria muito grande ver que agora temos drenagem, calçadas e obras acontecendo em todos os locais”, destacou o chefe do Executivo. “Isso só engrandece um governo e a população que escolheu esse lugar para morar”, frisou.

O governador lembrou também o trabalho feito pelo GDF para destravar e dar andamento às obras. “Desde que assumimos o governo em 2019 passamos por um período em que tínhamos que fazer novas licitações pelos contratos antigos que atendiam a comunidade. Hoje, nós temos as obras em pleno vapor e a gente espera entregar essa cidade completamente pronta, assim como fizemos com Vicente Pires”, pontuou.

Atualmente, os serviços estão sendo feitos no Trecho 3 para garantir a captação correta das águas pluviais e a implantação de pavimento e piso intertravado nas vias antes em terra. O objetivo é preparar a infraestrutura da cidade e minimizar os transtornos do período chuvoso. “Estamos fazendo a drenagem [que é a captação de água e a escavação das bacias], que já está bem adiantada. Nos próximos meses, as galerias já terão condições de receber a água e levar para as bacias”, anunciou o secretário de Obras e Infraestrutura, Luciano Carvalho.

Foto Renato Alves/Agência Brasília

Infraestrutura para população

Um dos grandes desafios para o governo é fazer a infraestrutura da região em meio à ocupação. “Estamos fazendo a pavimentação. Então, a cidade vai ganhando corpo para melhorar a qualidade de vida da população. Precisamos passar por essa dificuldade da obra na porta de casa, mas depois vem o benefício”, acrescentou o secretário Luciano Carvalho. “A dificuldade é que é uma cidade ocupada, o que prejudica o andamento dos trabalhos. Mas não nos desanimamos, vamos fazer todo o trajeto”, disse.

Morador do Trecho 3 do Sol Nascente há 10 anos, o comerciante Hugo da Silva, 30 anos, relatou como tem visto a transformação do local: “A gente não tinha asfalto, era uma calamidade total. As chuvas alagam e esperamos que essas obras nos beneficiem”.

“Temos percebido a mudança, muitas ruas têm evoluído bastante e sabemos que nada é do dia para noite. No Trecho 2 já melhorou bastante e espero que aqui [Trecho 3] também”, contou.

A aposentada Maria da Glória Silva, 67 anos, também mora no Trecho 3 e comemorou o avanço das obras na região. “Quando chove é complicado e tem enxurrada. Essa obra é positiva e está chegando na hora exata para nós”, avaliou.

​Fonte: Agência Brasília / Jornalistas: Adriana Izel e Ian Ferraz – Edição: Carolina Lobo / Fotos: Renato Alves

O governador Ibaneis Rocha entregou, na manhã desta segunda-feira (14), o novo restaurante comunitário do Sol Nascente, localizado na Quadra 105 do Trecho 2. O local deve servir 3,6 mil refeições diárias, entre café da manhã, almoço e jantar, todos os dias da semana ao custo total de R$ 2.

A entrega ocorre no dia em que a cidade completa 4 anos e foi comemorada pelo governador Ibaneis Rocha. O chefe do Executivo também anunciou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para a cidade, que será construída com verbas federais de emenda parlamentar.

Para abrir o 15º restaurante comunitário do DF – o primeiro desta gestão –, o GDF investiu cerca de R$ 5,2 milhões. O local terá capacidade para 368 lugares e a chegada da nova unidade faz com que o Sol Nascente seja a única região administrativa a contar com dois restaurantes comunitários. Com uma distância de 6,5 km, entre um e outro, a estimativa é que os dois ofereçam 5,6 mil refeições diárias.

“Esse restaurante significa muito na vida de muitas pessoas que não têm condições de ter refeições de qualidade. Passa um filme na cabeça de quando estivemos aqui em 2019 e criamos a administração regional. Aos poucos, os equipamentos públicos estão chegando e vamos fazer também uma Unidade de Pronto Atendimento aqui”, anunciou Ibaneis Rocha.

Em julho, o GDF oficializou o contrato — de R$ 8,5 milhões por ano — com a empresa vencedora da licitação, responsável pela prestação de serviço de alimentação e nutrição nos três turnos.

Na nova unidade serão servidos, diariamente, café da manhã, ao custo de R$ 0,50; almoço, por R$ 1; e jantar, por R$ 0,50. A população em situação de rua, acompanhada pelas equipes de abordagem social, pode fazer almoço e jantar gratuitamente.

Durante a inauguração da unidade, a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, pontuou o aumento do número de refeições servidas e a abertura de mais unidades.

“Quando nós assumimos a gestão, em 2019, eram cerca de 6 milhões de refeições ao ano. Em 2022, nós já ultrapassamos 10 milhões de refeições. Acreditamos que, em 2023, será bem mais com esse novo restaurante comunitário e com as outras unidades em construção. O próximo (a ser inaugurado) é o de Arniqueira. Depois, teremos o de Samambaia, Varjão e Ceilândia”, disse.

Executada pela Novacap, a estrutura conta com salão, cozinha industrial, área de preparo de sucos, sobremesas, carnes e saladas, armazenamento de alimentos, câmara de resfriamento e congelamento, administração, sala de nutrição, depósito de materiais de limpeza, banheiros públicos, vestiários, caldeira, central de GLP, Casa de Bomba, lixeira, depósitos e bicicletários.

“Ele é mais moderno, mais funcional, tem acessibilidade. Na sequência, teremos o restaurante de Arniqueira. Vamos fazer também na Portelinha, em Samambaia, e dois na Ceilândia”, adiantou o presidente da Novacap, Fernando Leite.

Cidade de verdade

O zelador Josivaldo Alves de Assis, 59 anos, é beneficiário de programas habitacionais da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab). Segundo ele, o sentimento é de gratidão com as obras e as inaugurações no Sol Nascente.

“Me sinto privilegiado. Eu era morador de rua, isso aqui tudo é um presente para mim. É uma bênção ter um restaurante comunitário perto da minha casa, perto do povo que mora aqui, com uma comida balanceada. Eu vou comer em todas as refeições, isso é maravilhoso. O Sol Nascente mudou demais, agora é uma cidade de verdade”, compartilhou.

Já o pintor Marcos Antônio Brandão, 53 anos, é morador do Sol Nascente há quatro anos. Para ele, além da inauguração do restaurante comunitário, as intervenções de urbanização foram essenciais para melhorar a qualidade de vida de quem mora na Quadra 2.

“Quando cheguei aqui, não tinha nada. Agora, graças a Deus, está tudo bem, com obras e também o restaurante comunitário. Está tudo bom demais. Agora dá para ficar aqui tranquilamente”, afirmou.

Fonte: Agência Brasília / Jornalistas: Ian Ferraz e Thaís Miranda – Edição: Igor Silveira / Fotos: Renato Alves

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) alerta que há 4.034 beneficiários que não retiraram o Cartão Prato Cheio nas agências do Banco de Brasília (BRB). São cidadãos que estão em situação de insegurança alimentar e nutricional, que fizeram solicitação no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e foram contemplados com o benefício, mas não estão utilizando o crédito de R$ 250 para a compra de alimentos.

O prazo para retirada do cartão nas agências do BRB vai até a próxima sexta-feira (18). Segundo a legislação do programa, o beneficiário tem dois meses, a contar da disponibilização na agência bancária, para buscar e desbloquear o cartão. Se não o fizer, perderá o benefício e precisará fazer nova solicitação no Cras.

O Cartão Prato Cheio atende, atualmente, 100 mil famílias, com ciclo de nove meses de pagamento do benefício. Para saber se foram contemplados e onde buscar o cartão, os cidadãos devem acessar o site GDF Social, colocar CPF e data de nascimento de quem foi cadastrado.

O desbloqueio do cartão é feito no caixa eletrônico da agência bancária ou pelo aplicativo do BRB. A partir do momento em que for contemplada, a família recebe o crédito, que é acumulativo. Ou seja, se o cidadão recebe há dois meses e não utilizou o recurso, o crédito referente aos dois meses estará lá.

“O cidadão que foi contemplado e não retira o cartão deixa de receber o auxílio do Cartão Prato Cheio e ainda ocupa o lugar de outras famílias que aguardam na fila para receber o benefício e também estão em situação de insegurança alimentar e nutricional”, alerta a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Quem solicitou o benefício no Cras deve consultar o site GDF Social para saber se foi contemplado.”

*Com informações da Sedes

Texto: 

Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

O programa Cartão Gás completa dois anos nesta quinta-feira (10). O benefício, pago a cada dois meses a famílias em situação de vulnerabilidade social, é uma das várias frentes de atuação do Governo do Distrito Federal (GDF) para garantia da segurança alimentar desta população. Atualmente, 70 mil famílias são amparadas com a medida.

Do total de beneficiários, a maioria (em torno de 90%) é composta por mulheres, conforme dados da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes). É o caso da dona de casa Liliane Nogueira Granja, 42 anos. Mãe de sete filhos, ela afirma que a ajuda oferecida pelo GDF garante uma alimentação de qualidade à família.

“Me ajuda bastante. Se não fosse o programa, ficaria difícil ter como comprar o gás. Antes do cartão, eu precisava pegar fiado ou então fazer comida no fogão a lenha. Agora, a gente se sente muito mais seguro, feliz mesmo; fazer a comida na lenha não dá”, conta a moradora do Sol Nascente, que integra o programa desde o início.

O Cartão Gás foi implementado pelo Executivo como uma das medidas emergenciais de enfrentamento à pandemia da covid-19. Inicialmente, a previsão era de que o benefício durasse apenas 18 meses, mas o GDF transformou a iniciativa em lei, garantindo a segurança alimentar de milhares de famílias.

No início deste mês, o GDF anunciou a liberação de mais de R$ 6,8 milhões destinados exclusivamente à execução do programa. O montante permite o repasse bimestral de R$ 100 aos usuários do benefício para aquisição de botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP) de 13 kg.

“É um programa que faz muita diferença na vida das pessoas. Na falta do gás de cozinha, muitas famílias passam a consumir mais alimentos processados e prontos e, consequentemente, deixam de ter refeições de qualidade nutricional”, enfatiza a secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Renata Marinho. Ela acrescenta, ainda, que a Sedes estuda “fazer a ampliação do número de beneficiários”.

Quem tem direito

Para ter acesso ao Cartão Gás, é preciso que o cidadão cumpra com os seguintes requisitos:

→ Estar inscrito no Cadastro Único;

→ Ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo (R$ 660);

→ Ser residente no Distrito Federal;

→ Ter idade igual ou superior a 16 anos;

→ Declarar o comprometimento de renda com aquisição do gás.

O cidadão só é cortado do programa em caso de descumprimento dos critérios acima.

A compra dos botijões de gás de cozinha deve ser feita exclusivamente nos fornecedores cadastrados pelo GDF. Atualmente, há 221 revendedoras cadastradas disponíveis em 24 regiões administrativas. Confira aqui.

Fonte: Victor Fuzeira, da Agência Brasília | Edição: Carolina Lobo

Neste sábado (5/8) a comunidade do Sol Nascente receberá uma ação da Fecomércio.


A ação contará com: Atividades recreativas e esportivas, orientações jurídicas e nutricionais, carreta da mulher, atendimentos médico e odontológico, vacinação contra Covid, corte de cabelo, design de sobrancelhas, oficinas de moda e gastronomia, massagem, colocação de DIU, inscrições para cursos gratuitos e muito mais. 


Venha com toda a família! E o setor produtivo fazendo a diferença no Distrito Federal. Participe!


📆 5 de agosto – 9h às 16h
📍Local:  chácara do Padre no trecho II – VC 311| Sol Nascente

A campanha Agosto Lilás 2023, coordenada pela Secretaria da Mulher (SMDF), tem como objetivo a conscientização da sociedade sobre o necessário fim da violência contra a mulher. Com diversos tipos de eventos, a ação vai divulgar a Lei Maria da Penha, os serviços especializados da rede de atendimento à mulher em situação de violência e os mecanismos de denúncia existentes.

Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o calendário repleto de ações de esclarecimentos e conscientização da população do DF vai sensibilizar todos sobre as várias formas de violência contra a mulher. “Toda a temática do Agosto Lilás é voltada para a importância da denúncia, a importância da igualdade entre homens e mulheres e sobre como todos nós temos que combater a violência o tempo todo, sempre”, destaca.

A campanha vai reunir diversos parceiros governamentais e não governamentais, ao promover palestras, caminhadas, encontros, distribuição de material informativo e ações de mobilização e diálogos para se fortalecer e consolidar, cada vez mais, como uma grande campanha da sociedade no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

A lei que institui em todo o país o Agosto Lilás prevê que, anualmente, a União e os estados promovam ações de conscientização e esclarecimento sobre as diferentes formas de violência contra a mulher. “A campanha faz referência ao aniversário da Lei Maria da Penha, instituída pela Lei nº 11.340 (de 7 de agosto de 2006), que em 2023 completou 17 anos” completa a secretária.

Ações
⇒ 1. Ação de divulgação da campanha Agosto Lilás
Durante todo o mês de agosto serão colocados totens em locais estratégicos do DF para a conscientização da necessidade do fim da violência contra a mulher. Nos locais serão distribuídos bótons e panfletos
1ª semana: Palácio do Buriti e na Casa da Mulher Brasileira da Ceilândia
2ª semana: Estação do Metrô – 102 Sul e Ceam de Sobradinho
3ª semana: Rodoviária e Núcleo de Atendimento à Família e ao Autor de Violência Doméstica (NAFAVD) de Samambaia
4ª semana: Congresso Nacional e NAFAVD do Gama
5ª semana: Biblioteca Nacional e Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) – Planaltina

⇒ 2. Iluminação dos órgãos públicos para divulgação do Agosto Lilás
A partir desta terça (1º), os monumentos Biblioteca Nacional, Palácio do Buriti e Câmara Legislativa serão iluminados com a luz lilás para divulgação e propagação da campanha

⇒ 3. Divulgação no elevador sobre o Agosto Lilás
A partir desta terça, todos os elevadores do Anexo do Palácio do Buriti irão receber a divulgação da campanha Agosto Lilás com a agenda de eventos

⇒ 4. Sessão Solene na Câmara Distrital – 17 anos da Lei Maria da Penha
Dia 7, às 14h

⇒ 5. Curso Formação Teórico-Vivencial Prodoc
Os servidores públicos da SMDF vão fortalecer as capacidades técnicas e habilidades dos agentes públicos atuantes na Secretaria da Mulher para a identificação, referenciamento, contra referenciamento e prevenção de casos de violência baseada no gênero. As turmas vão atuar entre os dia 9 e 23 deste mês
Local: 16º andar, Sala de Inovações do Anexo do Palácio do Buriti e Casa da Mulher Brasileira
Dia 1 – Relações de Gênero e os tipos de violência baseada no gênero
Dia 2 – Bases legais do atendimento às pessoas em situação de violência doméstica
Dia 3 – Rede de Atenção às Pessoas em Situação de Violência

⇒ 6. Evento Agosto Lilás no Parque da Cidade
Uma manhã de brincadeiras, musicalização, saúde e orientação sobre a SMDF no Estacionamento 10. Haverá tira-dúvidas, brindes, camisetas, mesa de frutas e atrações musicais e aulas esportivas
Dia 19, das 8h às 13h
Local: Estacionamento 10 do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek

⇒ 7. Festa de reinauguração do Ceam de Planaltina
Aberto ao público, o evento marcará a reinauguração do local após a revitalização da pintura e do parquinho infantil, além de recapeamento, podas de árvores e troca de mobiliário. No café da manhã serão distribuídas cestas básicas, e também haverá atrações musicais e distribuição de brindes
Dia: 29, das 8h às 13h

⇒ 8. Ação na Casa da Mulher Brasileira na Ceilândia
Dia 30, às 10h
Aberto a toda comunidade, o evento terá oficinas profissionalizantes de moda, automaquiagem e proteção pessoal, além de palestras sobre importunação sexual, tipos de violência e onde procurar ajuda com convidados da rede local.

*Com informações da Secretaria da Mulher

Texto: Agência Brasília

A CEB Ipes está finalizando a instalação de 250 luminárias de LED na Chácara 58, no Sol Nascente. A ação visa melhorar a visibilidade e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população. A comunidade passa a contar com 167 luminárias de 80W e 83 de 12W. Os novos equipamentos garantem mais iluminação com economia no consumo de energia.

Para garantir a melhoria, a CEB investiu mais de R$ 161 mil, provenientes da Contribuição de Iluminação Pública (CIP).

“Estamos atentos às demandas da população e focados em atender ao mapeamento sobre os pontos que mais precisam de iluminação pública neste momento. O objetivo é garantir que todo o Distrito Federal seja iluminado com qualidade”, afirma o presidente da CEB Ipes, Edison Garcia.

A substituição das luminárias convencionais por modelos de LED é uma iniciativa do programa Luz que Protege, executado pela CEB Ipes em parceria com a Secretaria de Obras do Distrito Federal (SODF).

*Com informações da CEB Ipes

 

 

Fonte: Agência Brasília

 

Região recebe investimentos de mais de R$ 330 milhões do GDF; Trecho 3 ganha bacias de detenção, construção de galerias de águas pluviais e nova pavimentação

 

 

As benfeitorias promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) no Sol Nascente/Pôr do Sol já são percebidas pelos moradores dos trechos 1, 2 e 3 da cidade. Ao todo, serão R$ 330 milhões investidos na região. Somente no Trecho 3 – onde o governo tem mais intervenções em andamento – há mais de R$ 150 milhões direcionados para investimentos em infraestrutura e urbanização.

Neste pacote, as empresas contratadas pela Secretaria de Obras e Infraestrutura trabalham, agora, na duplicação de uma avenida que passa entre o trecho e a QNQ, em Ceilândia Norte. Há, ainda, a construção de três bacias de detenção que integram o sistema de drenagem.

O GDF já investiu R$ 144 milhões na cidade, e as reformas seguem em andamento nos três bairros (confira abaixo). São serviços de pavimentação asfáltica, execução de sistema de drenagem, construção de calçadas, instalação de meios-fios, sinalização horizontal e vertical e saneamento básico, entre outros trabalhos.

A movimentada pista que corta o Lote 1 do Trecho 3 e a QNQ será totalmente renovada. Estreita e com intenso fluxo de veículos e ônibus, a via será duplicada, ganhará uma marginal e estacionamentos. Com um custo de R$ 1,5 milhão, a reforma encontra-se na fase de terraplenagem.

Moradora do bairro, a vigilante Sueli Santos, 42 anos, passa de carro por ali todos os dias e aprovou a duplicação. “Era uma pista muito estreita, o que ocasionava alguns acidentes. Até mesmo porque a população aumentou, era necessário duplicar”, opina. “As melhorias começaram pelos outros trechos e estávamos ansiosos para que chegassem aqui”.

A rede de captação de águas pluviais da região ganha o reforço de três imensas bacias de detenção em uma área próxima à Escola Classe 66. Juntas, elas terão capacidade para suportar 112 mil m³ de água que passam por toda a tubulação. “As bacias são essenciais, já que fazem o controle de vazão de água antes de ela desembocar no córrego. Isso evita erosões e prejuízos ao meio ambiente”, explica o fiscal de obras da secretaria, João Gabriel Muri. “Com a rede de drenagem pronta, o alagamento nas ruas por aqui vai cessar”, acredita o engenheiro.

Ponte no Trecho 1

Já os trechos 1 e 2 vão ganhar mais mobilidade. Segue em construção uma ponte de 23 m de extensão que vai ligar os dois locais e passar sobre o Córrego do Meio. A fundação já foi finalizada, e agora os operários executam a chamada cortina de concreto, estrutura que dá sustentação à passagem.

Para o porteiro e morador do Trecho 1 José de Sousa, 49 anos, agora a comunidade terá mais conforto e segurança. “Tínhamos uma passagem improvisada de terra, que não era o ideal. Essa ponte é importante, pois é a ligação entre os dois bairros, facilita o fluxo e o comércio”, conta.

Investimentos nas obras no Sol Nascente

‌⇒ Trecho 1
Valor já investido: R$ 51 milhões
Valor a investir: R$ 28 milhões

⇒ Trecho 2
Valor já investido: R$ 68 milhões
Valor a investir: R$ 1,4 milhão

⇒ Trecho 3
Valor já investido: R$ 25 milhões
Valor a investir: R$ 156,4 milhões.

 

Fonte: Agência Brasília

GDF já investiu R$ 144 milhões e prevê mais R$ 185 milhões para obras de urbanização na região

 

 

O sonho dos moradores do Sol Nascente/Pôr do Sol de ter uma cidade completamente urbanizada está cada vez mais perto de se realizar. Trata-se de uma meta do Governo do Distrito Federal (GDF), que vem se concretizando desde 2019, quando a cidade se tornou uma região administrativa pelas mãos do governador Ibaneis Rocha.

Desde então, o GDF tem trabalhado incessantemente em promover condições dignas aos moradores da região, com mais recursos e equipamentos públicos. Somente no Trecho III, o governo investe mais de R$ 150 milhões em serviços de infraestrutura.

São 12 lagoas de detenção e outras três novas redes de drenagem de águas pluviais com extensão de 4,7 quilômetros que passam pelas principais regiões afetadas pelas chuvas. O complexo de escoamento da água da chuva promete acabar com os problemas de enchentes e enxurradas pelas ruas e avenidas na região.

“Estamos trabalhando em várias frentes e com todos os tipos de serviços necessários para a região: escavação, drenagem e pavimentação. O grande momento é a pavimentação, porque é o que o morador quer. A gente tem tentado seguir uma sequência e, aos poucos, as coisas vão acontecendo”, defendeu o secretário de Obras do DF, Luciano Carvalho, durante visita às obras.

Os funcionários trabalham de segunda a sábado para adiantar a obra durante o período de estiagem. O Trecho II já está praticamente concluído. Falta finalizar as calçadas em algumas vias. O GDF já investiu R$ 68 milhões e pretende aplicar mais R$ 1,4 milhão neste trecho. A população do Trecho II já conta com drenagem de águas pluviais e pavimentação com massa asfáltica nas vias principais e bloquetes nas vias residenciais.

Já no Trecho I, as obras em andamento são de drenagem, pavimentação e infraestrutura urbana do perímetro que não havia sido contemplado inicialmente. O valor já investido nesta região é de R$ 51 milhões, com previsão de mais R$ 28 milhões.

No Trecho III, atualmente, as equipes trabalham na construção de mais cinco lagoas de detenção para receber as águas pluviais. Simultaneamente, os funcionários atuam na construção de mais três galerias de drenagem e na pavimentação das ruas residenciais com bloquetes. Neste trecho, o GDF já investiu R$ 25 milhões, com expectativa de aplicar mais R$ 156,4 milhões.

“Essa é uma promessa do nosso governador que está se cumprindo, principalmente no Trecho III. É um dos setores mais carentes que precisa da nossa atenção e estamos entrando com tudo”, afirmou o administrador regional Claudio Ferreira.

Samuel Ferreira da Costa, pintor de 54 anos, estava passando pelo local e, assim que viu a movimentação das equipes, parou para acompanhar os trabalhos. “Resolvi descer do carro para ver o que estava acontecendo. Gosto de analisar e ver como está ficando porque é uma expectativa muito grande para concluir logo. É uma sensação de melhora porque saímos do barro e da terra para ganhar asfalto”, compartilhou.

O morador Rafael Rodrigues Nobre, 34 anos, também está ansioso para a conclusão das obras. “Vai ser muito bom. Demorou, mas chegou. Vai acabar com a poeira e a lama, estava precisando muito disso”, concluiu o garçom.

 

 

Andamento da obra

⇒ Trecho I
65% dos serviços executados
Valor já investido: R$ 51 milhões
Valor a investir: R$ 28 milhões

⇒ Trecho II
85% dos serviços executados
Valor já investido: R$ 68 milhões
Valor a investir: R$ 1,4 milhão

⇒ Trecho III
25% dos serviços executados
Valor já investido: R$ 25 milhões
Valor a investir: R$ 156,4 milhões

Nos três trechos estão em execução os serviços de pavimentação asfáltica, drenagem, instalação de meios-fios, construção de calçadas, sinalização horizontal e vertical, além de bacias de detenção.

 

Fonte: Agência Brasília

As equipes trabalharam para liberar o tráfego de veículos na estrada de terra, que ficou danificada após fortes chuvas

 

Equipes do Governo do Distrito Federal (GDF) atuaram na área rural do Sol Nascente, na região conhecida como Córrego da Coruja, para tapar uma cratera que prejudicava o tráfego de veículos na estrada de terra.

As chuvas de verão que caíram foram intensas, deixando as estradas do setor danificadas. As águas acumuladas de Ceilândia e do Sol Nascente escorreram pelo sulco deixado no terreno, onde, além de abrir valetas e buracos, amontoaram pedras pelo leito das estradas.

Também houve entupimento de vários baciões e bolsões, causando a passagem imensa das águas e abrindo crateras nas vias, que ficaram interditadas. Com chácaras próximas, muitos moradores ficaram impedidos de sair de suas residências, e os que se arriscaram, acabaram danificando os veículos.

“Há mais de quatro semanas, o Polo Rural da Seagri-Segov trabalha incansavelmente para consertar as estradas e dar a trafegabilidade para dar conforto e comodidade para todos que circulam pelas estradas do Córrego da Coruja no Sol Nascente”, afirma o coordenador do polo, o engenheiro Manoel Messias.

 

Fonte: Agência Brasília

Obra no Sol Nascente/Pôr do Sol recebeu R$ 4,7 milhões em investimento e espera equipamentos e mobiliários para ser inaugurada

O Restaurante Comunitário do Sol Nascente/Pôr do Sol aguarda apenas equipamentos e mobiliário para ser liberada à população. A obra recebeu o investimento de R$ 4,7 milhões, e a previsão é que sejam servidas até 2,5 mil refeições por turno no local. Com isso, a Novacap, responsável por fiscalizar a obra executada pela empresa contratada, fará a entrega da estrutura para a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

Os recursos para a construção do restaurante foram disponibilizados via financiamento realizado pela Secretaria de Economia com o Banco do Brasil e está em fase avançada. “O restaurante terá capacidade para servir 2,5 mil refeições por turno (café da manhã, almoço e jantar). O salão, com 368 lugares, poderá atender 2 mil pessoas em um período de três horas”, explica o diretor de Edificações da Novacap, Rubens de Oliveira.

“O restaurante foi uma promessa de governo, muito pedida e esperada pela comunidade. Sem dúvida, ajudará muitas famílias, principalmente as que estão em situação de vulnerabilidade. Isso demonstra que o GDF se preocupa com as questões sociais”, declarou o administrador Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira.

Como em todo restaurante comunitário, o valor das refeições é simbólico, para atingir a população mais carente. O café da manhã e o jantar serão oferecidos por R$ 0,50 cada um, enquanto o almoço terá o custo de R$ 1. Esses preços acessíveis são parte do compromisso do GDF em fornecer refeições nutritivas e econômicas para a população.

“Mais unidades [de restaurantes comunitários] estão sendo entregues. O café da manhã vai chegar a todas as unidades, vamos implementar o jantar e, em breve, iniciaremos a operação aos domingos. Os restaurantes comunitários cumprem uma função social fundamental, e o GDF tem total consciência disso”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

O restaurante está localizado no Trecho 2, Etapa II, Quadra 105, Conjunto O, Área Especial 1, no Setor Habitacional Sol Nascente.

*Com informações da Novacap

Ações da Novacap incluem reconstrução e substituição de materiais para melhorar a drenagem e prevenir alagamentos

A Diretoria de Urbanização da Novacap está promovendo, esta semana, ações de manutenção das bocas de lobo da região do Sol Nascente/Pôr do Sol para assegurar o bom funcionamento dessas estruturas, prevenir alagamentos e oferecer mais segurança aos moradores. As ações começaram nesta segunda-feira (8) e se estenderão até esta quarta (10). As tarefas envolvem a reconstrução de unidades de bocas de lobo, a substituição de grelhas de ferro e a limpeza de outras unidades.

As melhorias foram concentradas na quadra 300, após solicitação realizada pela administração regional. Também foram realizadas reposições de acessórios, como tampas e grelhas. Roberto José, chefe da Divisão de Manutenção de Drenagem (DIMAD), explica que a operação é executada com um equipamento diversificado para assegurar a eficiência das atividades. “Foram usados veículos como caminhão carroceria, caminhão basculante, retroescavadeira e caminhão basculante toco”, afirmou.

O administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, ressaltou a importância das obras. “Esse trabalho não é apenas necessário, mas essencial. A limpeza e manutenção das bocas de lobo traz a prevenção e gera benefícios para a cidade, evitando transtornos no período de chuva, pois, quando limpas, a drenagem das águas pluviais é escoada corretamente”, disse Ferreira.

*Com informações da Novacap

 

 

Fonte: @agencia.brasilia
 

Equipes se mobilizam para atender cidades como Ceilândia, Sol Nascente e Águas Claras. Em Ceilândia, água invadiu as casas e moradores recebem assistência social

 

 

 Após a tempestade registrada no fim de semana no Distrito Federal, órgãos de governo estão nas ruas para recuperar os estragos deixados em cidades como Sol Nascente/Pôr do Sol, Ceilândia e Águas Claras. A Secretaria de Governo (Segov), com a força de trabalho do GDF Presente, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e o Corpo de Bombeiros estão em ação desde sábado e seguem em campo.

 


No Sol Nascente, o Trecho 3 foi bastante afetado pelas enxurradas, com a formação de erosões nas vias não pavimentadas e buracos na parte asfaltada. Uma pá carregadeira e quatro caminhões trabalham na terraplenagem das pistas castigadas pela chuva. Na via comercial, os ‘rolinhos’ espalham massa asfáltica nos trechos esburacados. Ruas das chácaras 73, 74 e do bairro Cachoeirinha receberam ação das máquinas nesta segunda-feira (17).

Em Ceilândia Norte, as quadras residenciais da QNR, próximo ao Setor de Indústrias, acumularam poças gigantes. Algumas casas foram invadidas pela água da chuva nas QNRs 2 e 3. Além da desobstrução de bocas de lobo, abrigos de ônibus foram lavados e o excesso de lama retirado da rua. Duas equipes estão espalhadas pela região administrativa para repor trechos de pista destruídos pelo temporal.

 


 “O maquinário de outras cidades está sendo remanejado para Ceilândia e Sol Nascente para reforçar os serviços e atender as regiões mais afetadas”, explica o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo. “Além disso, estamos encaminhando 200 cestas básicas e oferecendo o benefício aluguel social para famílias que tiveram suas casa prejudicadas e outras que perderam mantimentos”, acrescenta José Humberto.

Segundo o administrador de Ceilândia, Dilson Rezende, já no domingo pela manhã as equipes percorreram os bairros para detectar os problemas e resolvê-los. “É uma ação emergencial que dura pelo menos uma semana, mas estamos trabalhando em conjunto para acelerar isso”, diz. “O Trecho 3 é um setor complicado, onde ainda não há pavimento e sistema de drenagem. E o fluxo de água é bastante grande”, explica o administrador do Sol Nascente, Cláudio Ferreira, lembrando que a Secretaria de Obras já licitou as benfeitorias para a área, depois de atender os trechos 1 e 2.

 

Fonte: Agência Brasília

Equipes do GDF Presente e das administrações regionais de Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol mapearam os pontos críticos. Áreas serão recuperadas a partir desta segunda-feira (17)

 

 

A região oeste do Distrito Federal, onde estão as cidades de Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol, foi castigada na tarde de sábado (15) com um volume significativo de água das pancadas de chuva. Durante a tempestade, foram registrados 49 milímetros de precipitação na área e fortes ventos, segundo o Instituto de Meteorologia (Inmet).

As áreas mais atingidas serão recuperadas a partir desta segunda-feira (17) em uma grande ação com participação de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), incluindo Secretaria de Governo (Segov), Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

“Hoje fizemos o levantamento das demandas para podermos entrar em ação com a operação de emergência nas duas cidades na segunda-feira”, explica um dos coordenadores do Polo Oeste II, Germano Guedes.

A chuva causou alagamentos e estragos em algumas localidades das duas regiões administrativas. Por isso, na manhã deste domingo (16), equipes do Polo Oeste II do GDF Presente e das administrações regionais circularam pelas cidades para mapear os pontos críticos e sinalizar os locais para evitar acidentes.

 

 

 Mapeamento das áreas

No Sol Nascente/Pôr do Sol, a análise de campo apontou o Trecho 3 como o setor mais afetado pela enxurrada na região administrativa. Foram identificados erosões, deslocamento de meios-fios e presença de lama nas vias, proveniente de obras em execução na cidade.

“Os locais afetados e o mapeamento das áreas ainda estão em levantamento, mas essas áreas mais atingidas são a nossa prioridade, onde faremos um trabalho de recuperação total”, afirma o administrador regional, Cláudio Ferreira.

 


Em Ceilândia, a investigação das equipes passou pelo setor Norte, nas QNQ e QNR, onde a água da chuva entrou nas residências e levou muita lama para as vias principais. “Infelizmente tivemos uma chuva atípica com muito volume em pouco tempo e as trombas d’água causaram esse transtorno”, revela o administrador de Ceilândia, Dilson Almeida.
Segundo o administrador, as famílias prejudicadas serão auxiliadas e os trabalhos previstos para segunda-feira serão de limpeza das ruas, dos abrigos de coletivos e das bocas de lobo, além da recuperação de calçadas e asfaltos que foram arrancados.

“Ainda ontem (sábado, 15) nosso pessoal deu uma andada na região para identificar os problemas e hoje (domingo, 16) fomos com mais calma. Mas já fizemos a sinalização dos locais onde o asfalto foi arrancado para evitar acidentes e amanhã (segunda, 17) vamos atrás de resolver os problemas mais sérios”, destacou Almeida.

 

Fonte: Agência Brasília

 

 

Durante o período de chuvas, a população do Córrego da Coruja, localizado na área rural do Sol Nascente/Pôr do Sol, sofria quando precisava atravessar a ponte na região. A água acumulava no local e impedia a passagem dos veículos em segurança. Para resolver essa questão, foram construídos dois canais de drenagem no encabeçamento da ponte.

Parte da força-tarefa do programa GDF Presente, as obras tiveram início em 5 de janeiro. O primeiro serviço foi a retirada de árvores caídas que obstruíram as manilhas de canalização das águas do Córrego da Coruja. Com a desobstrução, foi feita a concretagem para base do muro de arrimo, com a utilização de nove manilhas de concreto de 800 mm.

“Foi feita a recomposição do encabeçamento da ponte com pedras rachão [material originado da reciclagem de insumos construtivos], concreto e cascalho”, explica o coordenador do Polo Oeste II do GDF Presente, Elton Walcacer.

Em seguida, foram construídas duas valas de drenagem com mangueiras, brita e rachão. O último serviço foi a recomposição do leito de estrada, também com pedra rachão que foi compactada e nivelada. “Hoje a ponte já está liberada para o tráfego e pronta para a volta às aulas na segunda-feira (13)”, garante o coordenador.

O administrador regional substituto do Sol Nascente/Pôr do Sol, Pedro Barros, conta que os trabalhos precisaram ser feitos de forma emergencial e ágil após chuvas intensas no local. “As águas desceram no córrego com maior intensidade, carregando, além de galhos, muito lixo e entulho. Com isso, houve entupimento da rede, provocando o rompimento da ponte. A nossa preocupação e prioridade, além de atender às necessidades dos moradores da região, era conseguir deixar pronto para o tráfego até o início das aulas”, revela.

A diretora da Escola Classe Córrego da Coruja, Sheila Medeiros, se mostra feliz com a ação. “Com certeza essa drenagem facilita muito. Há um tráfego muito grande na ponte das pessoas que trabalham e moram na região. Grande parte dos funcionários da escola utilizam a ponte, assim como os estudantes”, comenta.

Atualmente, a escola atende 100 alunos de 6 a 12 anos, do 1º ao 5º ano.

Sheila lembra que em uma das chuvas perdeu o controle do carro no local e quase viu o veículo cair dentro do córrego. “Como não tinha infraestrutura, a água tomava de conta, cobria tudo, causava erosão e até perigo. Meu carro já ficou em tempo de cair dentro do rio. Tiveram pessoas que trabalham na escola que o carro, de fato, caiu. Então realmente ficou bem melhor”, avalia a diretora.

A atuação contou com a equipe do GDF Presente, da Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, com auxílio das administrações de Ceilândia e Taguatinga, do Departamento de Estrada de Rodagem (DER), da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).

 

Fonte: Agência Brasília

 

Região já recebeu 35,9 km de pavimentação, 87,8 km de meios-fios e 18.940 m² de calçadas. Urbanização recebe aporte de R$ 16 milhões

 


O Governo do Distrito Federal trabalha a todo vapor para entregar ruas e avenidas mais urbanizadas aos moradores do Trecho 2 do Sol Nascente/Pôr do Sol. Com aporte de R$ 16 milhões, as obras de pavimentação e drenagem atingiram 90% de execução em abril deste ano.

Segundo a Secretaria de Obras e Infraestrutura, já foram asfaltados mais de 35,915 km de ruas; outros 11,797 km foram pavimentados em blocos intertravados, usados em locais de tráfego leve. A população recebeu ainda 18.940 m² de calçadas e 87,832 km de meios-fios. Duas lagoas de detenção de águas pluviais já foram entregues e outras duas ainda estão sendo executadas.

“A pavimentação vai beneficiar a população em relação a infraestrutura, valorização dos imóveis, deslocamento ao trabalho e escola e ao comércio. Vai mudar o Sol Nascente”, afirma o administrador da cidade, Marcelo Pinheiro. A previsão é que tudo esteja pronto ainda no segundo semestre deste ano.

Resta concluir a construção dos dissipadores de energia de duas lagoas, o plantio de grama e o cercamento das lagoas, a abertura de bocas de lobo, a implantação de rede de drenagem e a execução de mais calçadas e pavimentação.

O engenheiro fiscal da Secretaria de Obras e Infraestrutura, Alex Sidney Silva e Costa, explica que, com as ruas asfaltadas, os moradores têm mais acesso aos serviços públicos e menos problemas no período de chuvas. “As lagoas são construídas para captar a água pluvial e evitar estragos nas casas e nos córregos”, diz o profissional. “Além de que, quando as cidades são urbanizadas, começam a aparecer mais serviços públicos na região”, completa.


A obra no Trecho 2 do Sol Nascente/Pôr do Sol beneficia mais de 150 mil moradores e já criou 150 empregos. Recém-chegado ao Sol Nascente, o ajudante de pedreiro Genivaldo Ferreira de Silva, 59 anos, está feliz com a urbanização do Trecho 2. Nascido em Maceió (AL), ele veio para Brasília em 2012, mas se mudou para a região administrativa há apenas dois meses. “É bom ver as máquinas passando na rua, ver o pessoal trabalhando aqui. Vai melhorar bastante”, diz.

Ezio Marques, de 51 anos, é outro morador que está contente com a urbanização do bairro. Ele, a esposa e a filha se mudaram para a chácara 89 do Trecho 1 há nove anos e acompanham de perto a evolução da área. “Quando cheguei aqui, o chão ainda era de terra. Tudo muito precário. Mas aos poucos foi melhorando e acho que ainda vai desenvolver bem mais”, diz.

 

Fonte: Agência Brasilia.

 

 

GDF promove sábado especial com emissão de documentos, vacinação, corte de cabelo para a criançada e ações preventivas e de combate à dengue

Silézio de Souza, 47 anos, acordou cedo para resolver pendências da sua vida financeira e eleitoral. A três quarteirões de casa, negociou o pagamento de contas de luz atrasadas, atualizou seus dados do Cadastro Único (CadÚnico) e tirou a segunda via do Título de Eleitor perdido. Fez tudo a pé, sem precisar gastar um centavo.

Todas essas resoluções foram possíveis graças a uma ação integrada de 20 órgãos e autarquias do Governo do Distrito Federal (GDF) realizada neste sábado (23) no Trecho 1 do Sol Nascente. O propósito foi promover o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade, levando diversos serviços de utilidade pública aos quais, muitas vezes, elas nem sabem que têm direito.

“A população tem suas necessidades, e a gente tem que colocar o governo à disposição, reunindo o máximo de serviços e atendimentos em áreas como saúde, educação, lazer e cidadania”, explicou o governador Ibaneis Rocha. De acordo com ele, essa foi a primeira edição do programa, que deverá seguir para outras cidades a partir de um cronograma elaborado pela Secretaria de Governo (Segov).

A Carreta Na Hora, um posto móvel de vacinação de pessoas e animais, uma oficina de artesanato e o ônibus lilás oferecendo orientações médicas e jurídicas a mulheres, estavam entre os serviços prestados. “A ação surgiu diante de uma demanda da própria comunidade, que, por meio de suas lideranças, procurou a administração regional”, informou o secretário de Governo, José Humberto Pires.

Paralelamente à programação, o Corpo de Bombeiros do DF treinou 280 militares do último curso de formação para percorrer as ruas da região entrando nas casas e orientando as pessoas sobre as medidas de prevenção ao contágio do mosquito Aedes aegypti. O Distrito Federal tem registrado um aumento do número de casos de dengue, doença que pode ser prevenida e combatida com a ajuda da própria população.

“A credibilidade da nossa corporação possibilita uma abordagem mais direta e dentro da casa das pessoas, que é geralmente onde estão os focos do mosquito transmissor da doença”, afirmou o comandante da operação, tenente-coronel Raphael de Souza.

Título de Eleitor

Quem também aproveitou a ação para expedir um documento foi o estudante Victor Lucas, 16 anos. Acompanhado pela tia, ele emitiu seu primeiro Título de Eleitor, motivado a participar das eleições de outubro. “Essa ação é legal porque permite resolver várias coisas em um único lugar”, disse o adolescente. “O que eu poderia levar vários dias indo a diversos lugares, consegui fazer só nesta manhã, sem precisar pegar ônibus nem gastar nada com isso”, emendou Silézio de Souza, que atualmente está sem trabalhar.

 


Fonte: Agência Brasília.

Em um trabalho conjunto da administração regional e Novacap, as máquinas do governo recuperam diariamente as vias do Sol Nascente e Pôr do Sol. Em época de fortes chuvas, o serviço de terraplanagem e nivelamento nas estradas de chão e a recuperação asfáltica em vários trechos da cidade são um alento para a população local. Em regiões carentes como o Cachoeirinha, no trecho 3, e em chácaras do Pôr do Sol, já são 6 km de vias rurais renovadas.

A cerca de 500 metros do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Jandaia, nas quadras 700 do Pôr do Sol, há um trecho longo que ainda não recebeu a pavimentação asfáltica. Mãe de uma menina de 3 anos, aluna da creche, Andreia Bispo, 39 anos, aponta as dificuldades. “Com esse serviço de terraplanagem, a gente já percebe que melhora um pouco. Eles eliminam as poças d’água” , diz ela, que reside na chácara 76.

Com o uso de cerca de 200 toneladas de expurgo de brita (material empregado para dar firmeza ao solo), o trajeto foi assentado e nivelado. “Peitos de pombo”, espécie de quebra-molas feitos no solo, também foram levantados para conter a enxurrada. A chácara 84, ali próximo, também foi atendida. São cerca de 3,5 km de pista sinuosa melhorados por uma equipe de 19 homens da Novacap e da administração.

No Cachoeirinha, mais 2,5 km recuperados

A cerca de 5 km dali, no Bairro Cachoeirinha, trecho 3 do Sol Nascente, a grande quantidade de água pluvial que desce da vizinha Ceilândia também fez estragos. Erosões enormes abertas nas vias internas estão sendo corrigidas, num trecho de 2,5 km.

Cerca de 250 famílias residem no local, entre elas a de Valdemar Pontes (47), copeiro. “Enquanto o asfalto não vem, é o serviço que tem de ser feito. As chuvas estragam muito a região. E, assim, agradecemos o governo por não esquecer de cuidar daqui”, frisa o senhor.

Licitações para a continuidade das obras

“Há uma licitação que foi suspensa pelo Tribunal de Contas para ajustes no edital. Elas darão continuidade às obras do trecho 3 do Sol Nascente e, nesse pacote, está o asfaltamento”, explica o administrador Cláudio Ferreira. “Enquanto ela não sai, temos que agir rápido para reduzir os danos para a comunidade”, emenda. O prosseguimento das reformas no trecho 1 também foi suspenso e depende de análise do tribunal.

Fonte: Agência Brasília  

 

O ano de 2022 começa com uma grande notícia para os moradores da Quadra 105, no Trecho II, e da Chácara 5, do Condomínio Gênesis, localizados no Sol Nascente/Pôr do Sol: o Programa Água Legal, iniciativa da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) para regularizar os serviços de saneamento para as populações hoje abastecidas por ligações clandestinas, está concluindo a maior parte dos serviços nas localidades.

A moradora da Quadra 105 Marcélia Miranda conta que antes da legalização “a água que os moradores usavam não tinha como passar para a rede de esgoto, então vazava para fora das casas e acabava alagando nas portas dos vizinhos”

Na Quadra 105, 247 ligações de água foram regularizadas, e os serviços devem ser finalizados ainda em fevereiro. Já na Chácara 5 do Condomínio Gênesis, 377 ligações foram realizadas pela Caesb em duas etapas: a primeira foi concluída em dezembro de 2021, e a segunda terá início em março.


Uma das pessoas beneficiadas com o Programa Água Legal foi a moradora da Quadra 105 Marcélia Miranda. “Antigamente, a água que os moradores usavam não tinha como passar para a rede de esgoto, então vazava para fora das casas e acabava alagando nas portas dos vizinhos”, conta a dona de casa.

Com o serviço de abastecimento de água e esgoto devidamente regularizado, Marcélia elogia a iniciativa. “Agora a água vai direto para o encanamento e para o fluxo correto, está todo mundo satisfeito. Isso traz mais dignidade para as pessoas, lembrar que você tem uma estrutura arrumadinha na sua casa”, analisa.

Desde a chegada do Programa Água Legal, quase 1,9 mil ligações de água e de saneamento foram regularizadas no Sol Nascente/Pôr do Sol, beneficiando mais de 6,5 mil moradores. De acordo com a Caesb, o volume de água recuperado devido ao fim das ligações clandestinas pode chegar a 21 mil metros cúbicos por mês.

É um benefício para todos os moradores do DF”, explica o superintendente de Comercialização da Caesb, Diego Rezende. “Quando temos um volume de água sendo furtado, ele é recomposto na composição tarifária. Para que isso não aconteça, estamos atuando nessas regularizações e garantindo um serviço de qualidade”.

Além do aspecto financeiro, o Programa Água Legal gera um impacto na saúde das pessoas. “As ligações clandestinas são derivações de canais próximos, fornecidos pela Caesb. Se isso não for regularizado, há um risco de desabastecimento de todos os usuários daquele canal e também de contaminação da água, trazendo problemas de saúde”, ressalta Rezende.

O administrador regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, diz que a população local está feliz com a iniciativa. “Esse programa chegou em uma boa hora, pois, além de trazer água potável para os moradores, trouxe dignidade e melhoria na qualidade de vida. A administração vem trabalhando e apontando junto à Caesb os setores que ainda não foram beneficiados com o programa”, afirma.

 

Fonte: Agência Brasília.

Governador participa de missa no Sol Nascente e descarta decretar lockdown

A celebração marcou o final da missão de 100 seminaristas que permaneceram uma semana na região, participando do dia a dia da comunidade.

 O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, participou na manhã deste domingo (30), de missa campal no Sol Nascente/Pôr do Sol. A cerimônia religiosa foi conduzida pelo responsável pela paróquia da região administrativa, padre Marcos, e pelo arcebispo do Distrito Federal, Paulo Cezar Costa.

A missa marcou o final da missão de 100 seminaristas que permaneceram uma semana na região, participando do dia a dia da comunidade.

“Estamos diante de uma comunidade carente, que tem muitas necessidades. Nós, do governo, temos olhado para esses moradores de uma forma muito especial. Esse trabalho feito aqui pelos seminaristas vai deixar grandes frutos, vai nos ajudar muito. Fica nosso agradecimento à comunidade do Sol Nascente/Pôr do Sol, por esse trabalho belíssimo feito aqui. Eu, pessoalmente, quero agradecer pelo que a Igreja Católica tem feito por todo o Distrito Federal durante o período de pandemia”, disse o governador Ibaneis ao final da missa. O chefe do Executivo lembrou a importância de ter declarado as igrejas como de necessidade plena durante a pandemia.

O governador fez questão de acalmar os presentes e classificou como “fake news” a informação que ele decretará lockdown no DF. Ele disse ter esperança de que esta seja a última onda da covid na cidade.

O assessor especial para Assuntos Religiosos do DF, Kildare Meira, que também participou da missa, afirmou que Brasília tem como característica ser uma cidade em que as igrejas de todos os credos enchem, e que por isso precisam de espaço. “Nós temos ouvido a comunidade. O Estado reconhece que onde há povo deve ter igreja. A igreja chega onde o Estado não chega. A demanda por um templo está sendo mapeada e estamos discutindo isso”, explicou o administrador.

O administrador do Sol Nascente/Pôr do Sol, Cláudio Ferreira, disse que é de grande importância o trabalho social do GDF na localidade, principalmente durante a pandemia. “O apoio do GDF fortalece cada vez mais esse segmento”. Outro ponto destacado pelo administrador são as obras de infraestrutura (asfalto, calçadas e meios-fios, entre outras) feitas na cidade, com destaque para o asfalto do trecho 2, cujos trabalhos estão em fase de conclusão. De acordo com ele, no trecho 1 as obras terão continuidade e no 3, iniciarão em breve.

O arcebispo de Brasília disse que é importante a construção de uma igreja no Sol Nascente/Pôr do Sol. “Estamos encerrando esta semana dos seminaristas aqui nessa cidade. A igreja deve sempre estar presente, mas para isso é necessário espaço para construir um local onde as pessoas possam viver a sua fé”, disse o arcebispo.A

Agência Brasília 

O Governador Ibaneis Rocha esteve na manhã da ultima terça-feira, 21/dez/2021, e assinou uma Ordem de Serviço para o início da construção do Terminal Rodoviário e do Restaurante Comunitário para a cidade. Serão mais de 20 mil pessoas diariamente utilizando a rodoviária e 10 mil pessoas por dia usufruindo de alimentação saudável e de baixo custo.

 

Isso mostra o comprometimento desse governo que trabalha de forma integrada por uma cidade funcional. Estiveram presentes na cerimônia, o Administrador da cidade, Cláudio Ferreira, o Deputado Guarda Jânio, o Deputado e atual Administrador de Ceilândia, Delegado Fernando Fernandes, o Presidente da CLDF, Rafael Prudente, o Presidente da Novacap, Fernando Leite, o Secretário de Governo, José Humberto, a Primeira Dama e Secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha e o Governador Ibaneis Rocha.

 

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